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            <title>Dancing shoes</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/416071988/Dancing_shoes</link>
            <description>Cansado daquelas fotos clichê tiradas durante shows onde só aparecia o povo com as mãos para o alto - e nada dos músicos! - o fotógrafo alemão Gerrit Starczewski resolveu apontar suas lentes para um espaço, digamos, menos concorrido das atrações no palco: os pés.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A idéia começou por acaso, em 2005, quando o alemão - então com 22 anos - acidentalmente deu um clique no sapato de Michael Stipe durante um show do REM. Hoje, exibe em sua exposição, intitulada Dancing Shoes, mais de 130 pés musicais. Alguns deles:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;REM&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Flaming Lips&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Art Brut&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Hives&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Franz Ferdinand&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Teco Apple.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/416071988" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 09 Oct 2008 19:19:28 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/931/Dancing_shoes</guid>
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            <title>Apple, acredite, ameaça fechar o iTunes</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/408648029/Apple__acredite__ameaca_fechar_o_iTunes</link>
            <description>Deu na revista Fortune. A Associação Norte-Americana de Editores Musicais entrou com um pedido junto ao Conselho de Royalties e Direitos Autorais nos Estados Unidos para aumentar a participação de US$ 0,09 para US$ 0,15 por faixa - um salto de 66% - nas vendas em lojas online. A determinação do conselho deve ser anunciada nesta quinta-feira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Apple então saiu à carga: disse que se nega a aumentar o valor de US$ 0,99 cobrado pelas canções e afirma que, se tiver que arcar com a diferença, passará a ter prejuízo, o que inviabilizaria o serviço. Ou seja, babau iTunes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo a reportagem da Fortune, a associação que representa as gravadoras argumenta que, graças à recusa da Apple em aumentar os preços, os lucros permanecem fracos mesmo com o crescimento do mercado de música digital. "A Apple pode vender músicas baratas para vender iPods, mas nós não ganhamos um centavo com a venda de iPods", disse à Fortune David Israelite, presidente da Associação Norte-Americana de Editores Musicais. Acontece que, segundo a Apple, na verdade, US$ 0,70 de cada venda do iTunes é passada para as gravadoras, que não ganham apenas com os royalties.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A empresa de consultoria Piper Jaffray estima que a loja da Apple venderá cerca de 2,4 bilhões de faixas até o fim de 2008, o que garantiria à companhia 85% do mercado. Com esse poder de fogo, parece mais certo que a Apple queira, com a ameaça de fechar o serviço, mostrar que vai jogar duro para manter seus lucros e continuar praticando um preço justo para os downloads.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É preciso ainda levar em conta que, devido à queda constante das vendas de CDs, as gravadoras precisam do iTunes para reverter em lucro, por menor que seja, a venda de músicas. Nesse modelo, uma mão lava a outra. A alternativa - de aumento de preço - deve jogar muitos consumidores novamente aos downloads ilegais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Technologizer.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/408648029" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 22:03:27 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/914/Apple__acredite__ameaca_fechar_o_iTunes</guid>
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            <title>Who´s Hu?</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/407901804/Who´s_Hu_</link>
            <description>Tirando a poeira do meu teclado:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed src="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/mediaplayer.swf" width="425" height="350" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="&amp;file=http%3A%2F%2Fbr.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DcfkIC8x4u28&amp;link=http%3A%2F%2Fbr.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DcfkIC8x4u28&amp;linkfromdisplay=true&amp;width=425&amp;height=350&amp;enablejs=true" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/407901804" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (João Anzolin)</author>
            <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 03:00:31 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/911/Who´s_Hu_</guid>
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            <title>Entrevistão - Montage</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/403139386/Entrevistao_-_Montage</link>
            <description>&lt;br/&gt;Quem for assistir ao show dos cearenses do Montage, sábado (27), no Skol Beats, pode esperar todo a androgenia, a bizarrice e o deboche que a apresentação da dupla Daniel Peixoto e Leco Jucá traz implícita. Mas espere também novidades! No estúdio há mais de um mês, o duo promete músicas novas, roupagem atual para faixas "clássicas" como "I trust my dealer", "Superdrug" e "Raio de fogo", além de mais apelo visual. E tudo no melhor estilo french-house. "O primeiro disco seguia mais a trilha do electro-clash de Nova Iorque, o que, para a época, fazia bastante sentido. Agora estamos nessa de tendência francesa...", diz, em entrevista para o .::musicness::., o vocalista Daniel Peixoto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele revelou que o disco novo, ainda sem nome, deve sair até dezembro, após a turnê européia da dupla. Outra diferença: as letras, agora, serão mais autobiográficas, refletindo o que Daniel - que será pai mês que vem - viveu nos últimos anos, como a mudança para São Paulo e a deportação de Londres no final do ano passado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Soube que vocês estavam gravando hoje...&lt;br/&gt;Estamos preparando disco novo. Já faz um mês e meio que estamos nos empenhando no estúdio. Inclusive, vamos mostrar algumas músicas novas no show de sábado no Skol Beats.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E como vocês estão planejando esse próximo disco? A banda deve seguir o electro-punk-glam do primeiro ou vocês pensam em trilhar algo diferente?&lt;br/&gt;Ah, esse trabalho vai ser muito diferente. Ele vai refletir o que eu e o Leco estamos ouvindo atualmente. O primeiro disco seguia mais a trilha do electro-clash de Nova Iorque, o que, para a época, fazia bastante sentido. Agora estamos nessa de tendência francesa...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pode-se esperar algo na trilha de Justice então...&lt;br/&gt;Exatamente. Estamos ouvindo muita coisa no estilo Ed Banger. Acho essa evolução natural. Mesmo as músicas antigas, ao vivo, foram repaginas para essa nova sonoridade. Nós fazemos música eletrônica, que é um gênero muito volátil. Por isso, acho que o músico precisa evoluir, senão ele vai soar datado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E quanto às letras? Você já disse em outras entrevistas que as músicas do primeiro disco não tinham muito de autobiográfico. Como será dessa vez?&lt;br/&gt;Esse álbum vai ser realmente uma invertida total no nosso trabalho. A maioria das novas músicas já está feita, estamos agora no processo de colocar as guitarras e a voz. E como sou eu que escrevo as letras, estou no meio de um grande desafio, já que desta vez está sendo o oposto do que compus antes: os temas, agora, são mais autobiográficos. Claro que o deboche e a temática da vida da noite continuam lá, mas vou falar também da vida pessoal, de Fortaleza e da mudança para São Paulo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para o pessoal aqui do sul é meio difícil associar Fortaleza com electro-rock ou até mesmo o glam. Como isso influencia o Montage?&lt;br/&gt;Sabe, isso é um fator que nos beneficia - e muito! Como somos do Ceará e tocamos uma música diferente do que esperam de nós, fugimos do óbvio e as pessoas dão maior importância para a gente. Se fôssemos uma banda de forró em São Paulo vinda de Fortaleza, certamente ninguém ira nos notar. Mas como somos uma banda de electro que faz música eletrônica vinda de Fortaleza, todos nos olham. É um elemento a mais que certamente ajudou a popularizar o Montage aqui em São Paulo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Todas as apresentações do Montage têm o ingrediente do bizarro, como a simulação de sexo, o mis en scene, ou isso depende do público? Como vai ser o show no Skol Beats?&lt;br/&gt;O show do Montage não muda. Até porque a apresentação e a maneira como nos comportamos no palco fazem parte do que a banda é, e as pessoas vão esperando isso. O que muda na verdade é a estrutura. É diferente tocar num clube para 350 pessoas e num palco como do Skol, com as luzes, o soundsystem, aquele monte de gente assistindo. E estamos preparando uma atração a mais para o Skol. Teremos uma VJ no palco com a gente, a Astronauta mecânico. Gravamos uma espécie de clipe para cada música para acompanhar. Vai ser uma apresentação bem visual, além de sonora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E aquele episódio no aeroporto de Londres, quando você foi deportado, já foi superado?&lt;br/&gt;Na verdade não houve um trauma para ser superado. O que houve foi um problema sério que já passou. Foi mais uma questão legal. E o que eu fiz? Recolhi um monte de material que saiu na imprensa aqui - a repercussão foi enorme! - gravei um DVD com as reportagens na TV e levei tudo na embaixada da Inglaterra. Aproveitei a popularidade que o caso tomou para ajudar a diminuir o preconceito com todo mundo que vai para lá. E para mim, a coisa foi resolvida. Já consegui visto para voltar no fim de outubro. E o mais incrível foi que o episódio nos abriu mais canais para apresentações por lá.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o caso chegou a influenciar as turnês internacionais?&lt;br/&gt;Quando começamos o Montage tínhamos um fogo de fazer logo uma carreira internacional. Mas depois disso, e com o sucesso no Brasil, acabou ficando em segundo plano. Mas no fim de outubro finalmente iremos para a Europa. Ainda estamos fechando o número de shows e não temos as datas certas. O certo é que dessa vez vamos entrar por Amsterdã (risos)! Além disso, estou esperando um filho em Fortaleza, que deve nascer bem nessa época. Só vou depois que ele nascer.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parabéns!&lt;br/&gt;Obrigado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E com tudo isso em mente, para quando podemos esperar o disco novo?&lt;br/&gt;Estamos gravando. O estúdio, inclusive, fomos nós que montamos. Estabelecemos como meta terminar as gravações até o dia 15 de outubro. Depois do Skol, não vamos nem mais viajar pelo Brasil. Depois da tour européia, vamos finalizar tudo e espero que até dezembro o disco esteja pronto para o lançamento virtual.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem está produzindo o álbum?&lt;br/&gt;É o Paulo, da Maximize Records, um selo de São Paulo especializado em e-music.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vocês já tocaram em diversos festivais de rock, como o Abril Pró-rock, por exemplo, e agora se apresentam no Skol Beats. Como é essa relação entre esses dois mundos, o rock e a eletrônica?&lt;br/&gt;Cara, por incrível que pareça, o Skol é apenas o segundo festival de música eletrônica que a gente vai participar. Todos os outros foram de rock. E sempre nos saímos bem. Considero o Montage uma banda de música eletrônica, mas compomos com métrica de rock, temos guitarras. Acho que o rock é uma coisa mais de atitude, postura, do que de sonoridade. Veja a Amy Winehouse. É considerada a roqueira número um em muitos lugares, e nem guitarra tem no show dela. Com a gente é parecido: é um show de rock sem bateria, mas com postura rock.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/403139386" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 25 Sep 2008 20:41:26 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/902/Entrevistao_-_Montage</guid>
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            <title>Subindo na vida</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/401878962/Subindo_na_vida</link>
            <description>&lt;br/&gt;Como a vida não anda fácil para ninguém e na Inglaterra não existe Bolsa Família, o ex-punk e ex-ídolo de gerações John Lydon resolveu que irá fazer a próxima campanha da marca de manteiga Country Life. Hã?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo um jornal inglês, ele foi escolhido por ser um "ícone" da terra da Rainha, assim como a tradicional marca de laticínio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, se o povo já estava achando estranho as propagandas da Microsoft com o Jerry Seinfeld, imagina neguinho tentando bolar anúncio de manteiga com um garoto propaganda que carrega a alcunha de Johnny Rotten.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via NME.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/401878962" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Wed, 24 Sep 2008 14:39:21 +0300</pubDate>
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            <title>Será por causa do marketing?</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/400108999/Sera_por_causa_do_marketing_</link>
            <description>&lt;br/&gt;As pessoas esquecem que para chegar a esse nível - os aviões e champanhe - vocês precisaram começar de baixo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa é a coisa engraçada sobre essa história toda do Napster. Nove entre dez pessoas dizem "O que foi aquilo? Era sobre o dinheiro". Que se fodam essas pessoas. Não era sobre o dinheiro. Era sobre o controle. Nós estávamos comendo pratos de saladas de U$ 2,99 no Burger King no outono de 83. O dinheiro não importava. Dinheiro era um elemento prático. Não tinha nada atrelado a isso. Em 2008, não é um assunto sobre o qual nos sentemos e tenhamos longas conversas. Não é nada como "Como está o banco? Quanto dinheiro estamos fazendo?". Não tenho ligação emocional com o dinheiro. E, de repente, eu me tornei o ganancioso baterista dinamarquês por causa dessa história do Napster.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dar as coisas de graça? Sem problema. A internet? Nenhum problema [O Metallica vende shows recentes no site da banda e oferece quase duas dúzias de concertos clássicos de seus arquivos de graça]. Mas quem toma essa decisão? Nós tomamos essa decisão. Eu darei todas as minhas porcarias de graça. Mas quando, onde e como eu decidir.&lt;br/&gt;O baterista do Metallica Lars Ulrich em entrevista à Rolling Stone americana mostra que ainda tem muita mágoa guardada sobre a polêmica que a banda se envolveu quando processou o Napster e bloqueou o acesso dos fãs às suas faixas, em 2001. Note que quem trouxe o assunto à tona durante a conversa foi o músico (o Metallica, inclusive, disse que agora só concede entrevistas se o tema pirataria não estiver na pauta).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para muita gente, até hoje, a banda deu um tiro no pé quando iniciou a ação contra o Napster. O episódio deu projeção ao criador da ferramenta, Shawn Fanning, na época de apenas 19 anos, e rendeu um tremendo marketing negativo ao Metallica. Ulrich se ressente mais da coisa toda por ter aparecido como porta voz da banda contra a pirataria durante anos e ter seu nome ligado à RIAA até hoje.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se realmente o que incomodava era a grana ou não, é difícil saber. Mas que o músico mudou de opinião, não há dúvidas. Na época, suas afirmações sobre o assunto eram sempre bem pesadas (alguns diriam conservadoras demais para uma banda que fez fama por ser anti- establishment). Atualmente, Ulrich declara coisas como preferir ser uma banda independente das majors.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É bom deixar claro, contudo, que o cara tem todo o direito de reanalisar o que pensa. Aliás, o Metallica adora mostrar que mudou: já disponibilizou seu catálogo baratinho no próprio Napster e no iTunes, não demoniza mais os fãs (esse sim, talvez o maior pecado da trupe na história toda), e participa ativamente de iniciativas de desenvolver novos modelos para venda na internet (permitiram, por exemplo, que seu novo disco, Death magnetic, possa ser adquirido para ser jogado no Guitar Hero, além de já terem sido escalados como a próxima banda a ganhar um título próprio da franquia).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;*****&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas que o disco novo é ruinzinho, isso ele é.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foto: Dariusz Lachowicz/wikimedia&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/400108999" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Mon, 22 Sep 2008 19:09:17 +0300</pubDate>
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            <title>Festival de electro-rock em Curitiba</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/397461855/Festival_de_electro-rock_em_Curitiba</link>
            <description>Amanhã (20), tem arrasta pé responsa na capital paranaense promovido pelos núcleos festivos Porn e Fine Line. No line-up, além do Database, a cantora/produtora/DJ curitibana Jô Mistinguett. A festa, aliás, é uma "despedida" da moça, que segue em tour européia (que chic!) por nada menos que 40 dias. Batizada de 1º. Festival Electro-Rock de Curitiba, a festa acontece no Jokers Pub Café e, segundo a produção, não tem hora para acabar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lives&lt;br/&gt;MOTTORAMA (Santa Catarina - www.myspace.com/mottorama)&lt;br/&gt;SUPERPOSE (Santa Catarina - www.myspace.com/superpose)&lt;br/&gt;MISTINGUETT LIVE (Paraná - www.myspace.com/jomistinguett)&lt;br/&gt;DATABASE (Smartbiz São Paulo - www.myspace.com/databasetrax) &lt;br/&gt;DISCOBOT (Santa Catarina - www.myspace.com/discobotishot)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Discotecagens&lt;br/&gt;Marina Lang (Electro on the Rocks, 91 Rock)&lt;br/&gt;Manolo Neto (Strike a Pose)&lt;br/&gt;Radio Beat Rock (Porn DJs)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Preços&lt;br/&gt;Mulher FREE até 00h; com flyer até 01h, R$ 10; após 01h, R$ 15&lt;br/&gt;Homem até 00h, com flyer R$ 10; sem flyer R$ 20&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Local&lt;br/&gt;Jokers Pub Café&lt;br/&gt;Rua São Francisco, 164 - Centro - Curitiba (PR)&lt;br/&gt;(41) 3013 5164&lt;br/&gt;http://www.jokers.com.br&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/397461855" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Fri, 19 Sep 2008 18:06:26 +0300</pubDate>
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            <title>Capas de discos feitas de Lego</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/394352591/Capas_de_discos_feitas_de_Lego</link>
            <description>G E N I A L ! ! !&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Boing Boing.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/394352591" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Tue, 16 Sep 2008 15:15:11 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/880/Capas_de_discos_feitas_de_Lego</guid>
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            <title>Novo vídeo do Bloc Party - "Talons" </title>
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            <description>Ainda estou tentando digerir o disco Intimacy, lançado às pressas pelo Blocparty há algumas semanas. Até agora, achei quase no mesmo nível (fraco) do A Weekend In The City. Mas, felizmente, parece que a banda tem mais bala na agulha. Hoje liberaram o clipe da faixa "Talons", o novo single a ser lançado. Gravada durante as sessões de Intimacy, a música segue a idéia do álbum em fazer faixas dançantes. Mas "Talons" tem mais guitarras e mais vibração. Gostei. Dance-rock menos afetado que as demais faixas do álbum, mas mantendo as confissões de Kele Okereke: "I have been arrogant, I have been wicked."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/389050992" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:47:11 +0300</pubDate>
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            <title>Porrada no Noel</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/387908351/Porrada_no_Noel</link>
            <description>Fim de semana passado. Festival da Virgin, em Toronto. Oasis começa a tocar "Morning Glory", doidão sobe no palco e dá um tranco dos bons no Noel Gallagher, mandando o guitarrista pra galera. Certeza que tem um monte de gente aí que queria ter feito o mesmo. Mas o bonito é ver a pose de "lutador" do Liam.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Voltamos à programação normal.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/387908351" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Sep 2008 18:42:40 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/873/Porrada_no_Noel</guid>
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            <title>Groove Channel e AIMEC fazem aniversário</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/378957382/Groove_Channel_e_AIMEC_fazem_aniversario</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Há 4 anos atrás Curitiba ainda não dispunha de nenhum curso de formação para novos DJs ou produtores de música eletrônica. Devido a essa necessidade surgiu a Academia Internacional de Música Eletrônica de Curitiba (AIMEC). Fundada pelo coletivo de DJs Big Fish (Rafael Araújo, Ilan e Rafael Gadotti) junto com o DJ Leozinho, o staff foi acrescido de vários DJs locais, dentre os quais este que vos escreve. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em apenas 4 anos formamos uma nova geração de DJs e produtores de música eletrônica talentosos que estão aí mostrando novos sons em toda a região Sul (incluindo aí também gente de outras regiões do Brasil). Desde 2004 houve uma significativa mudança tanto no cenário de clubes e raves aqui e em todo o Brasil e nós nos orgulhamos de haver contribuído para o amadurecimento de muita gente veio entender o que é a magia dos decks e da produção musical. Atualmente a escola conta com filiais em Campinas (SP) e Balneário Camboriú (PR).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um ano após a criação da AIMEC veio juntar forças a web-rádio criada pelo DJ Sandro Horta, o Groove Channel, que com o novo espaço físico transformou-se na primeira web-tv no Brasil dedicada exclusivamente à música eletrônica.  Passados 3 anos, já tocaram alí  mais de 1000 DJs, que além de sets também participam de debates e entrevistas ao vivo. "O Groove Channel abre portas para os DJs mostrarem seus trabalhos, para o intercâmbio e aperfeiçoamento. Além dos próprios sets, entrevistas aprofundam mais a buscar por divulgar o trabalho de cada artista" diz o DJ Ilan, hoje o principal coordenador da parceria Groove Channel-AIMEC. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E é claro que, por se tratar aniversários, tem festa rolando no fim de semana: neste sábado (31/08) a AIMEC comemora seus 4 anos no Eon Club com participação especial do live p.a.  M.I.K.E. A/V, dos produtores e DJs Ilan e Mateus B junto com o VJ Jim (FOTO) que com ajuda de tecnologia wi-fi, promete criar novas interações com o público.  Já no domingo (01/09) o Groove Channel comemora seus 3 anos no Yankee American Bar onde o destaque é o live p.a. indie-electro de Jô Mistinguett. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E então, vamos apagar as velinhas juntos? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foto: Naideron Júnior / Gazeta do Povo&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/378957382" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Raul Aguilera)</author>
            <pubDate>Sat, 30 Aug 2008 01:25:40 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/863/Groove_Channel_e_AIMEC_fazem_aniversario</guid>
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        <item>
            <title>Tribaltech reúne 16 mil pessoas em Curitiba</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/377326165/Tribaltech_reune_16_mil_pessoas_em_Curitiba</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com organização irreprensível e animação geral, deu-se a aguardada edição anual da festa Tribaltech na fazenda Heimari em Curitiba. Organizada pela T2 Eventos do DJ Jejê (que também organiza as edições locais das XXXperience e Tribe) a festa já tem um ótimo histórico desde que foi organizada pela primeira vez em 2005. Esta foi a quarta edição, que bateu os recordes de público para festas eletrônicas no Paraná.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ano passado já tínhamos dado um review aqui no blog  e, com uma bem azeitada máquina de marketing, a festa criou grande expectativa. As principais atrações foram Wrecked Machines, Dimitri Nakov, Headroom e X-Dream na ala do psy trance, enquanto que Anthony Rother, Audiojack, Oliver Klein, Boris Brejcha, Trick &amp; Kubic e Gui Boratto fizeram as vezes da ala house/techno/electro. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Praticamente um mini-festival, a TT este ano teve um grande palco (Main Stage) na área geral e duas tendas - Lado B e DJ Mag - na área Backstage. O line-up das duas tendas tinha atrações locais e nacionais em sua maioria, com Gui Boratto, Fabrício Peçanha e Gabe como headliners. Começou às 10h do sábado e encerrou às 06h do domingo (24/08) totalizando assim 18 horas de agito.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O palco principal teve dois momentos diferentes: durante o dia e até às 10 da noite apresentaram-se os projetos de Psy Trance, a maioria live p.as. Com uma apresentação bastante energética, o agora "clássico" projeto de tech-trance X-Dream (da dupla de alemães Marcus Christian Maichel e Jan Müller), teve como destaque uma vocalista (Ariel) que mandou bem na presença de palco. Ficou claro pra mim (que não sou chegado e nem entendo muito de trance psicodélico) que eles sabem muito bem o que estão fazendo. Afinal o projeto X-Dream tem 18 (!) anos de estrada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na sequência Anthony Rother (foto) entrou com sua parafernália de synths, sequenciadores e bateria eletrônica, e como bem observado por um colega, nenhum laptop ou computador à vista. Interessante. Como era de se esperar, o produtor alemão fez uma boa apresentação ao vivo onde alternou momentos da batida reta do techno com os breaks do electro-techno. Via-se no rosto de alguns da multidão que não sabiam do que se tratava e alguns claramente entediados (Curitiba, na geral, não é muito chegada às batidas quebradas), mas vários fãs e frequentadores mais antigos da noite se deleitavam no gargarejo. E alguns ainda se acabando nos baixos gordíssimos que saíam do sound system poderoso do Main Stage. Pra ficar surdo e com as pernas bambas. Rother abriu o show com "Back Home" e encerrou 1h20m depois com o hit "Father". &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro momento aguardado foi de Gui Boratto na tenda DJ Mag. Devidamente preparada pela DJ Aninha a tenda foi se enchendo até atingir a capacidade máxima no horário do autor de "Beautiful Life", que estava escrito num estandarte gigante carregado no meio do público. Como esperado, ele encerrou seu apresentação ao vivo com essa música. Gritos de euforia e aplausos encerraram este show.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na avaliação geral, esta foi uma das melhores festas ao ar livre já realizadas em Curitiba. Ajudou o tempo nublado, porém estável durante o dia, o local (um descampado com grama e um pequeno bosque perto da Serra do Mar, com fácil acesso pela rodovia BR- 277) onde já vem acontecendo várias festas open airs. À noite quando se acenderam todas as luzes do palco e os leds do sistema de luzes no meio do público a festa adquiriu um clima diferente do dia. Ponto também para  a grande diversidade de público, notava-se claramente que haviam pessoas de todas as classes sociais, sexuais e estilos musicais. Pessoas fantasiadas, pára-quedistas, freaks e descamisados circulavam pela imensa área tanto do Main Stage como do Back Stage o tempo inteiro. O único senão foi o vento gelado que soprou à noite, mas isso lá intimida curitibano? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Trick &amp; Kubic no Main Stage&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fotos: Raul Aguilera&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/377326165" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Raul Aguilera)</author>
            <pubDate>Thu, 28 Aug 2008 16:52:40 +0300</pubDate>
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            <title>Músicas que não agüentamos mais ouvir (em qualquer versão)</title>
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            <description>&lt;br/&gt;Estar numa cabine de som tocando em um clube ou pista cheios intimida a maior parte das pessoas que se deparam pela primeira vez com um setup cheio de botões e luzes. Além disso, tem as dezenas ou centenas de rostos que fitam vidrados cada movimento que o DJ faz.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas existem aqueles profissionais dos decks que já se acostumaram com isso. Ou que na verdade, adoram estar nessa situação, em que o poder de seduzir uma massa de pessoas vira uma espécie de estimulante poderoso. É mais ou menos igual o que experimenta uma banda de sucesso num palco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E é na hora em que uma faixa entra na seqüência da outra que podemos descobrir muito da personalidade e da cultura musical de quem está conduzindo o público. Esse pode ser um momento de total empolgação ou de puro coitus interruptus.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Neste último caso existem alguns DJs em que por falta de imaginação, criatividade, preguiça, desinformação ou tudo isso junto, manda aquele hit que a gente viu nascer, crescer, morrer, renascer como zumbi, deteriorar-se até se tornar um fantasma que nos assombra por anos. Todo mundo com aqueles sapatos gastos nas pistas entende isso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Até a molecada de 15 anos já provou da sensação de dejá vu que essas músicas causam na hora em que a viagem musical flui causando deleite na mente distraída do(a) dançarino(a) e de repente... lá vem aquela música manjada em sua 7.ª versão desde que foi lançada há cinco, dez anos atrás.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E que músicas seriam essas? O .::musicness::. fez uma listagem rápida de algumas dessas famigeradas faixas que não agüentamos mais ouvir em nenhuma versão e pede: será que elas não podiam ser esquecidas por, pelo menos, uns 30 anos?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Eurythmics - "Sweet dreams"&lt;br/&gt;- Depeche Mode - "Enjoy the silence"&lt;br/&gt;- Donna Summer - "I feel love"&lt;br/&gt;- Lorenna McKennit - "The Silence"&lt;br/&gt;- Underworld - "Born Slippy" (imbatível!)&lt;br/&gt;- Jaydee - "Plastic Dreams"&lt;br/&gt;- Fragma - "Toca's Miracle"&lt;br/&gt;- White Stripes - "Seven Nation Army"&lt;br/&gt;- Blur - "Song 2"&lt;br/&gt;- New Order - Qualquer uma delas&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;------&lt;br/&gt;Íamos incluir ainda "Hey Boy Hey Girl", do Chemical Brothers, mas aí o Soulwax aparece com esse remix aí abaixo que, definitivamente, mostra como se faz para repaginar um antigo clássico indigesto (o link da faixa é via Popload, do Lúcio Ribeiro).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Chemical Brothers - "Hey Boy, Hey Girl (Soulwax Remix)"&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer1" height="24" width="290" class="spacer2" style="display:block;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=1&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=http://igpop.ig.com.br/upload/20080819/19095337.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PS - Esse post surgiu por iniciativa do co-autor do blog, Raul Aguilera, que redigiu quase todo o texto (especialmente as partes que falam da excitação em comandar as pick-ups). Mas depois de um papo de bar entre ele, eu e o outro co-autor, o João Anzolin, entraram, claro, alguns pitacos nossos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foto: William bigChill&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/375484447" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Tue, 26 Aug 2008 18:56:22 +0300</pubDate>
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            <title>Cobrança de conveniência para show da Madonna é indevida</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/370983692/Cobranca_de_conveniencia_para_show_da_Madonna_e_indevida</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesse eu não vou nem de graça, mas segundo reportagem do jornal Gazeta do Povo, a cobrança da taxa de conveniência de 20% sobre o ingresso comprado pela Internet e call center para os shows da Madonna no Brasil, feita pela empresa Time 4 Fun, é indevida. De acordo com o diretor de fiscalização do Procon-SP Paulo Arthur Góes, "o valor é absurdo":&lt;br/&gt;"Não importa se eu vou sentar no camarote ou se eu vou de pista, a conveniência é uma só".&lt;br/&gt;Góes indica que as pessoas interessadas em comprar o ingresso entrem em contato com o Procon (no Paraná, o telefone é 0800-41-1512) para formalizar a denúncia. Após o procedimento, a empresa será fiscalizada e pode ser multada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mais, aqui.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/370983692" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 21 Aug 2008 14:35:03 +0300</pubDate>
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            <title>Justiça proibe eventos na Pedreira Paulo Leminski</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/368465142/Justica_proibe_eventos_na_Pedreira_Paulo_Leminski</link>
            <description>&lt;br/&gt;A lebre foi levantada pelo amigo Luigi Poniwass, repórter e blogueiro do jornal Gazeta do Povo e, como muita coisa que anda acontecendo em Curitiba, passou despercebido pela maioria das pessoas, inclusive pelos interessados do setor, como produtores e agitadores culturais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Pedreira Paulo Leminski, que já foi palco de shows fodásticos (até Sir Paul Mccartney passou e se encantou com o local), teve a realização de shows e eventos proibida pela 4.ª Vara da Fazenda, que acatou uma solicitação do Ministério Público.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O MP ingressou com uma ação civil pública atendendo aos pedidos dos moradores da região - que reclamavam do barulho e da desordem durante os eventos - e conseguiu uma liminar no fim de abril com a proibição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Prefeitura, responsável pelo local, já entendia que os shows na Pedreira deveriam seguir até, no máximo, às 22h. Quem não cumpria horário era multado. Porém, isso não foi o bastante para convencer o zeloso MP, que, personificando a aura policialesca que assola o Brasil, insistiu na ação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tentei levantar até que ponto a proibição pode ter interferido na não realização da perna curitibana do Tim Festival esse ano após duas edições consecutivas, mas as pessoas da organização com quem falei não sabiam responder. Mas onde há fumaça...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para quem não é da cidade, a Pedreira é um lugar incrível para se assistir a um show. Aliás, é o único lugar central para grandes espetáculos na cidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por lá passaram recentemente Pixies, Pearl Jam, o povo do Tim (Killers, Arctic Monkeys, Beastie Boys, Bjork...), Iron Maiden. No começo da década, a Pedreira já havia sofrido restrições do Corpo de Bombeiros devido à escassez de saídas em caso de emergência, e teve o público máximo reduzido para 30 mil pessoas (há quem diga que em 1994, num show que reuniu Ramones e Sepultura, o público beirou os 100 mil espectadores).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No blog do Luigi é possível incluir seu nome em um abaixo assinado para a liberação do local. Como a decisão é liminar, pode ser que ajude na decisão da Justiça.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foto do show da Bjork na Tim Festival de 2007, por Joel Rocha (Divulgação TIM).&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/368465142" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Mon, 18 Aug 2008 21:35:39 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/844/Justica_proibe_eventos_na_Pedreira_Paulo_Leminski</guid>
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        <item>
            <title>As 10 músicas favoritas de Obama e McCain</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/364185817/As_10_musicas_favoritas_de_Obama_e_McCain</link>
            <description>&lt;br/&gt;Como as campanhas no Brasil estão muito chatas, vamos de eleições norte-americanas, sempre muito mais apetitosas. E quando o assunto é música, a única coisa em que Barack Obama e John McCain concordam é sobre Frank Sinatra, como mostra a revista Blender, que divulgou a lista com as dez músicas prediletas dos dois postulantes ao cargo de "homem mais poderoso da Terra". Contudo, os candidatos apontaram faixas diferentes do mais ilustre integrante do Rat Pack: "You'd Be So Easy To Love", pelo lado democrata, e "I've Got You Under My Skin", pelo lado republicano (eu iria de "Fly Me To The Moon").&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A música predileta de Obama apontada pela Blender é "Ready Or Not", do Fugees. Já a de McCain (sem sacanagem) é "Dancing Queen", do ABBA. Aliás, os suecos aparecem também em terceiro na lista do republicano, com "Take a Chance On Me". Mas o cara até que acertou em algumas escolhas, como Beach Boys e Neil Diamond. Obama é certamente mais pop. Disse ter entre suas preferidas Rolling Stones, U2 e até Kanye West. E isso parece ser uma via de duas mãos: o democrata conta com a predileção de gente do showbizz musical como P Diddy, Bruce Springsteen, Stevie Wonder, Jeff Tweedy (do Wilco), Will Smith, e até os caras do Arcade Fire, que são canadenses, mas gostam de se meter nesse tipo de coisa (tem uma lista de apoiadores aqui).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E a escolha dos dois candidatos por Frank Sinatra é emblemática. O cantor tem história na política norte-americana nos dois partidos. Foi um aberto defensor democrata até o final dos anos 60, quando então mudou de lado. Após a 2.ª Guerra, apoiou grupos de esquerda - que nos anos 50 foram investigados pelo Macarthismo - e lutou abertamente contra o racismo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sua "virada política" começou em 1962, quando o então presidente John Kennedy anunciou que iria passar o fim de semana da Páscoa na casa de Sinatra em Palm Springs. Porém, Robert Kennedy, irmão do presidente e Procurador Geral dos EUA, estava em guerra contra o crime organizado. Um de seus alvos era o chefão da máfia Sam Giancana, que foi um dos apoiadores de Sinatra no início da carreira e que havia sido hóspede pouco tempo antes na casa do cantor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aconselhado pelo irmão, Kennedy declinou da visita e preferiu ficar na casa do cantor Bing Crosby. Sinatra, que via Crosby como um rival e que havia gastado uma pequena fortuna para reformar a casa para a visita, ficou possesso e começou a cortar relações com o partido, ao qual sempre doou dinheiro. Virou tão republicano que chegou a contribuir com U$ 4 milhões para a campanha de Ronald Reagan para a presidência em 1980.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Oriundo de uma época em que valia a pena ser audaz, Sinatra dizia, no fim da vida, que concordava com a maioria dos pontos de vista políticos dos republicanos, exceto o aborto.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os dez mais de Barack Obama:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fugees - "Ready Or Not"&lt;br/&gt;Marvin Gaye - "What's Going On"&lt;br/&gt;Bruce Springsteen - "I'm On Fire"&lt;br/&gt;The Rolling Stones - "Gimme Shelter"&lt;br/&gt;Nina Simone - "Sinnerman"&lt;br/&gt;Kanye West - "Touch The Sky"&lt;br/&gt;Frank Sinatra - "You'd Be So Easy To Love"&lt;br/&gt;Aretha Franklin - "Think"&lt;br/&gt;U2 - "City of Blinding Lights"&lt;br/&gt;William - "Yes We Can"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Top Tem de John McCain:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;ABBA - "Dancing Queen"&lt;br/&gt;Roy Orbison - "Blue Bayou"&lt;br/&gt;ABBA - "Take A Chance On Me"&lt;br/&gt;Merle Haggard - "If We Make It Through December"&lt;br/&gt;Dooley Wilson - "As Time Goes By"&lt;br/&gt;The Beach Boys - "Good Vibrations"&lt;br/&gt;Louis Armstrong - "What A Wonderful World"&lt;br/&gt;Frank Sinatra - "I've Got You Under My Skin"&lt;br/&gt;Neil Diamond - "Sweet Caroline"&lt;br/&gt;The Platters - "Smoke Gets In Your Eyes"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Gigwise.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/364185817" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Wed, 13 Aug 2008 19:58:40 +0300</pubDate>
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        <item>
            <title>CSS remixa Bloc Party</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/363134309/CSS_remixa_Bloc_Party</link>
            <description>O novo single do Bloc Party, "Mercury", sai hoje na Inglaterra (os EUA terão apenas a versão digital). Já o restante do planeta vai ouvir através dos meios normais de se conseguir essas faixas. O lado B traz dois remixes: um do Flosstradamus (?) e outro do CSS. Algum figura usou a versão do Cansei no Audiosurf, e o resultado você confere abaixo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/363134309" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Tue, 12 Aug 2008 17:34:11 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/835/CSS_remixa_Bloc_Party</guid>
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            <title>Ladytron - Runaway</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/358815145/Ladytron_-_Runaway</link>
            <description>Clipizinho irado do Ladytron, todo estiloso, cheio de listrinhas de zebra. A música é do disco da banda lançado este ano, Velocifero.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ladytron-Runaway (Myspace Exclusive)&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/358815145" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 07 Aug 2008 21:25:20 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/826/Ladytron_-_Runaway</guid>
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            <title>James Murphy e Pat Mahoney voltam ao Brasil em outubro</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/357461428/James_Murphy_e_Pat_Mahoney_voltam_ao_Brasil_em_outubro</link>
            <description>James Murphy e Pat Mahoney voltam ao Brasil em outubro. Eba! O líder e o baterista do LCD Soundsystem se apresentam no Rio de Janeiro no dia 3. A gig faz parte da tour mundial da dupla como DJs, batizada de "three month Special Disco Version".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"As pessoas ouvem a palavra ‘disco' e pensam em calças boca de sino e That'70s Show. Não, não, não. Queremos mostrar que a disco é o tipo de música que realmente liberta quem sabe aonde ir. O Special Disco Version é o ‘You Should Be Dancin' do The Bee Gees. Não a original, mas sim, o release dub nunca lançado. Esse é o real deal. [essa expressão fica melhor sem tradução]", diz James Murphy no release mandado para a imprensa gringa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo o texto, dia 3 é a única data agendada para o Brasil. O release não traz informações do local. Alguém sabe de mais detalhes?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Stereogum.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;UPDATE: Então, como o pessoal solucionou ali nos comentários, a festa será dia 3 de outubro mesmo, mas não no Rio como fala o Stereogum, mas em São Paulo, na festa de 3 anos do Vegas. Eu que não havia ligado as festas e as datas. Sorry! Mais infos, aqui.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/357461428" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Wed, 06 Aug 2008 14:16:43 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/824/James_Murphy_e_Pat_Mahoney_voltam_ao_Brasil_em_outubro</guid>
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            <title>NME decreta: EUA são cool de novo</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/353054155/NME_decreta__EUA_sao_cool_de_novo</link>
            <description>&lt;br/&gt;Para os ingleses, depois do grunge, os EUA deixaram de ser cool. Hum, ok. Só que agora a icônica revista NME deixou de olhar para o próprio umbigo e decreta, em sua nova edição, que está rolando o "renascimento da cena musical norte-americana".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na capa, traz uma foto dos moleques do Vampire Weekend com o título "We Love USA". O semanário lista ainda as 25 bandas/artistas que estão fazendo a terra de Barack Obama ser cool de novo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alex Miller, editor de novas bandas da NME explica:&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;"Atualmente mal se passa um dia sem que eu cruze com uma nova banda genial vinda dos EUA. Enquanto a cena arte do Brooklynou os punks de LA mantêm o underground fascinante, a ambição incessante de Lil Wayne e do Kings Of Leon estão fazendo com que os Chilli Peppers e Fiddy Cent se transformem em clichês redundantes do mainstream. Se ao menos não fosse tão difícil de conseguir um Green card!"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Olhando para a lista dá para ver que um monte das bandas já estão por aí faz algum tempo, como o TV On The Radio ou o The Hold Steady. Outros fazem parte da onda "new rapper", como o incensado Lil Wayne (particularmente, acho esses caras um saco). Alguns são novidades mesmo. Já outros são escolhas bem questináveis da NME. Grace Jones? Credo...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;01 Vampire Weekend&lt;br/&gt;02 Lil Wayne&lt;br/&gt;03 Glass Candy&lt;br/&gt;04 Kings Of Leon&lt;br/&gt;05 MGMT&lt;br/&gt;06 Spank Rock&lt;br/&gt;07 TV On The Radio&lt;br/&gt;08 Boy Crisis&lt;br/&gt;09 Black Kids&lt;br/&gt;10 Holy Ghost Revival&lt;br/&gt;11 The Hold Steady&lt;br/&gt;12 Fleet Foxes&lt;br/&gt;13 Amazing Baby&lt;br/&gt;14 Jay Reatard&lt;br/&gt;15 HEALTH&lt;br/&gt;16 The Cool Kids&lt;br/&gt;17 Black Lips&lt;br/&gt;18 Yo Majesty&lt;br/&gt;19 White Denim&lt;br/&gt;20 Telepathe&lt;br/&gt;21 Iglu and Hartly&lt;br/&gt;22 Chester French&lt;br/&gt;23 Girl Talk&lt;br/&gt;24 TheDeathSet&lt;br/&gt;25 Grace Jones&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Stereogum.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/353054155" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Fri, 01 Aug 2008 21:46:56 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/819/NME_decreta__EUA_sao_cool_de_novo</guid>
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            <title>Columbia Records diz: "gravadoras são obsoletas"</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/351834804/Columbia_Records_diz__gravadoras_sao_obsoletas</link>
            <description>Esse post vem do Meio Bit, com direito a algumas mudanças.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tá ligado no AdSense? É o sistema do Google que exibe anúncios relacionados ao conteúdo dos sites onde está instalado e que paga sempre que os visitantes clicam nesses anúncios.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois bem. O pessoal da Columbia Records resolveu fazer um troco (ouvi falar que venda de CDs não dá mais dinheiro) e estava usando o AdSense (na verdade o AdWords) em seu site.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com uma deixa dessas, não demorou para alguém tirar um sarro. Bruce Houghton, blogueiro (ê raça!) responsável pelo Hypebot - sobre música digital que costuma tratar de assuntos relacionado à indústria -, sabe que os anúncios do AdSense são publicados via leilão. Quem paga mais, leva o espaço. E, por mais estranho que pareça, ninguém quer anunciar na Columbia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com uma conta no AdWords, Houghton agendou uma campanha no site da major. O cara não queria que ninguém clicasse. Queria apenas passar a seguinte mensagem:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Major Labels Are Obsolete&lt;br/&gt;R.I.P. or learn and thrive.&lt;br/&gt;Music. Tech. The New Music Business&lt;br/&gt;Hypebot.com&lt;br/&gt;O anúncio, até ontem, havia sido exibido 6.417 vezes. Quatro pessoas clicaram. Bruce gastou US$3,37 por essas impressões direto no site do "inimigo".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A sacanagem durou três dias e, por fim, a Columbia percebeu. Mas ao invés de usarem filtros do AdSense para bloquear o anúncio do blogueiro, simplesmente tiraram todos os anúncios do site, que exibe agora vários espaços em branco. Enfim, ajudaram Houghton a confirmar seus argumentos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Alley Insider&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/351834804" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 31 Jul 2008 18:53:39 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/817/Columbia_Records_diz__gravadoras_sao_obsoletas</guid>
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            <title>Vem aí a Ourgang FM!</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/345019104/Vem_ai_a_Ourgang_FM_</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Yo! Sábado tem festa na Vibe para "inaugurar" a página do Myspace e a página oficial do Ourgang FM - banda do amigo André Sakr juntamente com o DJ e vocalista Alec Bang e com o baixista Tile Douglas (os três "marrentos" em pose de Beastie Boys da foto acima). Para os não iniciados, eles fizeram parte da ESS, uma das bandas paranaenses de maior "rodagem" no cenário independente nacional.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Ourgang fez apenas um show para definir a formação (foi na Digital Rock, em outubro do ano passado). Agora, depois de quase um ano de produção silenciosa, a banda jura que tem uma coleção de músicas, de onde extraiu 13 faixas, que começam a ser lançadas a partir de 26/07, de forma gratuita, sempre pela internet.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O som? Eu vi o show e já ouvi uma demo, mas deixo a definição pro André, dono da bagaça:&lt;br/&gt;"Pop pra dançar. É musica eletrônica, mas com arranjo, melodia, tocada com instrumentos de verdade. Vai da levada oitentista ao New Romantic, tem muitos elementos e timbragem analógica agora que conseguimos comprar uns sintetizadores de verdade lá fora. As primeiras músicas foram feitas somente no computador. Vai ser bacana perceber essa diferença."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sobre a estética da banda:&lt;br/&gt;"O foco é no som. Quando houver estrutura pra montar tudo que queremos, é claro que vamos montar. Mas se precisar tocar no chão sem nada a gente toca e se diverte a valer também. A Banzai [produtora] sacou logo de início o conceito e comprou a idéia. Eles estão produzindo os vídeos e sempre ajudam a dar alguns rumos na produção."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Diferença da discotecagem e do ao vivo:&lt;br/&gt;"Na discotecagem a gente separa um monte de clássicos, bases novas e idéias que temos de remixes, levamos tudo em CDR e vinil junto com um sintetizador, microfones e um laptop com algumas coisas nossas. Assim a gente molda a pista de acordo com o clima na hora e consegue dar uma cara de set de radio ao vivo. Fica bem dinâmico e o público assimila bem. Ao vivo é banda mesmo. Bateria acústica, baixo, guitarra, sintetizadores, vocais. Tem bases do live rodando junto, tem bem mais peso e interação. Os sets são legais, mas o que a gente gosta mesmo é tocar ao vivo."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para o segundo semestre, estão previsto o lançamento de um video-clipe e de um single. O vídeo será produzido em stop-motion (quadro a quadro) a partir de pinturas de rua realizadas umas sobre as outras, com direção e produção do Antenado Crew da Banzai Studio. O single, "Eddie Murphy", virá acompanhado de remixes do prodígio curitibano Boss in Drama e de outros convidados especiais. A agenda da banda já aponta para shows em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis, Brasília e Porto Alegre.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Festa&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sábado (26/07), a Vibe recebe o projeto Rockindahouse (do amigo e co-blogueiro Raul Aguilera), com o DJ ZEGON e seu internacional projeto N.A.S.A. Ele tem a missão de preparar o público para o Ourgang FM. Estendem a pista até o dia raiar os DJs e mentores da festa Raul Aguilera e Digão Underdog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lista (válida até 02h00) : rockindahouseparty@gmail.com&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foto: Márcia Bley&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/345019104" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 24 Jul 2008 21:12:53 +0300</pubDate>
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            <title>Fitas cassete continuam um bom negócio... nas cadeias!</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/343894499/Fitas_cassete_continuam_um_bom_negocio____nas_cadeias_</link>
            <description>&lt;br/&gt;Tenho cá comigo, e a maioria das pessoas deve concordar, que a fita cassete está morta. Conheço uma pá de nego de que prega o lirismo e a pureza dos vinis, mas nunca vi nostálgico pelas velhas Basf. A maioria da molecada que freqüenta as festas por aí certamente nunca nem ouviu faixa chiada do Information Society no toca-fitas do carro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, veja você, o obsoleto formato ainda faz sucesso entre um público bem específico: os presidiários norte-americanos. "Cinco anos atrás as pessoas pensavam que eu estava maluco quando investi toneladas de dinheiro em fitas analógicas pré-gravadas", contou ao NY Times Bob Paris, dono da Pack Central, em Los Angeles, serviço dedicado a vender, via correio, fitas cassete. O cara vende cerca de um milhão de dólares por ano para sua clientela "cativa".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 2007, os EUA tinham a maior população carcerária do mundo, com cerca de 2,3 milhões de prisioneiros. E acontece que a maioria das prisões no país não permite que o os presos tenham CDs, os quais podem ser quebrados facilmente e transformados em armas. Aí entra as fitas de Bob Paris, que representam 60% de suas vendas (o restante é em CDs mesmo). Tem ainda um detalhe: os parafusos das fitas também não são permitidos nas cadeias, então o cara remove MANUALMENTE todos antes de enviar os pedidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Vendendo fitas eu desviei das balas que acertaram a maioria dos vendedores de música. Eu não preciso me preocupar com o donwload, seja legal ou ilegal. A beleza desse negócio é que os prisioneiros não têm e nunca terão acesso à Internet", alfineta o cara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ou seja: um formato morto em uma indústria moribunda ainda pode deixar um cara esperto milionário. E não pense que o cara "pirateia" os discos transformando-os em fitas. O produto é todo, acredite, proveniente do catálogo das gravadoras (o que, diz Bob Paris, acaba sendo um problema pois muitas delas já não fazem lançamento nesse formato).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os mais vendidos das cadeias incluem Lil Wayne (Tha Carter III), Mariah Carey (E=MC2), Usher (Here I Stand), Rihanna (Good Girl Gone Bad), Nickelback (All the Right Reasons), Leona Lewis (Spirit) e Lyfe Jennings (Life Change). Vai ver, além dos CDS, também não se permite rádio FM nas prisões por lá.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via NY Times&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/343894499" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:35:19 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/808/Fitas_cassete_continuam_um_bom_negocio____nas_cadeias_</guid>
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            <title>Barraco entre Johnny Rotten e Kele Okereke!</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/341797981/Barraco_entre_Johnny_Rotten_e_Kele_Okereke_</link>
            <description>E o bicho pegou entre o vocalista do Sex Pistols, John Lydon, e o vocalista do Bloc Party, Kele Okereke, durante o festival Summercase, em Barcelona. Os dois se envolveram em uma briga no sábado passado. Segundo um comunicado divulgado por Okereke, o ataque que partiu da lenda punk teve fundo racista. O comunicado diz também ele está com hematomas e o lábio ferido como resultado da confusão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A briga começou quando Okereke, que é de origem nigeriana, teria perguntado a Lydon no backstage quando haveria uma reunião do Public Image Ltd (banda formada por ele após o fim dos Sex Pistols e que seria uma das favoritas de Okereke). De acordo com o vocalista do Bloc Party, o cantor respondeu com agressividade algo como "seu problema é essa atitude de negro" e de repente três membros da equipe do cantor do Sex Pistols atacaram o vocal do Bloc Party.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O jornal The Guardian também relatou a briga e afirmou que outras bandas testemunharam o confronto. Integrantes do Foals e do Kaiser Chiefs intervieram para conter o tumulto. Yannis Philippakis e Ricky Wilson confirmaram à publicação que o incidente de fato ocorreu, mas não sabiam se a motivação de fato era racista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Alguém tão respeitado e inteligente quanto Lydon deveria fazer outra coisa do que trazer questões de raça à equação ou encorajar e conviver com pessoas que tem atitude de mentes fechadas", disse Okereke no comunicado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para não ficar atrás, Lydon divulgou uma nota afirmando que a atitude de Okereke foi motivada por "ciúmes":&lt;br/&gt;"Depois do show dos Sex Pistols, Johnny Rotten permaneceu no local para dar autógrafos, o que ele fez durante quatro horas sem nenhum incidente, passando um ótimo período conversando com outras bandas espanholas. Isso parece ter despertado ciúmes em algumas bandas. O problema é que foi trazido até ele, resultando na remoção dos causadores pela segurança do festival.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando você está num festival com bandas que são idiotas ciumentas, mentiras e confusão normalmente aparecem. Se eles precisam tão desesperadamente de publicidade, esse é o tipo de alegação que usualmente eles gostam de utilizar."&lt;br/&gt;Bem, se pesarmos o passado de confusões de Rotten e dos Sex Pistols, Okereke que se cuide!&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/341797981" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:54:24 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/805/Barraco_entre_Johnny_Rotten_e_Kele_Okereke_</guid>
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            <title>Deputado quer proibir festas open bar</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/338363536/Deputado_quer_proibir_festas_open_bar</link>
            <description>Se existe um tema que pode se chamar de polêmico rolando no Brasil atualmente é essa história de tolerância zero para o álcool. O povo em Brasília, especialmente os moralistas de plantão, estão em polvorosa com a possibilidade de sair por aí restringindo liberdades individuais através de canetadas para fazer valer o modo deles verem o mundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O alvo dos parlamentares, agora, são as festas "open bar", inclusive já tramitando na Câmara o Projeto de Lei 3414/08, que proíbe a realização de festas nas quais o preço da entrada inclui o consumo de bebida alcoólica à vontade. A proposta, do deputado Marcelo Melo (PMDB-GO), proíbe ainda "a venda de bebidas alcoólicas por preços fora da realidade de mercado em eventos".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O objetivo do projeto, segundo Melo, é reduzir o consumo de álcool, principalmente entre jovens. Para o deputado, as festas open bar estimulam a ingestão de bebidas alcoólicas, porque o freqüentador que ter o preço do ingresso, que geralmente é de valor alto, compensado com o consumo de bebidas. "É como se fosse a oportunidade para se dar o troco, sair da relação perde-ganha para a relação ganha-perde", disse em entrevista ao site da Câmara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De acordo com o parlamentar, outro objetivo do projeto "é poupar as famílias brasileiras de tragédias que a cada dia se tornam mais freqüentes, sejam por mortes causadas por overdose, por acidentes de trânsito ou pelo efeito do álcool no organismo ao longo do tempo."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo o texto, os responsáveis pela organização de eventos que não respeitarem a medida poderão ser penalizados com detenção de seis meses a dois anos e multa. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sobre o assunto restrição do álcool, tenho cá minhas convicções. Entendo o papel do governo federal em querer intensificar a fiscalização sobre os motoristas. Acho difícil não concordar com medidas que pretendem diminuir a incidência da tradição brasileira de beber em excesso e dirigir - coisa que lota prontos socorros nos fins de semana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas talvez seja questionável a criação de uma nova lei mais restritiva para isso, com tolerância zero. Apenas intensificar a fiscalização anterior - que já era bem dura - talvez fosse suficiente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por outro lado, acho uma bobagem chamar a regulamentação de "lei seca". Afinal, ela não impede que ninguém beba. Só quer impedir que se dirija após encher a cara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E é exatamente nesse ponto que acaba o dever do Estado em regulamentar o setor e a possibilidade de discussão. Iniciativas como a do deputado Marcelo Melo visam coibir o direito de escolha dos freqüentadores em participar de qualquer festa, de dispor de seu corpo e dos organizadores em realizá-las. Por certo, ninguém é obrigado a beber e, muito menos, a pagar para ir numa festa open bar. Bebe quem quer, vai às festas quem quer.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Além do mais, a proposta apresenta uma contradição absurda. Se o parlamentar quer diminuir a ingestão do álcool, não pode proibir a venda de bebidas alcoólicas por preços fora da realidade de mercado e ainda por cima diminuir o preço dos ingressos. O que essa lei faria seria baratear a entrada E o goró. No meu mundo, o povo iria beber ainda mais. Mas anda difícil querer coerência das propostas que andam saindo e sendo aprovadas no Planalto Central.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Íntegra do Projeto&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Trabalho Sujo&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/338363536" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:33:04 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/801/Deputado_quer_proibir_festas_open_bar</guid>
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        <item>
            <title>Guns N’ Roses vai lançar single inédito em Rock Band 2</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/348706856/Guns_N’_Roses_vai_lancar_single_inedito_em_Rock_Band_2</link>
            <description>&lt;br/&gt;E eis que a MTV e a Harmonix apresentaram ao mundo o track list do game Rock Band 2. O jogo inclui pela primeira vez faixas do AC/DC e do Bob Dylan e deve ser lançado, nos EUA, no dia 30 de setembro. E assim como o novo Guitar Hero, trará instrumentos mais "sofisticados", como uma batera com mais pratos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o que mais chamou a atenção, contudo, foi o anúncio de que, após 14 anos desde o último lançamento oficial do Guns N' Roses, Alx Rose escolheu o Rock Band 2 para a estréia oficial da faixa "Shackler's Revenge". Conta a lenda que a música estará presente no disco Chinese Democracy (se é que o álbum sai algum dia).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mal posso esperar para incomodar os vizinhos com as novas faixas!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Rock Band 2 Track List:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1. AC/DC "Let There Be Rock" 1970s&lt;br/&gt;2. AFI "Girl's Gone Grey" 2000's&lt;br/&gt;3. Alanis Morissette "You Oughta Know" 1990's&lt;br/&gt;4. Alice in Chains "Man in the Box" 1990's&lt;br/&gt;5. Allman Brothers "Ramblin' Man" 1970's&lt;br/&gt;6. Avenged Sevenfold "Almost Easy" 2000's&lt;br/&gt;7. Bad Company "Shooting Star" 1970's&lt;br/&gt;8. Beastie Boys "So Whatcha Want" 1990's&lt;br/&gt;9. Beck "E-Pro" 2000's&lt;br/&gt;10. Bikini Kill "Rebel Girl" 1990's&lt;br/&gt;11. Billy Idol "White Wedding Pt. I" 1980's&lt;br/&gt;12. Blondie "One Way or Another" 1970's&lt;br/&gt;13. Bob Dylan "Tangled Up in Blue" 1970's&lt;br/&gt;14. Bon Jovi "Livin' on a Prayer" 1980's&lt;br/&gt;15. Cheap Trick "Hello There" 1970's&lt;br/&gt;16. Devo "Uncontrollable Urge" 1980's&lt;br/&gt;17. Dinosaur Jr. "Feel the Pain" 1990's&lt;br/&gt;18. Disturbed "Down with the Sickness" 2000's&lt;br/&gt;19. Dream Theater "Panic Attack" 2000's&lt;br/&gt;20. Duran Duran "Hungry Like the Wolf" 1980's&lt;br/&gt;21. Elvis Costello "Pump It Up" 1970's&lt;br/&gt;22. Fleetwood Mac "Go Your Own Way" 1970's&lt;br/&gt;23. Foo Fighters "Everlong" 1990's&lt;br/&gt;24. Guns N' Roses "Shackler's Revenge" 2000's&lt;br/&gt;25. Interpol "PDA" 2000's&lt;br/&gt;26. Jane's Addiction "Mountain Song" 1980's&lt;br/&gt;27. Jethro Tull "Aqualung" 1970's&lt;br/&gt;28. Jimmy Eat World "The Middle" 2000's&lt;br/&gt;29. Joan Jett "Bad Reputation" 1980's&lt;br/&gt;30. Journey "Anyway You Want It" 1970's&lt;br/&gt;31. Judas Priest "Painkiller" 1990's&lt;br/&gt;32. Kansas "Carry On Wayward Son" 1970's&lt;br/&gt;33. L7 "Pretend We're Dead" 1990's&lt;br/&gt;34. Lacuna Coil "Our Truth" 2000's&lt;br/&gt;35. Linkin Park "One Step Closer" 2000's&lt;br/&gt;36. Lit "My Own Worst Enemy" 1990's&lt;br/&gt;37. Lush "De-Luxe" 1990's&lt;br/&gt;38. Mastodon "Colony of Birchmen" 2000's&lt;br/&gt;39. Megadeth "Peace Sells" 1980's&lt;br/&gt;40. Metallica "Battery" 1980's&lt;br/&gt;41. Mighty Mighty Bosstones "Where'd You Go" 1990's&lt;br/&gt;42. Modest Mouse "Float On" 2000's&lt;br/&gt;43. Motorhead "Ace of Spades" 1980's&lt;br/&gt;44. Nirvana "Drain You" 1990's&lt;br/&gt;45. Norman Greenbaum "Spirit in the Sky" 1960's&lt;br/&gt;46. Panic at the Disco "Nine in the Afternoon" 2000's&lt;br/&gt;47. Paramore "That's What You Get" 2000's&lt;br/&gt;48. Pearl Jam "Alive" 1990's&lt;br/&gt;49. Presidents of the USA "Lump" 1990's&lt;br/&gt;50. Rage Against the Machine "Testify" 1990's&lt;br/&gt;51. Ratt "Round &amp; Round" 1980's&lt;br/&gt;52. Red Hot Chili Peppers "Give it Away" 1990's&lt;br/&gt;53. Rise Against "Give it All" 2000's&lt;br/&gt;54. Rush "The Trees" 1970's&lt;br/&gt;55. Silversun Pickups "Lazy Eye" 2000's&lt;br/&gt;56. Smashing Pumpkins "Today" 1990's&lt;br/&gt;57. Social Distortion "I Was Wrong" 1990's&lt;br/&gt;58. Sonic Youth "Teenage Riot" 1980's&lt;br/&gt;59. Soundgarden "Spoonman" 1990's&lt;br/&gt;60. Squeeze "Cool for Cats" 1970's&lt;br/&gt;61. Steely Dan "Bodhitsattva" 1970's&lt;br/&gt;62. Steve Miller Band "Rock'n Me" 1970's&lt;br/&gt;63. Survivor "Eye of the Tiger" 1980's&lt;br/&gt;64. System of a Down "Chop Suey" 2000's&lt;br/&gt;65. Talking Heads "Psycho Killer" 1970's&lt;br/&gt;66. Tenacious D "Master Exploder" 2000's&lt;br/&gt;67. Testament "Souls of Black" 1990's&lt;br/&gt;68. The Donnas "New Kid in School" 2000's&lt;br/&gt;69. The Go-Go's "We Got the Beat" 1980's&lt;br/&gt;70. The Grateful Dead "Alabama Getaway" 1980's&lt;br/&gt;71. The Guess Who "American Woman" 1970's&lt;br/&gt;72. The Muffs "Kids in America" 1990's&lt;br/&gt;73. The Offspring "Come Out &amp; Play (Keep ‘em Separated)" 1990's&lt;br/&gt;74. The Replacements "Alex Chilton" 1980's&lt;br/&gt;75. The Who "Pinball Wizard" 1960's&lt;br/&gt;Bonus Artist Bonus Song Title Decade&lt;br/&gt;76. Abnormality "Visions" 2000's&lt;br/&gt;77. Anarchy Club "Get Clean" 2000's&lt;br/&gt;78. Bang Camaro "Night Lies" 2000's&lt;br/&gt;79. Breaking Wheel "Shoulder to the Plow" 2000's&lt;br/&gt;80. The Libyans "Neighborhood" 2000's&lt;br/&gt;81. The Main Drag "A Jagged Gorgeous Winter" 2000's&lt;br/&gt;82. Speck "Conventional Lover" 2000's&lt;br/&gt;83. The Sterns "Supreme Girl" 2000's&lt;br/&gt;84. That Handsome Devil "Rob the Prez-O-Dent" 2000's&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/348706856" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:37:50 +0300</pubDate>
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            <title>Donkey - Cansei de Ser Sexy</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/348706857/Donkey_-_Cansei_de_Ser_Sexy</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E eis que vazou na internet, inteirinho, o novo disco do adorado/odiado Cansei de Ser Sexy. Ou CSS. Nem sei mais. De todo o jeito, o álbum se chama Donkey ("burro" em inglês) e só deve sair "fisicamente" no próximo dia 27.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Soube que o Adriano Cintra ficou uma fera quando descobriu que o trabalho da banda já circulava web afora. O que não deixa de ser uma curiosa reação para alguém que deve sua fama à grande rede. Mas como diz um primo meu, tudo no mundo é referência. Se o CSS aproveitou o boca a boca virtual para sair do anonimato, agora por certo é mais interessante controlar a divulgação, saber onde se vende o disco, quanto se baixou via iTunes e tal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Após alguns dias digerindo Donkey, cheguei à conclusão de que o disco não bateu por completo. Mas não me entenda errado: é um belo trabalho, com uma produção incrível, muito bem acabado. Um belo disco. Mas no quesito "nossa, que tesão, vou ouvir de novo", é tipo nota 7.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Donkey é indie/pop/brit/legalzinho. Tem hora que dá a impressão de se estar ouvindo um disco do Hard-fi. Guitarra, teclado, letra rimada, mais teclado. E por aí vai, naquele groove meio new wave característico de um monte de banda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A faixa Jager Yoga, que abre o disco, com um baixo marcante, guitarra nos lugares certos e refrão grudento, dá bem o tom da coisa toda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas por outro lado, Donkey eleva o CSS a uma nova categoria de produção, seja na composição, seja na execução (além de o vocal da Lovefoxxx estar mais seguro e afiado do que nunca!).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A minha preferida é Give Up, com um refrão que mistura Lovefoxxx e Adriano e tem uma guitarra aguda que marca a música toda. Aliás, o disco tem uma ótima seqüência dançante, com Give up, Left Behind (que já tinha vazado anteriormente) e Beautiful Song (uma das que mais se parece com o trabalho do primeiro disco). Acho que a única que destoa do sentimento de coesão de Donkey é Let's Reggae All Night, que cai numa demasiada levada Gang of Four.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Garanto que quem criticava os caras dizendo que o CSS era uma banda de araque vai se assustar em como as coisas parecem estar no lugar certo em Donkey.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O principal defeito nessa megaprodução toda é que aquele fator "hora da música do Balão Mágico" que permeava o primeiro disco foi deixado de lado. Pode parecer idiota dizer isso, mas eu realmente gosto do elemento "tosco" e descompromissado do álbum anterior. Mas não se pode ter tudo. E pensando no público "internacional" do CSS, é uma mudança que faz todo o sentido do mundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Beatiful Song&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer2" height="24" width="290" class="spacer2" style="display:block;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=2&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=http://havefunclub.info/hyperbole/06%20Beautiful%20Song.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Move&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer3" height="24" width="290" class="spacer2" style="display:block;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=3&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=http://havefunclub.info/hyperbole/08%20Move.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/348706857" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Fri, 11 Jul 2008 19:22:53 +0300</pubDate>
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            <title>Senado aprova lei polêmica sobre cibercrimes</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/331741496/Senado_aprova_lei_polemica_sobre_cibercrimes</link>
            <description>UPDATE: Foi aprovada ontem, tarde da noite no Senado, a proposta substitutiva ao projeto de lei da Câmara que trata do cibercrime. Passou da forma que veio. Ou seja: cabe agora à Câmara dos Deputados vetar os artigos absurdos dessa lei. Lembrando sempre que cabe veto do presidente Lula, se não a todo o projeto, ao menos aos artigos criticados internet afora. Mais, aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De qualquer forma, o texto de ontem - que segue abaixo - ainda está valendo. Atualizei apenas o título. E agora, mais do que nunca, vale a assinatura da petição contra o substitutivo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;*********&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O post sobre o projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) suscitou uma polarização política do tipo "blog do Reinaldo Azevedo". Coisa que eu não esperava. Certamente foi o assunto mais comentado de todos os tempos aqui em .::musicness::., ainda que não tenha sido o mais acessado (esse fica por conta do vídeo da Amy Winehouse fumando crack).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas por fim, idéias sobre o projeto em si e sobre como isso irá afetar ou não a vida dos internautas, saíram poucas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cá esse blogueiro tem uma visão política definida. Mas creio que a regulamentação da internet não deve ser medida do ponto de vista do escopo direitista ou esquerdista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De um lado, se argumento que é besteira tentar criminalizar o usuário por baixar um arquivo ilegal, especialmente por não existir regulamentação civil que trate do assunto, isso não quer dizer que defendo a pirataria aberta e sem conseqüências. Mas acontece que, assim como na prática soa patético vociferar sobre a necessidade de prender um adolescente que baixa um disco pelo qual não pagou, pensar que a rede irá se auto-regular também é ingenuidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa regulamentação passa necessariamente pela vontade da indústria do entretenimento, uma das grandes lesadas, partir para um novo modelo de negócios. E passa também pelo governo se esforçar em criar um entendimento legal que não proteja apenas as empresas, mas também o usuário, o cara que paga impostos e que consome entretenimento. Trata-se de saber ganhar dinheiro com outras formas que não seja vendendo discos físicos e muito menos demonizando fãs. É preciso saber separar esses usuários das pessoas que ganham dinheiro com a pirataria. E sobre saídas para essas situações muito já se falou, inclusive aqui em .::musicness::..&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O problema com o projeto do senador Azeredo é que ele vai na contra-mão desses entendimentos. Não vai servir para frear os crimes a que vem coibir - como fraudes, invasões e envio de spams, por exemplo - porque quer justamente abarcar ações corriqueiras - como o download de arquivos - num mesmo balaio jurídico sujeito a penas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para os entendidos em crimes digitais, o problema com a legislação brasileira nessa área é que é difícil tipificar os crimes cometidos na rede. Como a internet não está prevista no Código Penal, as pessoas até são presas, mas a Justiça manda soltar por problemas processuais. O que o projeto precisava era apenas dar nomes aos bois.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Isso porque na área autoral, a legislação brasileira já é umas das mais severas e impossíveis de ser seguidas que há. A saber: se o caro leitor tem um LP, já é crime transformá-lo em mp3 para ouvi-lo em um player.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para saber disso, não é preciso ir muito longe. Basta chegar ao prédio original da Fundação Getúlio Vargas, que fica na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, e à portaria indagar pelo professor Ronaldo Lemos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Advogado de formação, presidente do conselho internacional da iCommons, ele dará uma aula a quem pedir sobre o assunto. (A iCommons, criada pelo advogado americano Larry Lessig, pretende oferecer uma alternativa de contratos internacionais para lidar com a questão dos direitos autorais.)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No Brasil, toda cópia é ilegal. Toda. Sem exceções. Isso quer dizer o seguinte: se o leitor tem um iPod, provavelmente quebrou a lei já uma penca de vezes. A cada vez que coloca um CD no computador e transfere as músicas para o disco rígido, ali foi feita uma cópia e, portanto, um crime foi cometido. Jogou para o iPod? Reincidiu no mesmo crime.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A questão, como o professor Lemos dirá, é que todos nós quebramos a lei de direitos autorais brasileira a toda hora. Ela é impossível de ser seguida por um motivo simples. A internet é uma máquina de copiar.&lt;br/&gt;O texto acima foi tirado de um artigo do Pedro Dória no Link, do Estadão. Quem quiser saber mais sobre o que o professor Lemos tem a dizer sobre isso, clica aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem quiser, ainda pode assinar a petição contra o substitutivo do senador Azeredo.&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/331741496" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 00:08:04 +0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Projeto quer criminalizar download no Brasil</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/329203728/Projeto_quer_criminalizar_download_no_Brasil</link>
            <description>O Projeto Substitutivo (substitutivo ao PLS 76/2000, PLS 137/2000 e PLC 89/2003) do Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que torna única a lei que trata de crimes na Internet, deve ser votada pelo plenário do Senado provavelmente dentro de algumas semanas. Dali, segue para a Câmara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Contudo, a regulamentação - que já precisou ter seu texto revisto em 2006, pois exigia a identificação de todos os usuários brasileiros da grande rede - vem com uma grande confusão em seu propósito: preocupa-se mais com a troca de arquivos do que com a pedofilia ou o cybercrime. Trata-se de um dispositivo legal que defende apenas interesses das grandes indústrias do entretenimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entre algumas das suas aberrações, faz com que, por exemplo, os provedores de acesso tenham que, via pedido judicial, delatar a uma gravadora algum usuário que esteja usando programas de bittorrent, independentemente de o arquivo ser legal ou não. Além disso, os provedores precisarão manter por três anos uma listagem de quem fez o quê e que lugares visitou na web. É coisa de estado policial. E tecnicamente falando, é muito difícil de ser feita.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro trecho que traz problemas é a proibição de que se obtenha dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização do legítimo titular, quando exigida. Trocando em miúdos, praticamente impossibilita a internet, que nada mais é do que uma grande máquina de copiar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como o jornalista Pedro Dória concluiu em seu blog, "é evidente que, acaso vire lei, ninguém a obedecerá. Vai virar letra morta de nascença. Mas isto é um problema. Afinal, há crimes sendo cometidos na Internet que devem ser punidos. Além de ter sido mal redigida, a lei do senador Azeredo nasce mais preocupada em proteger os interesses de empresas estrangeiras da indústria do entretenimento do que em proteger cidadãos brasileiros vítimas de crimes na rede."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O projeto do senador propõe que o primeiro marco regulatório da Internet brasileira seja criminal. Enquanto isso, o caminho natural de regulamentação da rede, seguido por todos os países desenvolvidos, é primeiramente estabelecer um marco regulatório civil, que defina claramente as regras e responsabilidades com relação a usuários, empresas e demais instituições acessando a rede, para, a partir daí, definir regras criminais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Professores da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, em parecer conjunto, alegam que nenhum país criminaliza o acesso a informações na internet de forma tão ampla como o proposto por Azeredo. Acrescentam ainda que sua aprovação levaria à criminalização em massa de usuários de internet.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Gente chiando não falta. Já existe até uma petição online encabeçada por pesquisadores e professores universitários para encaminhar aos senadores protesto contra o projeto de lei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;UPDATE: O Marcelo Träsel, do blog A Nova Corja, enviou uma carta a todos os senadores ontem (07) sobre o assunto. A assessoria do senador Eduardo Azeredo respondeu para todos os senadores que estavam copiados na mensagem original afirmando que "pessoas de ma fé estão divulgando informações erradas e infundadas sobre esta proposta". Leia a resposta do Azeredo aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Weblog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Saiba mais:&lt;br/&gt;- Projeto A2K - iniciativa do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV DIREITO RIO sobre vida online&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- A criminalização do mundo digital&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Projeto de Azeredo quer proibir a troca de arquivos mp3&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/329203728" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Diogo Dreyer)</author>
            <pubDate>Mon, 07 Jul 2008 19:00:00 +0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Novo programa de rádio eletrônica estréia em Curitiba</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~3/325547450/Novo_programa_de_radio_eletronica_estreia_em_Curitiba</link>
            <description>&lt;br/&gt;O multi-emprendedor e DJ Sandro Horta manda avisar: estréia nesta quinta entre as 22h e 24h o novo programa DJCom Radio Show na sintonia 93,9 MHz  (da nova rádio Mundo Livre FM). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com apoio do site local Altos Agitos, o programa também deve dar uma geral na agenda dos fins de semana da capital paranaense. A DJcom é uma agência de DJs que tem conexões com labels internacionais do porte da Ministry of Sound, hed Kendi e Defected Records. E para ouvir o programa ao vivo você pode clicar no site da rádio como acessar o site da agência DJCom e do Altos Agitos, onde ele deve ficar arquivado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muito boa essa notícia, afinal até aqui só tinhamos o (ótimo) programa Electro On The Rocks (na Rádio 91 Rock) todos os sábados às 23h, com apresentação do DJ Mauricião e da jornalista Marina Lang (colaboradora aqui do Rraurl).  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/musicness/~4/325547450" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Raul Aguilera)</author>
            <pubDate>Thu, 03 Jul 2008 06:22:36 +0300</pubDate>
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