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        <title>RRAURL: Bate-Estaca</title>
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            <title>RRAURL: Bate-Estaca</title>
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            <title>Electro da terceira idade</title>
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            <description>Esse vídeo é, como dizem, impagável!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Tem o tiozão (vôzão?) do electro, Alexander Robotnick, mandando ver nos passinhos de baile. Figuraça que só ele, veste camiseta Hering pra dentro da calça e não larga do cigarrinho e do isqueiro;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- É um tributo ao fanatismo pelo bom vinil vintage, com um desfile de capas de clássicos obscuros;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Dizem que tem vários produtores e DJs fazem aparições. Eu, péssimo fisionomista, só reconheci o David Carretta;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- A música, "Obsession For the Disco Freaks", é bem legal também;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/415270411" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 08 Oct 2008 21:35:00 +0300</pubDate>
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            <title>Ícone da house tem pé amputado</title>
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            <description>O boato online era bem mais trágico: o padrinho da house, Frankie Knuckles, tivera que amputar uma perna por causa de problemas de diabetes. A má notícia espalhou viralmente que nem fogo em tapeçaria.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O próprio Frankie veio a público explicar que as coisas não eram bem assim. Na verdade, ele teve que amputar "apenas" o pé. O motivo é uma doença óssea que contraiu ao quebrar o mesmo há dez anos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo conta em sua declaração, "em vez de ficar quieto e deixar que ele curasse direito, voltei pra estrada e continuei a viajar."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por causa disso, a doença foi piorando com o tempo. Em julho deste ano, os médicos optaram pelo procedimento radical, como forma de salvar sua vida.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Frankie manteve o bom humor: "Não foi problema pra mim perder meu pé. Afinal, eu ainda tenho outro. Mas teria sido um problema perder minha vida. É a única que tenho."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O veterano de Chicago disse que luta para voltar à boa forma e "voltar onde preciso estar, numa pista de dança com você."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Frankie Knuckles é parte integrante da história da pista de dança. Foi um dos pioneiros da disco, parceiro e incentivador de Larry Levan quando morava em Nova York. Depois, em Chicago, estava na sala de parto da house music. Na virada dos 80 para os 90, alavancou o garage nova-iorquino e assinou remixes célebres para dezenas de artistas, além de autorar seus próprios clássicos como "Your Love", com Jamie Principle, "Workout" e "The Whistle Song".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bate-Estaca manda todos os pensamentos positivos possíveis para o querido Frankie, ícone supremo da cultura eletrônica, dançável e noturna. Que se restabeleça logo!&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/414257368" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 07 Oct 2008 20:10:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/927/Icone_da_house_tem_pe_amputado</guid>
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            <title>O melhor linuep gringo do ano é hoje</title>
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            <description>O V3 é o festival com melhor lineup gringo para pista de dança em 2008. Quer ver?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pegue aquele festival "feito por você" da semana passada. Teve lá suas atrações de qualidade, mas nada de relevante ou invoador. Mas serviram também porções generosas de farofa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Terra e Tim tem boas atrações também, mas seu forte não é eletrônico/pista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já o V3 tem techno de ponta, minimal que é referência, interpretações diversas de disco e italo e house e tech-house avançado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem gosta de música boa, relevante e atual tem que estar lá hoje (sexta, 3/10)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Até mais!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;THE LAST DANCE&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3 ANOS, 3 MESES E 3 DIAS DE VEGAS &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pista 1&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;0h - André Juliani&lt;br/&gt;1h - Glass Candy (Italians do It Better)&lt;br/&gt;2h - James Murphy &amp; Pat Mahoney - LCD Soundsystem (DFA) Dj Set&lt;br/&gt;4h - Ewan Pearson (Kompakt)&lt;br/&gt;5h - Mau Mau&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pista 2&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;0h - Luca Lauri&lt;br/&gt;1h - Magal&lt;br/&gt;2h - Efdemin &lt;br/&gt;4h - Pantha Du Prince &lt;br/&gt;5h - Camilo Rocha&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Flex: Av.Marquês de São Vicente,1767-Barra Funda, SP&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.vegasclub.com.br/v3&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/410457003" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 03 Oct 2008 13:50:00 +0300</pubDate>
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            <title>Duran Duran no Brasil em novembro</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/408574042/Duran_Duran_no_Brasil_em_novembro</link>
            <description>A agenda cult/retrô de 2008 ganha um valioso acréscimo: Duran Duran faz dois shows em São Paulo, em 21 e 22 de novembro. Quem confirma é o site da banda. Parece que os ingressos vão custar entre R$ 200 e R$ 400 (gulp!).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar de ser uma das bandas mais bombadas dos anos 80, o Duran Duran só veio para o Brasil uma vez. Foi para o Hollywood Rock, em 88.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fãs de new romantic, anos 80, synth-pop, technopop e, erm, VHS or Beta tem dever cívico a cumprir.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Duran Duran - Notorious&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Duran Duran - Planet Earth&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Duran Duran - The Reflex&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/408574042" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 01 Oct 2008 16:10:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/913/Duran_Duran_no_Brasil_em_novembro</guid>
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            <title>Curitiba urgente</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/402276384/Curitiba_urgente</link>
            <description>- Sexta-feira (26/9) faço uma palestra no SESC Curitiba, como parte de um evento chamado E-Squina, onde palestras, shows e projeções vai tratar de novas mídias, tecnologias e expressões artísticas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- O pessoal da AIMEC, a famosa escola de DJs e produção, também estará representada.  Sábado (27/9) vai ser o Aimec Day no E-squina, com palestra, workshop e show.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- À noite, eu toco no clube Vibe.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- E aproveitando que falo de Curitiba queria destacar o trabalho do DJ Pako, veterano de lá que continua com fôlego e empolgação de moleque. Junto com o Fabo PX, Pako tem o projeto Rolldabeetz, que vem produzindo um techno muito bom. Eles acabam de soltar um EP pelo selo do Pressla Boys, o Presslab. Vale conferir!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- E o Pako também estreou há pouco tempo um programa de rádio juntando informação e boa música de várias épocas (e tenha certeza que o Pako tem uma das coleções de disco mais respeitáveis do sul do país). O programa se chama Hot Stuff e vai ao ar todo sábado à meia-noite (sábado para domingo) na Mundo Livre FM 93.3.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/402276384" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 24 Sep 2008 20:50:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/901/Curitiba_urgente</guid>
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            <title>Beatport para adultos</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/397658526/Beatport_para_adultos</link>
            <description>&lt;br/&gt;Há que se tirar o chapéu mais uma vez para Bill Brewster e Frank Broughton pelos serviços que prestam à cultura da pista de dança.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Primeiro, eles escreveram um dos livros definitivos sobre a história da dance music, Last Night a DJ Saved My Life. Emenderam com outro que conseguiu a proeza de ensinar a arte de discotecagem de maneira divertida e acessível, How To DJ Properly. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um tempo depois, lançaram o site DJ History onde o conteúdo faz qualquer fã de boa música gastar horas de navegação. Exemplos: um artigo sobre o nascimento da rave na Inglaterra, de 1989; uma entrevista de Sasha, publicada pela Mixmag em 1992; mixes "misteriosos" onde DJs tocam faixas obscuras e desafiam os ouvintes a dizer o que é o que; ótimas dicas de livros; e um fórum de gente que sofre de TOC musical séria, onde é comum ver nomes como François Kevorkian, Darshan Jesrani (Metro Area), David Mancuso, Prins Thomas e Greg Wilson postando.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;GARIMPAGEM ONLINE&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E é dentro do djhistory.com que vem a mais nova empreitada da dupla. É uma loja de música digital dedicada às raridades da música de pista, coisas que você nunca acharia no Beatport, muito menos em lojas físicas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A idéia é disponibilizar, a partir da coleção da dupla e da de outros DJs, música de várias épocas que geralmente só viu a luz do dia sob a forma de vinil já deletado há muitos anos. Como definiu Broughton em entrevista para o site do The Guardian, "a gente faz a garimpagem pra você."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A loja começa com pouca coisa, mas o que tem já estimula as glândulas salivares. De disco rara tipo Atmosfear e Raw Silk a peças house esquecidas como (muitas) faixas do Swag e um remix nunca lançado do Royksopp. Além do seminal álbum da Incredible Bongo Band que contém "Apache", faixa que contém um dos breakbeats mais sampleados do universo. Todas as músicas estão disponíveis em MP3 e WAV.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/397658526" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 19 Sep 2008 20:40:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/891/Beatport_para_adultos</guid>
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            <title>Morreu um gênio da psicodelia black</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/396199802/Morreu_um_genio_da_psicodelia_black</link>
            <description>Parece que foi só Isaac Hayes partir para Norman Whitfield seguir atrás. O músico, compositor e produtor americano morreu nesta terça (16/9), aos 68 anos, vítima de complicações de diabetes. Assim como Hayes, Whitfield foi um dos caras que modernizou a black music no final dos anos 60, definindo como seria sua cara na década seguinte.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No caso de Whitfield, depois de anos compondo soul-pop para a Motown, sua contribuição foi dar um banho technicolor psicodélico, sustentado por atitude black power, em artistas como Temptations, Undisputed Truth e Edwin Starr. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;MARVIN GAYE&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o momento da "virada" de talento para gênio para ele foi, sem dúvida, a gravação de Marvin Gaye para "I Heard It Through the Grapevine". Foi aqui que Whitfield mostrou que sua visão para o soul, como compositor e produtor, não tinha medo de voar alto. Entre outras coisas, ele fez Gaye cantar um tom acima do seu normal, para que soasse mais sofrido na hora das notas mais altas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Foi Whitfield quem produziu uma das faixas mais panorâmicas do soul, "Papa Was A Rolling Stone", dos Temptations. Além de avançar na experimentação e alcance do som, Whitfield também foi um dos incentivadores de letras com temas sociais e políticos no pop negro (um exemplo clássico é outro hit dos Temptations, "Ball of Confusion", e "War", de Edwin Starr). A partir do meio dos anos 70, se dedicou a forjar o som do Rose Royce, de funk e disco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um gênio do som, um aventureiro ousado da música... vai deixar muitas saudades.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Marvin Gaye - I Heard It Through the Grapevine&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Temptations - Ball of Confusion&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Temptations - Papa Was a Rolling Stone&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Edwin Starr - War&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Undisputed Truth - Smiling Faces Sometimes&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Rose Royce - Car Wash&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Rose Royce - Is It Love You're After&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/396199802" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 18 Sep 2008 08:55:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/886/Morreu_um_genio_da_psicodelia_black</guid>
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            <title>O avô esquisitão do MGMT</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/394690250/O_avo_esquisitao_do_MGMT</link>
            <description>Ouça isso e me diga se o órgão não é puro MGMT.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;A faixa se chama "Telstar", do grupo Tornados. Soa como música vinda da transmissão falhada de um velho satélite Sputnik. Esse tipo de som instrumental, cheio de efeitos, era muito popular no começo dos anos 60. Essa faixa mesmo foi número um na parada americana em 1962, a trilha para um mundo deslumbrado com as primeiras viagens cósmicas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PIONEIRO&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;O cara responsável por esse e muitos outros hits com essa pegada foi o inglês Joe Meek. Era um cara esquisitão que, enfurnado na sua casa no norte de Londres, cercado de compressores valvulados e sintetizadores analógicos, acabou sendo um dos pioneiros no uso da tecnologia na música pop. Meek explorou, antes que quase todo mundo, as amplas possibilidades de recursos como reverb, delay, velocidades de som diferentes e distorção.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A criatividade era total: em "Telstar" (que levava o nome de um satélite de comunicações), diz-se que os sons que parecem sinais de rádio foram conseguidos passando uma caneta na borda de um cinzeiro e que a "decolagem de foguete" no começo veio de uma descarga de vaso sanitário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;SONS DO "OUTRO LADO"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Meek era obcecado com o sobrenatural e tinha costume de ligar gravadores em cemitérios na esperança de captar sons "do outro lado". Gay numa época em que isso dava cadeia, temperamental e usuário de drogas, Meek entrou em profunda depressão quando não conseguiu mais gerar hits.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Isso foi em 1965, depois de cinco anos prolíficos onde produziu dezenas de artistas e vários hits que foram para o alto da parada inglesa. Em 1967, com 37 anos, matou a proprietária de sua casa numa discussão. Em seguida, com a mesma pistola, se suicidou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O legado de suas inovações técnicas sobrevive através da empresa de hardware de áudio que leva seu nome. Os compressores valvulados da Joe Meek, por exemplo, fazem parte do set-up de muitos estúdios de primeira linha por aí.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Já sua música, apesar do pioneirismo, pode soar apenas datada e bizarra para os dias de hoje. Mas, de vez em quando aparece um som como "Kids" e pronto: Joe Meek volta do "outro lado" com uma roupagem nova.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Joe Meek - I Hear A New World&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Moontrekkers - Night of the Vampire&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Outlaws - Crazy Drums (minimalismo percussivo)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/394690250" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 16 Sep 2008 20:50:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/882/O_avo_esquisitao_do_MGMT</guid>
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            <title>O playlist do casamento da Sandy</title>
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            <description>Beeem melhor que o do casório da Juliana Paes, onde quase que só rolou funk carioca.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A discotecagem ficou por conta do Crossover, Jason Bralli e Mari Rossi, que contou como foi a festinha ultra-comportada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mais detalhes nesse texto meu publicado no site Virgula (aliás, onde agora sou editor de notícias e diversão)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www2.virgula.com.br/virgulando/interna.php?ID=54784&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/393673288" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Mon, 15 Sep 2008 20:55:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/879/O_playlist_do_casamento_da_Sandy</guid>
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            <title>Breve história sobre tudo</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/390145505/Breve_historia_sobre_tudo</link>
            <description>Se você queria algum lugar que fizesse o link entre:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O remix&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As roupas da Ecko&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O situacionismo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;MySpace&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os rappers do Bronx nos anos 70&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O movimento punk&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;YouTube&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Andy Warhol&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Marketing viral&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pirate Bay&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Samplear coisas antigas&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Creative Commons&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Rádios piratas&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Raves&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Velvet Underground&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Wikipedia&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Drum'n'bass&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Basquiat&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;...e centenas de outras coisas relevantes da cultura jovem dos últimos 40 anos, leia The Pirate's Dilemma, de Matt Mason (que tem o subtítulo de "Como a cultura jovem está reinventando o capitalismo"). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Claro que você já sabia que existia essa ligação, mas eu pelo menos nunca tinha visto alguém pegar tudo, juntar numa história só e embalar com teoria consistente e esclarecedora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essencial (sim, está em inglês, mas dá um jeito porque vale muito)!&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/390145505" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 11 Sep 2008 20:45:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/876/Breve_historia_sobre_tudo</guid>
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            <title>Tricky vs Telepathique</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/383789538/Tricky_vs_Telepathique</link>
            <description>Difícil entender porque continua se ignorando no Brasil o espaço que o Telepathique tem conquistado nos EUA. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não é pouca coisa: menções favoráveis em veículos como Spin e&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/383789538" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 04 Sep 2008 23:30:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/869/Tricky_vs_Telepathique</guid>
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            <title>Wehbba na Get Physical</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/380914362/Wehbba_na_Get_Physical</link>
            <description>O paulista Rodolfo Wehbba continua com o vento a favor em sua carreira internacional. Em breve, ele estréia no aclamado selo Get Physical, casa de DJ T, Booka Shade e M.A.N.D.Y.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O lançamento será um remix para "Roar", o polêmico hit de Patrice Baumel que é, como define o próprio Wehbba, "o DJ tool mais bem-sucedido da história".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"O remix nasceu como um edit que fiz para tocar por aí. Coloquei o bumbo e o baixo que o Patrice tinha esquecido de por no original", brinca o produtor e DJ. Depois de um tempo, mandou o edit para o povo da Get Physical. "Eles gostaram e resolveram lançar oficialmente." Segundo ele, o remix sai daqui a duas semanas. Mas já dá pra ouvir  no MySpace do Wehbba. O resultado é potente, material para hora do rush na pista de dança.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto isso, a Get Physical também promove um concurso para remixar "Roar". As info estão todas no site do selo.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/380914362" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Mon, 01 Sep 2008 20:50:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/864/Wehbba_na_Get_Physical</guid>
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            <title>Michael Jackson 5.0</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/378593850/Michael_Jackson_5_0</link>
            <description>Pois é, Ele chegou aos 50. E que impacto teve na cultura pop dos últimos 40 anos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, em vez de falar Dele, sua história, sua obra, sua importância, que é algo que já está sendo bem destrinchado por aí, o Bate-Estaca faz um tributo através dos tributos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seja como cover ou como sample, a música de Michael Jackson já temperou a música de artistas de todo tipo. Aí vai uma pequena amostra:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(Em tempo: queria muito ter colocado "Acid On House", do Renato Cohen, que pega um bifinho de "Thriller", mas não rolou por motivos técnicos)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Shinehead - Billie Jean&lt;br/&gt;Michael Jackson - Billie Jean&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Residents - Kaw-Liga&lt;br/&gt;Michael Jackson - Billie Jean&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jay-Z - Izzo (H.O.V.A.)&lt;br/&gt;Jackson 5 - I Want You Back&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Royal House (Todd Terry) - Can You Party&lt;br/&gt;The Jacksons - Can You Feel It&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Kanye West - Good Life&lt;br/&gt;Michael Jackson - PYT (Pretty Young Thing)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alien Ant Farm - Smooth Criminal&lt;br/&gt;Michael Jackson - Smooth Criminal&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;SWV - Right Here&lt;br/&gt;Michael Jackson - Human Nature&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ian Brown (ex-vocalista dos Stone Roses) - Thriller&lt;br/&gt;Michael Jackson - Thriller&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Double Trouble &amp; Rebel MC - Just Keep Rockin'&lt;br/&gt;Michael Jackson - Don't Stop 'Till You Get Enough&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/378593850" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 29 Aug 2008 21:05:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/862/Michael_Jackson_5_0</guid>
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            <title>Bem-vindo a Jaguariúna</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/375656613/Bem-vindo_a_Jaguariuna</link>
            <description>Isto é certoJagauariúna conseguiu proibir "festas eletrônicas de longa duração" no município a tempo de quebrar as pernas da festa SOMA. Como diria Moby, "everything is wrong". &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jaguariúna é uma das capitais nacionais do "entretenimento" medieval conhecido como rodeio, onde brasileiros imitam cowboys americanos e a graça toda está em assistir, com uma cervejinha na mão, a tortura e humilhação de animais. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Basta uma "googlada" rápida para a gente constatar a deprimente folha corrida do tipo de festa que as autoridades de Jaguariúna preferem ter na sua cidade. Vale ressaltar que foi na saída de um rodeio que aconteceu um dos crimes mais chocantes do ano, quando um peão arrastou por 15 km e matou um cabo do exército que ficou preso na parte de baixo de sua caminhonete. Aí vai uma pequena seleção de fatos:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vale Paraibano - junho de 1999&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A dupla sertaneja Zezé di Camargo e Luciano vai ser chamada à delegacia seccional de São José dos Campos para prestar depoimento nas investigações sobre a morte da estudante Regiane Maria de Souza.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ela foi vítima de uma bala perdida durante a invasão da arena do Vale Rodeio Show, minutos antes do show da dupla, no último dia 20.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O tumulto foi incitado pelo cantor Luciano, que pediu para que o público - estimado entre 40 mil e 60 mil pessoas - invadisse a arena em função do atraso do espetáculo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Folha de S. Paulo - abril de 2007Isto é errado&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Polícia Civil de Taubaté (130 km a noroeste de São Paulo) abriu inquérito para apurar a morte do peão de rodeio Rogério dos Santos Machado, 26, morreu no domingo (14). Ele foi pisoteado por um touro após cair do animal durante um rodeio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;G1 - outubro de 2007&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O peão de rodeio Virgílio Gonçalves, de 35 anos, atingido por dois tiros na quinta-feira (11), faleceu às 15h deste domingo (14). Gonçalves foi baleado no rodeio de Novo Horizonte por um  outro peão, que está foragido. Tricampeão em montaria em cavalos em Barretos (a 424 km da Capital), ele era considerado atualmente um dos melhores do país. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Site Lê Ouvê - abril de 2008&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Três jovens brigaram no Parque de Rodeios Antônio Dante Oliboni no último sábado. Com uma faca, um menor acabou atingindo uma mulher.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Diário de Cuiabá - junho de 2008&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Polícia prendeu em flagrante um homem acusado de estuprar uma menina de 11 anos, durante a exposição agropecuária da cidade de Poconé, realizada no último final de semana. O homem, de 35 anos, trabalhava como palhaço de rodeio na exposição.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Folha Online - junho de 2008&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Ministério Público de Mato Grosso do Sul ofereceu denúncia por homicídio doloso triplamente qualificado contra o peão Fágner Gonçalves, 26, que atropelou e arrastou por 15 km o cabo do Exército Leonardo Sales da Silva, 19, que morreu. O crime foi no último dia 7, na saída de uma festa de rodeio em Campo Grande. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Briga no rodeio de Mandirituba&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/375656613" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 26 Aug 2008 20:20:00 +0300</pubDate>
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            <title>Hard drink</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/370387840/Hard_drink</link>
            <description>Eu já tinha visto a barrinha de cereais Acelera, mas isso aqui me animou bem mais. Breve numa balada perto de você?&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/370387840" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 20 Aug 2008 19:15:00 +0300</pubDate>
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            <title>A volta de La Serenissima</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/365199215/A_volta_de_La_Serenissima</link>
            <description>Quer dizer que o prolífico produtor Riton, sob a alcunha de Eine Klein Nacht Musik, resolveu misturar um pouco de música clássica no seus beats obesos (o nome do projeto vem de uma música de Mozart e quer dizer "um pouco de música da noite"). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sua versão para "La Serenissima", de Vivaldi, é realmente um belo techno allegro vivace e, neste exato momento, tem frequentado sets de categoria por toda parte (também está no podcast do Aeroplane para o Resident Advisor; aliás, tem que ouvir...).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eine Kleine Nacht Musik - La Serenissima&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas a idéia não é nova. Em 1990, o projeto DNA, o mesmo que trouxe Suzanne Vega para a pista de dança com sua versão para "Tom's Diner", fez um Vivaldi pra lá de funkeado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;DNA - La Serenissima&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Da mesma época, tinha essa aqui, com direito a vocalzinho meio bagaceiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dilemma - In Spirit&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Só que estes também não foram os pioneiros no conceito Vivaldi para as pistas. No começo dos anos 80, o projeto de italo-disco Rondo Veneziano, já tinha colocado batidas modernas sob a melodia de "La Serenissima"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Rondo Veneziano - La Serenissima&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/365199215" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 14 Aug 2008 19:55:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/839/A_volta_de_La_Serenissima</guid>
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            <title>Tributo a Isaac Hayes (1942-2008)</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/362469848/Tributo_a_Isaac_Hayes__1942-2008_</link>
            <description>"Love..." chama a voz de profundeza abissal. "Love!" repete ela, agora num tom mais desesperado. A declamação continua, arrependida ("me aproveitei de você"), sofrida ("não consigo dormir, comer"), pedindo uma nova chance ("me ajuda amor"), mas com a sensação de que já é tarde demais ("nesse momento é você que vai rir por último"). Por baixo, arcos arrancam lágrimas de violinos, os mesmo usados pelos Racionais em "Jorge da Capadócia" e "Glory Box", do Portishead. A faixa se chama "Ike's Rap II", é de 1972 e é um dos momentos mais finos da carreira de Isaac Hayes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Minha música é muito, muito romântica e sempre exalta as mulheres", disse uma vez Isaac Hayes, que foi encontrado morto em casa, do lado de sua bicicleta ergométrica, na noite de domingo passado (10/8). Ainda não se sabem as causas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Isaac não era só mais um sedutor do soul. Ele foi um dos que redesenhou as regras do gênero, no final dos anos 60, com seu álbum Hot Buttered Soul. O fato do disco só ter quatro faixas bem compridas, entre elas uma versão de 18 minutos para "By the Time I Get to Phoenix" e outra de 12 para "Walk On By", já demonstrava que aqui se estava experimentando uma black music muito mais expansiva, ambiciosa e sofisticada que as mensagens adolescentes de três minutos da Motown.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;SOUL DE CINEMA&lt;br/&gt;Em meio a luta pelos direitos civis negros e o feminismo, Isaac (junto com Barry White, Norman Whitfield e o soul da Philadelphia) estava entre os artistas que traduziu os anseios e gostos de uma emergente classe média negra através de temas adultos e instrumentação chique, consciência racial e arranjos complexos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tudo isso esta resumido em sua faixa mais famosa, vencedora de Oscar: o tema de Shaft, ponto de partida de uma leva de filmes chamados "blaxploitation", onde personagens (e, muitas vezes, clichês) negros eram o foco principal. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As guitarras feitas espinhudas pelo pedal wah-wah, os violinos deslizantes e os ataques de metais grandiosos da faixa seriam revisitados até enjoar pelo pop negro da primeira metade dos anos 70. "Theme From Shaft" também forneceu uma porção de ingredientes cruciais para o som que veio a ser conhecido como disco music.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ecos de Isaac Hayes continuariam a ser ouvidos na música de pista quando surgiu a house em Chicago. Um dos hits do começo do gênero, "Love Can't Turn Around", de Farley Jackmaster Funk, fazia um belo empréstimo do groove de "I Can't Turn Around", que Hayes gravou em 1975.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ah sim, como você deve ter lido muito por aí, Hayes era também a voz do chef de South Park.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/362469848" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Mon, 11 Aug 2008 22:10:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/833/Tributo_a_Isaac_Hayes__1942-2008_</guid>
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            <title>808080808080808</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/359897329/808080808080808</link>
            <description>Quem tem acompanhado os Jogos Olímpicos de Pequim deve ter lido sobre a obsessão que os chineses tem pelo número 8, que consideram símbolo de boa sorte.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois o blog Music Thing, excelente referência para produção musical, aproveitou o gancho para lembrar de um instrumento icônico para a música, em especial o hip hop e a eletrônica: a bateria TR 808, da Roland. Afinal, foi a primeira bateria eletrônica que não tentava soar como bateria de verdade, oferecendo um som bem característico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O blog listou uma porção de links que fazem referência a 808, comol um mini-documentário feito para TV, clipes de Beastie Boys e 808 State, um artigo da Sound On Sound sobre a história do instrumento, lojas de kits de samples e outras coisas mais. Aula deliciosa!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quatro faixas históricas que usaram a 808:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Afrika Bambaataa &amp; Soul Sonic Force - Planet Rock&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando Quango - Love Tempo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Todd Terry Project - Bango (To The Batmobile)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.youtube.com/watch?v=2hvuwxDyx3I&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Marvin Gaye - Sexual Healing&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.youtube.com/watch?v=GVTN5o9Kgu8&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/359897329" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 08 Aug 2008 20:50:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/830/808080808080808</guid>
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            <title>Funk do trogolodita</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/358876552/Funk_do_trogolodita</link>
            <description>Uma lenda do funk completou 65 anos recentemente. O nova-iorquino Jimmy Castor não ficou tão conhecido quanto James Brown ou George Clinton, mas o som de seu projeto Jimmy Castor Bunch influenciou gente como Kayne West, Todd Terry, Chemical Brothers, Prodigy e Grooveyard. Seu clássico "It's Just Begun" é um dos grandes hinos dos b-boys dos anos 70.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em homenagem ao seu aniversário, aí vão três do mestre, que tinha uma certa queda por temas pré-históricos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jimmy Castor Bunch - It's Just Begun&lt;br/&gt;&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jimmy Castor Bunch - Troglodyte&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jimmy Castor Bunch - Bertha Butt Boogie&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/358876552" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 07 Aug 2008 20:30:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/827/Funk_do_trogolodita</guid>
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        <item>
            <title>Patrice Baumel responde</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089187/Patrice_Baumel_responde</link>
            <description>Patrice Baumel leu meu comentário sobre sua faixa "Roar" e me escreveu defendendo seu trabalho. Com sua autorização, publico aqui a mensagem (vale ressaltar aqui a civlidade e a elegância do cara ao lidar com uma crítica negativa...)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Oi Camilo,&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sua opinião sobre meu novo single no seu blog é muito interessante. Só queria te dar um pouco de perspectiva com relação a 'Roar'.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Originalmente, fiz a faixa só para mim como 'DJ tool'. Precisava de algo para dar às pessoas na pista um tipo de dinâmica diferente. Se você toca a mesma batida a noite inteira, chega uma hora que o efeito se perde. Eu acho que contraste é algo muito importante na hora de discotecar. Por 'Roar' usar tais dinâmicas diferentes - sem batidas e  com sutileza - o próximo disco que você mixar vai te dar um grande empurrão. Minha intenção nunca foi que ele fosse escutado em casa mas estritamente na pista. Nas mãos de um bom DJ pode virar uma verdadeira arma.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se você fala dele como 'fraude', me faz pensar como vê os milhares de discos que simplesmente se copiam uns aos outros, que são irreconhecíveis e não tem nenhum tipo de individualidade. Gostaria que as pessoas tomassem mais riscos na dance music, a maioria é muito conservadora, as regras muito rígidas. Basicamente, você me critica por ter quebrado as regras ao não incluir coisas ('seis minutos de um 'groove' sem bumbo, sem baixo...'). Teria sido fácil incluir todos os elementos tradicionais mas então nem estaríamos tendo esta discussão porque 'Roar' seria apenas mais um disco. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Respeito sua opinião e fico feliz que tenha começado essa discussão. Escrevo a você para compartilhar meu ponto de vista e ajudá-lo a me entender um pouco melhor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Obrigado!&lt;br/&gt;ciao Patrice"&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089187" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 05 Aug 2008 20:20:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/823/Patrice_Baumel_responde</guid>
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            <title>O novo Get Physical: genial ou fraude?</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089188/O_novo_Get_Physical__genial_ou_fraude_</link>
            <description>É o tipo de faixa que divide certinho os ouvintes entre aqueles que louvam sua originalidade e ousadia e aqueles que a consideram uma fraude sem precedentes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estou falando de "Roar", de Patrice Baumel, que saiu pela Get Physical (selo de Booka Shade, M.A.N.D.Y. e DJ T) no começo de julho. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;São aproximadamente seis minutos de um "groove" sem bumbo, sem baixo e sem... praticamente nada a não ser repiques de percussão, outros pontinhos percussivos, um micro-chimbau e palmas. Imagine "Spastik", do Plastikman, com um balde de quetamina virado na cabeça e você terá uma idéia do clima. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Roar", apesar de toda pretensão mal-disfarçada de querer "romper paradigmas", não diz nada, não é nada. Vale mais dar uma conferida nas duas outras faixas do EP, "Clair" e "Comfortably Uncomfortable".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mesmo assim, alguém está curtindo, e não é pouca gente. A faixa está em quarto na parada geral do Beatport. E não duvido se virar a faixa do mês no top 50 de julho do site Resident Advisor... (hmmm, segurei um bocejo agora)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouça aqui e tire suas conclusões:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Prefiro bem mais os dois lançamentos seguintes da Get Physical: o EP do Jona ("Take Five"/"Sunset"; que, aliás estão no meu último set... pronto, peixe vendido) e o EP Penny From the Lane, do Siopis (também conhecido como Silversurfer), que ainda não foi lançado, mas foge do GP tradicional de uma maneira bem mais pista e interessante que "Roar".&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089188" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 29 Jul 2008 18:55:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/815/O_novo_Get_Physical__genial_ou_fraude_</guid>
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            <title>Flávia Ceccato e Ângelo Leuzzi falsos na praça</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089189/Flavia_Ceccato_e_Angelo_Leuzzi_falsos_na_praca</link>
            <description>Flávia Ceccato mandou o email abaixo hoje à tarde. Tem impostor na área se aproveitando de bons nomes, pessoal! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Caso de polícia essa história aí. Pode ser considerado estelionato (o famoso 171), crime sujeito a penas que vão de multa à prisão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Caros amigos,&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;A picaretagem não tem fim.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Escrevo para alertá-los que este tal de club Ibiza (oi?), anda se apropriando do nome alheio em sua divulgação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Hoje recebi espantada, um e-mail onde eu mesma (flavinhaflaceccato@sabadovip) convidava para a "Boss Party", aniversário do dono da casa com uma programação pra lá de duvidosa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um pouco depois, recebo um telefonema do meu ex-marido Ângelo Leuzzi indignado por ter recebido o mesmo e-mail, porém desta vez o remetente era flavinhaeangeloleuzzi@sabadovip.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seria ingenuidade achar que apenas nossos nomes foram usados para divulgar a 'festa do patrão'.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Telefonei inúmeras vezes ao club, deixei vários recados, pedindo que alguém me desse um retorno com explicações. Nada aconteceu. Mais uma prova da falta de honestidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, as medidas legais já estão sendo tomadas mas eu e o Ângelo queremos deixar claro que não temos quaisquer tipo de relação com esta casa que usa de má fé para atrair clientes.&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Flávia Ceccato&lt;br/&gt;e Ângelo Leuzzi"&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089189" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 24 Jul 2008 17:50:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/810/Flavia_Ceccato_e_Angelo_Leuzzi_falsos_na_praca</guid>
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            <title>Idéias geniais não precisam custar nada!</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089190/Ideias_geniais_nao_precisam_custar_nada_</link>
            <description>Parece aquelas palhaçadas virais que se espalham loucamente pela rede. Mas não, é o clipe novo do Telepathique, feito para a faixa "I'm Not the Man You Think I Am".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A vocalista Mylene Pires teve a idéia de usar o filme de sua festa de 15 anos, uma verdadeira superprodução digna de salão de danças do Clube de Regatas Tietê. Engraçado demais!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A outra metade da dupla, o produtor Érico Theobaldo, DJ Periférico, pegou o material e editou tudo. Voilá! Estava pronto o clipe, sem mistério e sem orçamento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mistério mesmo é por que no Brasil não se fala da dupla. Os americanos estão falando: às vésperas de embarcarem numa turnê pelos EUA, o Telepathique ganha espaço em blogs e sites, além de uma segunda menção da Spin.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A primeira você leu aqui neste blog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quer ver o Telepathique antes deles embarcarem rumo à terra de Obama? Então cola no Studio SP, nesta sexta-feira (25/6), a partir das 21 horas (sim, o lance é cedão...)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Telepathique - I'm Not the Man You Think I Am&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089190" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 18:35:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/809/Ideias_geniais_nao_precisam_custar_nada_</guid>
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            <title>Não é bem o Kraftwerk que vem...</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089191/Nao_e_bem_o_Kraftwerk_que_vem___</link>
            <description>Esclarecido o boato de que o Kraftwerk vinha fazer shows no Brasil em outubro!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem vem, na real, é Karl Bartos, membro ex-membro do lendário grupo, com seu projeto solo AudioVision. O projeto, como deixa claro o nome, é áudio-visual e, além de Bartos, traz mais dois integrantes: seu engenheiro e diretor técnico Mathias Black e seu diretor de arte Karsten Binar. Além do trio, o show conta com um estúdio móvel de TV.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por razões mais, digamos, comerciais, o espetáculo será anunciado no Brasil como "The Legend: Karl Barthos". As datas vão rolar entre 7 e 13 de outubro. A única divulgada até agora foi mesmo a do dia 12/10, no Bar Opinião, em Porto Alegre. Locais em São Paulo e Curitiba estão em fase de negociação. As i nformações são todas da Cantareira Marketing, que organiza a turnê.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Karl descreve o que rola no palco: "Nossos shows são experiências multi-sensoriais. Mas, se você fechar os olhos, poderá ver seu próprio filme. Enquanto gravações invariavelmente definem uma 'ida', há uma comunicação natural, dos dois lados, criando uma interação público-show."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;AudioVision ao vivo em 2007&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089191" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:10:00 +0300</pubDate>
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            <title>Kraftwerk no Brasil?</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089192/Kraftwerk_no_Brasil_</link>
            <description>Deu no jornal Zero Hora, de Porto Alegre (texto de Roger Lerina):&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Fãs de música eletrônica, plugai vossos transistores! Os pais da matéria vêm mostrar aqui em Porto Alegre com quantos bits e bytes se faz dagadaga de qualidade. O pioneiro grupo alemão KRAFTWERK volta ao país para uma turnê em outubro - e passa pela Capital no dia 12, pra brincar com seus sintetizadores e computadores no Dia da Criança lá no bar Opinião."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Bar Opinião é uma casa de shows tradicional de Porto Alegre e já recebeu artistas que vão de Eric Clapton a Echo &amp; the Bunnymen. O site deles diz que dia 9/10 toca por lá Nine Inch Nails.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Falei com uma amiga que conhece gente próxima da banda e seu contato disse que a informação não procede. O site do grupo só informa datas até setembro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Perguntei sobre isso para um conhecido da EMI, gravadora do Kraftwerk no Brasil, e ele disse: "Parece que estão tentando trazer sim, mas não tem nada confirmado ainda..."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguém sabe alguma coisa?&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089192" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 18 Jul 2008 00:15:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/802/Kraftwerk_no_Brasil_</guid>
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        <item>
            <title>Be-a-bá da disco</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089193/Be-a-ba_da_disco</link>
            <description>Alguns motivos me levaram a pensar nesse post aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;a) Disco está "na moda", seus sons e idéias aparecendo em muita música boa feita em 2008;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;b) Disco nunca é demais;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;c) Disco é raiz, não importa se você gosta de techno, house, electro, maximal, pós-punk ou breaks, tem disco no DNA de praticamente toda música de pista de dança;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;d) Tem gente mais nova que não sabe lhufas de disco, quer saber e não sabe por onde começar;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;e) Aproxima-se o aniversário de 3 anos da Discology vs Quebrada lá no Vegas (2/11) e achei por bem começar a lembrar algumas das faixas que estiveram presentes na nossa pista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta seleção é feita a partir de clipes do YouTube: tem euro-disco, ítalo-disco, disco-funk, disco de orquestra, disco de sintetizador, disco que fez sucesso, disco obscura etc.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Obviamente por ser material antigo, nem tudo tem um videoclipe ou registro ao vivo. Nesses casos, coloquei um clipe só com música.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Divirta-se!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Class Action - Weekend (1981)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Kebekelektrik - Magic Fly (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;KC &amp; The Sunshine Band - Do You Wanna Go Party? (1979)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Andrea True Connection - More, More, More (1976)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Heatwave - Groove Line (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Instant Funk - I Got My Mind Made Up (1978)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Giorgio Moroder - Utopia (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;La Bionda - Wanna Be Your Lover (1980)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Klein &amp; MBO - Dirty Talk (1982)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Chic - Le Freak (1978)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Loleatta Holloway - Runaway (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Candi Staton - Young Hearts Run Free (1976)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;George Maccrae - Rock Your Baby (1974)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bebu Silvetti - Spring Rain (1976)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Loose Joints - Is It All Over My Face? (1980)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Roy Ayers - Running Away (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Crown Heights Affair - You Gave Me Love (1980)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Carrie Lucas - Dance With You (1979)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cloud One - Disco Juice (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Voyage - Souvenirs (1978)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089193" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 16 Jul 2008 13:45:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/798/Be-a-ba_da_disco</guid>
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        <item>
            <title>(Des) acelerando em nome da arte</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089194/_Des__acelerando_em_nome_da_arte</link>
            <description>John CageSeattle, 1939. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O compositor vanguardista americano John Cage, compõe peças onde um dos instrumentos a ser usado são pick-ups com "velocidade variável". A idéia de Cage é produzir música através da oscilação do pitch (afinação, em inglês), com sons que vão do 33 RPM ao 78.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desde então, artistas com mania de desobedecer o molde pré-estabelecido têm adotado a prática de alterar a velocidade (e, por consequência, a afinação) de uma gravação original para conseguir um resultado diferente (ou melhor).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No final dos anos 80, reza a lenda que o DJ belga Marc Grouls tocou sem querer a faixa "Flesh", do A Split Second, na rotação errada. O eletrônico nervoso do original virou um novo groove dopado, na casa dos 110 BPM. O resultado agradou e a idéia se espalhou que nem febre, gerando o movimento "new beat", onde faixas de acid, EBM e techno eram tocadas numa rotação mais baixa. O "new beat" foi super-popular na Bélgica até o começo dos anos 90 e foi de onde se originaram selos como R&amp;S e Music Man.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesse meio tempo, do outro lado do Canal da Mancha, DJs ingleses estavam indo na direção contrária e começando a acelerar discos de breakbeat e hip hop. As batidas quebradas aceleradas ajudaram a dar os contornos de novas vertentes eletrônicas, conhecidas como hardcore e do drum'n'bass. Um exemplo clássico era "Bug In the Bassbin", da Innerzone Orchestra (Carl Craig) que, tocada em 45 RPM, passou de techno-jazz de Detroit a proto-drum'n'bass.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(E sabia que em 1986 o Cocteau Twins lançou o álbum Victorialand em 45 RPM, algo totalmente inusitado já que álbuns sempre tocaram em 33? O que deu de moderninho paulistano se deslumbrando com a "beleza incomum" do disco, mal sabendo que estava ouvindo na rotação errada...)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Veja os dois posts abaixo para a continuação da história...&lt;br/&gt;...Rebajadas&lt;br/&gt;...e, finalmente, Low Motion Disco&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089194" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:10:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/794/_Des__acelerando_em_nome_da_arte</guid>
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        <item>
            <title>...Rebajadas </title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089195/___Rebajadas_</link>
            <description>O Fernão, VJ do Embolex, me deu a letra que existe toda uma onda de se tocar discos de cumbia em rotação mais lenta. O centro disso fica em Buenos Aires, mas existem adeptos da Argentina até a Colômbia. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A galera chama essas versões de "rebajadas" e o resultado é molenga e bizarro. O vocal parece que vem de algum rito macumbeiro onde pessoas entram em transe profundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cumbia de Las Estrellas (Rebajada)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cumbia de Los Pomos (Rebajada)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas essa cena não se resume às "rebajadas". Buenos Aires hoje está cheia de DJs "mashupando" cumbia e outros ritmos latinos com dub, dancehall, hip hop e eletrônico. Procure nomes como Chancha Via Circuito, Sonido Martines, El Remolon e El Hijo de la Cumbia. O blog Muy Bastard é uma boa fonte para mixtapes e infos dessa cena.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ah, e alguém avisa o Hernan Cattaneo!&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089195" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:05:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/793/___Rebajadas_</guid>
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        <item>
            <title>...e, finalmente, Low Motion Disco</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/357089196/___e__finalmente__Low_Motion_Disco</link>
            <description>Essa dupla suíça acaba de lançar seu primeiro álbum pela Eskimo. Embora seu trabalho não consista exatamente de baixar o aumentar a velocidade de gravações que já existem, seu conceito tem a ver já que elas pegam gêneros inteiros, como funk e disco, e fazem tudo virar música de chill out.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, está tudo na cara né? Além do nome da banda, o álbum se chama Keep It Slow e das 12 faixas como, 10 tem as palavras "low" ou "slow" no título. Se você gosta de balearic, Quiet Village e Mountain of One, venha se esparramar no sofá do LMD.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Low Motion Disco - Love Knows Low&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer1" height="24" width="290" class="spacer2" style="display:block;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=1&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=/media/musica/tracks/LMD-love.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;a href="http://rraurl.uol.com.br/media/musica/tracks/LMD-love.mp3" class='ur bd'&gt;Low Motion Disco - Love Knows Low&lt;/a&gt; (mp3)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Low Motion Disco - Things Are Gonna Get Easier&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer2" height="24" width="290" class="spacer2" style="display:block;"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=2&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=/media/musica/tracks/LMD-things.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;a href="http://rraurl.uol.com.br/media/musica/tracks/LMD-things.mp3" class='ur bd'&gt;Low Motion Disco - Things Are Gonna Get Easier&lt;/a&gt; (mp3)&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089196" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 13:50:00 +0300</pubDate>
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            <title>As aventuras de um selo brasileiro</title>
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            <description>O Lunatic Jazz é um selo de house brasileiro que vem se firmando no mercado internacional com bons lançamentos. Eu mandei algumas perguntas para o velho amigo Jota Wagner sobre as alegrias e agruras de se manter um selo independente em terras tupininquins. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele aproveita e fala um pouco também do recente aniversário de sete anos da Colors, a festa que mantém com o irmão Wander A e que agora faz parte da programação do Vegas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que tipos de músicas saem pela Lunatic Jazz?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A linha artística do Lunatic Jazz é house underground, apesar de a "ultra segmentação" facilitar um novo selo formar sua marca, preferi manter as coisas no velho estilo dos selos independentes classicos: musica boa, bem feita, trazendo algo de diferente em sua construção, mesmo que isso signifique poucas vendas. No catálogo tempos faixas dos produtores Joe Silva, Anhangüera, Rafael Accorsi e minhas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dá muito trabalho ter um selo? Qual a parte mais chata e a mais legal?&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Dá pra seguir duas linhas. Você pode ir pelo lado menos trabalhoso, que é contratar distribuidoras e outros facilitadores que, apesar de achatarem os ganhos que já são pequenos, fazem a música chegar a mais lugares. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O outro caminho é ser uma pessoa de alma estritamente empreendedora e se dedicar 100% a todas as etapas do processo mesmo, como licenciamento, publishing, toda a promoção para a imprensa... mas este definitivamente não é o meu caso. Quem sabe não consiga um sócio com este perfil no  futuro! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sobre o melhor e o pior de se rodar um selo, a parte mais legal é ver as músicas nos charts  e sets de outros DJs. A mais chata é a rotina burocrática que todo negócio demanda, de contratos e tudo o mais. É um porre necessário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tem muita gente que grava umas bases e acha que está fazendo música e já quer lançar. Que dicas você dá pra quem estiver afim de te mandar músicas e ser ouvido?&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Quando você está começando a produzir, você não tem ouvido nem pra perceber quando a música está mal feita, alem do fato de ser difícil julgar um trabalho que você mesmo criou. A saída possível e mandar para bons DJs e produtores, que entendam muito do assinto e topem dar um feedback sincero sobre o que está ouvindo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma dica importante: escutem as críticas e não lancem uma música no mercado na pressa, só pra botar no release que tem discografia. Lançar música mal feita é dar um tiro no pé, pois joga uma pá de terra em cima de um nome. No mercado musical, geralmente se a pessoa escutou uma música e não gostou, não vai se interessar em ouví-lo novamente. Dito isso, estamos abertos a receber e ouvir demos e não estamos nem um pouco preocupados em diferenciar grandes nomes de novos talentos desde que, obviamente, o material seja bom.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E a Colors, quais foram as festas mais legais dos sete anos?&lt;br/&gt;A Colors de sete anos, sexta passada (4/7), foi incrível, muito elogiada. A de janeiro, em que dividimos a pista com a dupla da Rebel Waltz, Murray Richardson e Stuart Patterson, foi tambem inesquecível. Estamos pilhados com esta nova fase no Vegas, muito excitados mesmo. Com o suporte que o clube está nos dando vamos conseguir fazer coisas inimagináveis para a house underground brasileira. Ficamos felizes que o público dividiu esta alegria conosco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quais os próximos passos tanto para Colors como para Lunatic Jazz?&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Em agosto começamos a Lunatic Jazz Sessions, uma festa dedicada ao conceito artístico do selo em um lugar pequeno que vai permitir ao DJ fazer o máximo de experimentalistmo. Tambem vamos cumprir nossa agenda de lançamentos que já está negociada até o final de 2008 e lançar uma compilação com remixes de nomes internacionais como Asad Rizvi, Funky Transport, Bobby &amp; Klein, Joe Silva e mais alguns bons nomes que estão afim mas ainda não deram a confirmação final, por isso não podem ser anunciados. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em relação à Colors , estamos preparando uma agenda de convidados especiais até o final do ano, vamos visitar Belo Horizonte e Curitiba em breve, além de algumas outras cidades legais até o fim do ano.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~4/357089197" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 08 Jul 2008 20:10:00 +0300</pubDate>
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