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        <title>RRAURL: Bate-Estaca</title>
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            <title>RRAURL: Bate-Estaca</title>
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            <title>Tech-disco com pegada</title>
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            <description>Já falei e exaltei a dupla belga Mugwump aqui no blog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Preciso falar deles e novo por causa de uma faixa excelente que ouvi pela primeira no set que gravaram para o programa Beats In Space, de Tim Sweeney. Chama-se "Tellakian Circles".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bem, o EP com a faixa saiu agora para o público. Tem a versão original e um remix dos elegantes Runaways. Tech-disco espacial com pegada. Recomendadíssimo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouça aqui.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/vaKQU647ZH4" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 03 Jul 2009 00:13:42 +0300</pubDate>
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            <title>Country vs eletrônico?!</title>
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            <description>Country e eletrônico. Uma ideia de combinação que certamente fará a maioria das pessoas que conheço querer mudar de assunto na hora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas calma! Ouça o que o dinamarquês cabeçudo Trentemoeller fez com essa balada de Chris Isaak, hitaço no começo dos anos 90. Tá, ele fez ela virar dub, mas o vocal está lá, country melancólico. E, ainda assim, quem diria que dub + country + eletrônico poderia soar tão bem?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Chris Isaak - Wicked Games (Trentemoller Businessman Dubby Games Remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No mais, desencavei dois momentos country-eletrônicos dos anos 90. Talvez soem meio cafonas para alguns, mas para mim trazem lembranças de boas épocas noturnas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;KLF feat. Tammy Wynette - Justified and Ancient (Stand by the Jams)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Grid - Swamp Thing&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/3oyVwAbI6Hk" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 02 Jul 2009 00:11:15 +0300</pubDate>
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            <title>Sem Michael Jackson, sem heróis</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/R-tZLaK-J_I/Sem_Michael_Jackson__sem_herois</link>
            <description>Os heróis da música estão acabando. O maior dos últimos 30 anos acaba de nos deixar. A morte de Michael Jackson escancarou a situação de seca icônica que será a característica da próxima década. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Michael Jackson - Remember the Time (Silky Soul Radio Edit)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os astros que fazem as pessoas pendurar posters no quarto, acompanhar os mínimos detalhes de sua carreira, colecionar cada nota musical já gravada e os admirar como seres que vivem em outra realidade ao mesmo tempo em que o consideram um amigo íntimo, estão quase todos extintos, símbolos de uma outra era. Não há quem substitua esses grandes, na verdade não há nem quem substitua os médios. Vivemos numa década fragmentada, populada por nichos e com DDA crônico. Ninguém tem paciência para muita dedicação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Michael Jackson - Rock With You (Frankie Knuckles Remix).mp3&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Coachella e Glastonbury em 2025 terão sérios problemas de lineup. É claro que terão à disposição todos os nomes quentes do mês, os nomes twittados e blogados (ou em seus equivalente de 2025). Mas quem vai fazer o papel do nomão ecumênico, junta-tribo, a super-referência, o Grande Retorno Triunfal?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os anos 20 do século 21 vão ter é que se virar com os "grandes" nomes do 00. Gente muito boa, como Strokes, Franz Ferdinand, LCD Soundsystem, Gossip, MGMT, Justice, Simian Mobile Disco, Yelle e Santogold. Suponhamos que durem ou que sejam revididos. Algum vai ter fôlego para causar aquela comoção aglutinadora? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Voltando a Michael Jackson, ele conseguiu realizar uma última proeza, de causar inveja a qualquer artista vivo. Nesses dias que se seguiram à sua morte, fez reviver uma prática que estava a caminho do esquecimento: pessoas lotaram lojas de discos e congestionaram sites para comprar CDs e vinis, atrás de um último contato físico com seu ídolo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Jackson 5 - I Want You Back (Z-Trip Remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Michael Jackson - Get on the Floor (Holy Ghost! Edit)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Michael Jackson - Wanna Be Startin' Something (Brothers In Rhythm Remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The Jacksons - Shake Your Body (Disco remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Michael Jackson - Billie Jean, My Love (ComaR version)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/R-tZLaK-J_I" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 30 Jun 2009 03:15:57 +0300</pubDate>
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            <title>Michael Jackson (1958-2009)</title>
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            <description>&lt;br/&gt;Texto originalmente publicado no Virgula&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Michael Jackson morreu nesta quinta-feira (25) aos 50 anos, vítima de uma parada cardíaca.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O cantor sofreu o ataque do coração no início desta tarde e foi levado ao hospital UCLA Medical Center, em Los Angeles, mas, segundo o jornal, os paramédicos não conseguiram reanimá-lo. Ele não tinha pulso quando foi atendido pelos médicos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;MEMÓRIA&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A enxurrada períodica de notícias escandalosas envolvendo o nome de Michael Jackson desde os anos 90 fez muita gente esquecer uma verdade incontestável: ele foi um dos dois maiores artistas pop dos últimos 50 anos (o outro foi Elvis). E é esse o Michael Jackson que seus milhões de fãs ao redor do mundo vão guardar na memória.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então, vamos esquecer um pouco as acusações de pedofilia, o bebê sendo balançado na varanda do hotel, as máscaras anti-germes e as sucessivas cirurgias plásticas que transformaram seu nariz num pedacinho de cartilagem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vamos lembrar do menino-prodígio que, aos 10 anos, subia nos palcos já como líder de seu grupo, o Jackson 5, e que, com seu carisma solar e passos de dança impecáveis, ofuscava todos seus companheiros de banda/irmãos mais velhos. Desde essa época, Michael era famoso, adorado e vendia milhões de discos, carregado por hits como "ABC" e "I Want You Back".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CARREIRA-SOLO&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A carreira-solo era inevitável. Mesmo durante a existência do Jackson 5 (depois rebatizados de The Jacksons), Michael já era levado para gravar sozinho no estúdio, gerando sucessos como "Ben" e "I'll Be There". E tratado como A estrela, O especial.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seu pai o educou segundo uma disciplina rígida (sua mãe era testemunha de Jeová), e consta que era comum que Michael apanhasse. É nesse misto de tratamento de reizinho com severidade familiar, de privilégio com trabalho incessante, que foi criado o menino Michael. Alguém acha estranho ele ter virado o que virou? Michael Jackson nunca viveu como gente normal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 1979, Michael lançou seu primeiro álbum-solo, Off the Wall, produzido pelo maestro Quincy Jones. O disco foi um sucesso global e abriu caminho para o álbum em que Michael deixou de ser apenas um cantor muito famoso para virar um fenômeno musical que só encontra paralelo em Elvis Presley. Este álbum era Thrilller, que saiu em 1982.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;THRILLER&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Todas, eu disse todas, as músicas de Thriller viraram hits. "Billie Jean", "Beat It", "Human Nature", a faixa-título, são todos clássicos eternos. O disco é até hoje o álbum mais bem-sucedido da história, tendo vendido entre 100 e 109 milhões de cópias. Muito do sucesso do disco veio da aposta de MJ numa nova mídia, os video-clipes, que o mundo assistia e tentava copiar seus incríveis passos de dança (como o Moonwalk, o passinho para trás assumidamente inspirado no breakdance).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas Michael, sendo Michael, não fazia clipes, fazia super-produções. O vídeo de "Thriller" tinha 13 minutos e foi dirigido por John Landis, que fez os Irmãos Cara-de-Pau. A estreia de um novo clipe no Fantástico, que era onde se viam novos clipes na TV brasileira no começo dos anos 80, era um evento nacional que todo mundo comentava no dia seguinte.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PÓS-THRILLER&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A performance de Thriller foi tão superlativa que seria diíficil repetí-la. O disco seguinte, Bad (1987), foi um estouro também, com várias músicas em número um, mas o impacto já foi bastante menor (vendeu "apenas" oito milhões de cópias). Para muitos críticos, ele não atingia a genialidade artística e comercial de Thriller, repetindo algumas de suas fórmulas. Dangerous, de 91, teve sucessos como "Black or White" e "Remember the Time", mas tinha um conjunto bem irregular.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A essa altura, as excentricidades de Michael Jackson já alimentavam os tablóides de todo o mundo. Ele dormia numa câmara hiperbárica para retardar seu envelhecimento. Ele comprou um rancho na Califórnia para morar e o batizou de Neverland (Terra do Nunca). Lá montou parque de diversões, trenzinho, salas cheias de brinquedos e um pequeno zoológico. E sua predileção por ficar mais na companhia de crianças do que de adultos ganhou fama. Ele adquiriu os direitos para todo o catálogo das músicas dos Beatles (depois Paul McCartney recompraria parte delas).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CURVA DESCENDENTE&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 1993, a carreira de Michael Jackson começou uma longa e triste curva descendente. Ele foi acusado de molestar um menino de 13 anos que frequentava sempre sua casa. Levado para os tribunais, seu nome foi arrastado na lama dos tablóides. Ao mesmo tempo, ele passou por uma clínica de reabilitação para curar um vício em analgésicos. O casamento com Lisa Marie Presley (filha de Elvis) em 94 não durou muito; 19 meses depois eles já estavam separados.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 95, o sucesso do single "You Are Not Alone" acenou para uma recuperação de sua carreira. Musicalmente, era talvez a coisa mais melosa e sem graça que ele já gravou. E foi fogo de palha. O álbum que trazia a música, HIStory, basicamente uma coletânea, foi uma decepção nas vendagens.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No ano seguinte, Michael casou de novo, com a enfermeira Debbie Rowe. Com ela teve dois filhos, Prince Michael Jackson Jr. e Paris Michael Katherine Jackson. Em 1999, eles se divorciaram.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O álbum Invincible, o primeiro de material todo inédito desde Dangerous, foi lançado em 2001. Apesar de vender razoavelmente bem, não chegava aos pés da fase dourada do cantor e logo foi esquecido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este ano, uma série de 50 shows em Londres foi anunciada, como mais uma tentativa de retorno triunfal de Michael Jackson. Os ingressos esgotaram para todos os shows e pela primeira vez em muito tempo o foco das notícias sobre Michael Jackson tinha a ver com música e não com algum escândalo. Pena que ele não teve tempo de coroar novamente o seu reinado no pop.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/eqcA_Mkt10s" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 21:35:00 +0300</pubDate>
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            <title>James Murphy, antes da dance music</title>
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            <description>Muita gente adora dizer que James Murphy, um dos LCD Soundsystem, salvou a dance music ao injetar nela uma pegada rock/pós-punk lá pelo meio desta década.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, antes de mais nada, foi a dance music que salvou James Murphy. A comprovação está no Speedking, banda que Murphy encabeçou nos anos 90. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um rock quadrado meio Joy Division meio Sonic Youth, um groove adstringente, de pulso eletro-hipnótico e ocasionais esporros barulhentos. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouça "Millionth Monkey". A música não é de todo ruim. É até boazinha. Mas como o som de James Murphy ficou melhor acrescido de suingue, cowbells, claps disco e outros itens chacoalhantes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Speedking - Millionth Monkey&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/DALM7YU8Rpc" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 25 Jun 2009 00:52:36 +0300</pubDate>
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            <title>Chegou o álbum de Renato Cohen</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/ngkcNgrPZk0/Chegou_o_album_de_Renato_Cohen</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O parto foi longo, mas o bebê finalmente veio ao mundo. Hoje é o lançamento oficial de Sixteen Billion Drum Kicks, primeiro álbum de Renato Cohen.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O disco vem cheio de coisa boa: techno, bastante claro, house, batidas quebradas, jazz, samba (mas não do jeito que você imagina) e disco music. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Disco music, claro. Cohen também está obcecado pela "boa música de todas as épocas" ("o movimento sem nome", como disse Greg Wilson), que, em meio a mesmice eletrônica atual, é para onde está migrando grande parte dos DJs com fome de música de qualidade. Ele tem passado muito tempo em Londres, indo a festas como Disco Bloodbath e apreciando DJs como Loud E e Daniele Baldelli.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Abaixo duas amostras do álbum.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Renato Cohen - Jaxx&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E tem essa divertida versão jazz daquela música que sacudiu o começo dos anos 00, em parceria com Bocato, o veteano do trombone.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Renato Cohen e Bocato - Pontape Jazz&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/ngkcNgrPZk0" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 23 Jun 2009 00:53:48 +0300</pubDate>
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            <title>Shuffle randômico aleatório</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/GlzpCMg49hU/Shuffle_randomico_aleatorio</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Shuffle randômico aleatório. Alguém se incomoda de ser jogado pra cá e pra lá um pouco? &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Começando com um alemão talentoso ao extremo. Vamos fazer uma campanha para Tensnake nunca mais sair do estúdio! Ele só melhora a cada disco! Ouça essa e corra atrás do seu último EP que tem mais coisa boa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tensnake - Holding Back (My Love)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Todo DJ de techno, tech-house ou coisa que o valha leva algum Eyerer ou Babicz na bagagem quando sai. Um dia os dois encheram a cara de frozen marguerita, foram para o estúdio e deu nesse latinismo teutônico aí.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Martin Eyerer e Robert Babicz - Salsa Roja&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Strictly Rhythm tem se saído bem na sua nova fase. Dennis Ferrer capricha no deep melódico aqui. Piano saboroso.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dennis Ferrer - Sinfonia Della Notte&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sou fã de Depth Charge. É o projeto mais "famoso" do inglês J. Saul Kane, que nunca foi reconhecido como merece. Lança músicas desde 1989, sempre groovões firmeza com uma boa dose de irreverência, graças a seus samples abusados. Essa acaba de sair pelo seu selo D.C. Recordings.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depth Charge - Shy&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que acontece quando os projetos de eletro-pop melódico Memory Cassette e Weird Tapes se juntam? Eles tomam chá de fita? Errado, eles gravam uma sublime canção como esta.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Memory Tapes - Bicycle&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pós-disco de 84 co-produzido por Steve D'Acquisto, um dos caras que estavam na maternidade da disco, em Nova York, no tempo em que eu ainda fazia xixi na calça (erm, começo dos anos 70).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Department of Sunshine - Rude Boys (Dub)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Percussão com mais molejo que as bocas-de-sino do Simonal. É longa, mas mesmo assim no final você quer mais. Permanent Vacation, cujos donos assinam o remix, é um daqueles selos que vale ficar de olho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Woolfy vs Projections - Neeve (Permanent Vacation Tropical Heat Mix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Edit de disco obscura. E pensar que a maioria das pessoas dançava Village People e não isso nos anos 70. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Harari - Party (LeBaron edit)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Funkão também dos anos 70. Sample alert! Lá pelo meio, algo soa familiar. Não é pra menos, é o ataque de metais que o S'Express usou depois em "Theme".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Crystal Grass - Crystal World&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Disco-funk pop made in Italy. Foi hit de rádio em 1980. O refrão é super-bonder.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uncle Louie - Full Tilt Boogie&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/GlzpCMg49hU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Sat, 20 Jun 2009 21:57:36 +0300</pubDate>
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            <title>Truques no CDJ</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/Y5G-jBN3nyA/Truques_no_CDJ</link>
            <description>Sem tempo para um post mais elaborado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Amanhã tem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto isso, divirta-se com James Zabiela ensinando truques no CDJ.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O cara é um ótimo professor.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/Y5G-jBN3nyA" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 19 Jun 2009 02:43:06 +0300</pubDate>
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            <title>Italo que é um terror</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/zWGrOUPf-pk/Italo_que_e_um_terror</link>
            <description>Preste atenção no italiano Bottin, natural de Veneza, em vias de ser cidadão do mundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele lançou esta ótima faixa pelo selo Italians Do It Better&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bottin - No Static&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Gravou um set primoroso de disco e italo, nova e velha, chamado "Disco Aesthetics", que foi hit nos blogs bacanas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dá pra baixar aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em julho, ele lança seu primeiro álbum, Horror Disco. O selo é a respeitada central de disco "barbuda", Bear Funk. Segundo ele diz no seu MySpace, as influências vão do mestre disco Giorgio Moroder ao veterano ator de filme de medo Vincent Price.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/zWGrOUPf-pk" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 17 Jun 2009 23:30:08 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1414/Italo_que_e_um_terror</guid>
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        <item>
            <title>Os Selvagens da Noite</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/IVtShTcY814/Os_Selvagens_da_Noite</link>
            <description>Deu nesta segunda (15) que um clássico cult de filmes de gangue, um ícone dos anos 70, o filme Warriors - Os Selvagens da Noite ganhará um remix... desculpe, remake. Quem vai dirigir a nova versão é Tony Scott, diretor de Amor à Queima-Roupa e Top Gun.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E quem vai fazer a trilha? Ainda não se sabe, mas é importante saber. A trilha original, do americano Barry de Vorzon, especialmente a música-tema, é tão cultuada quanto o filme.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouça aí o tema, conforme aparece na abertura do filme de 1979. É synth-rock da melhor qualidade. Ano passado saiu um edit do Skinny Joey dessa faixa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Barry de Vorzon - The Warriors Theme&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa aqui é mais antiga. Da trilha da série de TV The Young and the Restless. década de 70. Disco super-cool.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Barry de Vorzon - The Dancer&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E aqui mais um tema sintetizado para mais uma série de TV, agora dos anos 80, V - Os Extraterrestres na Batalha Final.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Barry de Vorzon e Joseph Conlan - V Mini-Series : The Final Battle&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/IVtShTcY814" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 16 Jun 2009 23:31:59 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1411/Os_Selvagens_da_Noite</guid>
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        <item>
            <title>Truques e mais truques</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/OxVp9NVvvBU/Truques_e_mais_truques</link>
            <description>Um grupo de DJs londrinos andou dando um golpe feio e tosco. Seguinte: usando cartões de crédito falsos, compraram sem parar downloads de suas próprias faixas. Com isso, ganhavam grana de direitos autorais e promoviam seus nomes, fazendo-os aparecer bem nas listas de vendidos. Eles foram pegos e vão responder judicialmente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fóruns pela internet estão sedentos para saber o nome dos ditos cujos. Esperamos que sejam descobertos para o merecido apedrejamento em praça pública.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Inflar artificialmente o sucesso de um nome é mais antigo que minha vó. A prática é antiga na música. Gravadoras de bandas de rock inglesas nos anos 60 compravam discos de monte nas lojas para fazê-los subir nas paradas de sucesso. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acontece que antes era geralmente a gravadora ou empresário quem "sujava as mãos". Hoje, com tantos artistas assumindo todas as etapas do processo, alguns resolveram assumir esse lado escuso também.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;TURNÊ EUROPEIA&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora, vamos e venhamos, a música eletrônica está cheia, mas cheia, de truques de diversas cores e tamanhos. Datas em dois pubs da Estônia que viram "turnê europeia" (ou pior, dizer que tocou na Europa quando nem foi). Socar votos na eleição dos Top DJs da DJ Mag (ou em qualquer votação com alguma importância). Lançar dez faixas genéricas e toscas em selo próprio no Beatport só (e só mesmo) para poder colocar "produtor" no CV.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Na minha nova coluna para a DJ Mag, chamada "Camilódromo", eu abordei o tema dos truqueiros na discotecagem e live PA (saiu na edição 10). Segue um trecho do texto:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Com tanta gente sem entender direito o que se passa ali entre o mixer, os cabos, as pick-ups/CDJs e aquele laptop (não insistem em chamar o Gui Boratto de DJ a toda hora?), tem muito malandro se aproveitando disso para se dar bem. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O que dizer, por exemplo, dessa história que aconteceu comigo e um conhecido DJ inglês de psy-trance? Passei o constragimento de tocar antes dele. No fim do meu set, ele chegou, todo serelepe e animadão. Já achei esquisito quando se lançou por cima do mixer e passou a girar botões que nada faziam, afinal eram de canais com o volume abaixado. Mas aí aconteceu o mais absurdo. Quando ponho minha última música e passo a bola, veio a pergunta que entregou toda sua filosofia de discotecagem fraudulenta: 'Essa música tá mixada com a próxima?' &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A coisa é tão disseminada por aí que foi criado até um blog dedicado a desmascarar os (maus) atores: www.deadact.com (que considera o DJ serelepe citado acima 'o rei do dead PA'. "&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então, assim, os ingleses fizeram algo muito feio. Mas eles estão longe de serem exceções.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/OxVp9NVvvBU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Mon, 15 Jun 2009 22:47:10 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1410/Truques_e_mais_truques</guid>
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        <item>
            <title>Noites, nomes e tendências</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/y9Axrwf_x9w/Noites__nomes_e_tendencias</link>
            <description>Vamos logo à informação mais urgente: toco nesta quarta (10/6) no bar Astronete (rua Matias Aires, 183, perto da rua Augusta). A noite se chama Veneno e tocam comigo os residentes Mauricio Fleury, Peba Tropikal e Ronaldo Evangelista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O set é de disco, funk e rare grooves com uma particularidade: é 100% em vinil.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uau! dirão alguns. E eu digo "Uau!" mais ainda, tão imerso em discotecagens digitalizadas que tenho estado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Certo dia, há muitos anos, fiquei imaginando o dia em que "vinil set" seria algo de destaque, inusitado, numa festa. Naquele tempo, vinil era a moeda corrente das cabines e CDs ainda eram vistos com reserva por muitos DJs profissionais. Todo mundo tocava "vinil set". &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(Depois, alguns novidadeiros apareceram com um espelhinho para deslumbrar índio chamado "Final Scratch set". Que era a mesma coisa que o set de vinil só que tocado com o vinil do Final Scratch)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bem, o dia que eu imaginei chegou e cá eu estou chamando o povo e dando destaque para o fato de que vai ser "vinil set". Em tempos de CDs, MP3, Ableton, Traktor, Serato, Torq e o escambau, ou seja, em tempos onde quase todo DJ é digital, "vinil set" tem um ar de coisa romântica e vintage. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu, de minha parte, senti um certo alívio de selecionar músicas para um set a partir de uma quantidade finita de opções que eu podia localizar por pistas visuais (capas, lombadas, cores) e pegar na mão e não a partir de um galáxia de gigas de MP3s. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em tempo: não estou pregando uma volta ao vinil. Mas de vez em quando é bom fazer as coisas de um jeito mais simples. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;BATE-ESTACA, A NOITE&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pois mal estávamos nos acostumando com o novo nome da Quebrada, Go!, e veio o aviso de que já existe uma balada na Clash com esse nome (tinha aqueles que implicavam também por Go! lembrar Vai!, mas aí eu achava que era forçar a amizade - tipo o Inferno Clube não usar esse nome pro causa do Hell's Club).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, o fato é que a Discology de agora em diante teria que ser "versus" outra coisa. Pensei, pensei e cheguei no óbvio. Mas um óbvio excelente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O subsolo agora vai se chamar Bate-Estaca. Exatamente, o nome do blog também vai ser o nome da pista-irmã da Discology. Que tal a sinerrrrgia? Eu acho ótimo. Nem preciso falar aqui do encaixe perfeito desse nome no conceito daquela pista, né?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então fica assim: dia 4 de julho, Discology vs Bate-Estaca no Vegas. Quer mais perfeição na amarração? Então tome: a estreia de Bate-Estaca, a noite, será bem na noite em que iremos celebrar SEIS anos de Discology. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com um belo lineup. Fique atento!&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/y9Axrwf_x9w" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 10 Jun 2009 22:40:13 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1408/Noites__nomes_e_tendencias</guid>
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        <item>
            <title>Balada de cinema</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/mZkzImXzvIA/Balada_de_cinema</link>
            <description>Dez clássicas cenas de balada no cinema, com a trilha acompanhante.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Trainspotting - 1996&lt;br/&gt;Heaven 17 - Temptation&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quadrophenia - 1979&lt;br/&gt;Booker T &amp; MGs - Green Onions (finzinho) e Kingsmen - Louie Louie.&lt;br/&gt;O filme que eternizou os mods. Com direito a dancinha dura do Sting&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Looking for Mr. Goodbar - 1977&lt;br/&gt;The O'Jays - Backstabbers&lt;br/&gt;Com Diane Keaton e Richard Gere (novíssimo) nos tempos da disco&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Procura-se Susan Desesperadamente - 1985&lt;br/&gt;Madonna - Into the Groove.&lt;br/&gt;Um dos melhores filmes da loira.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Beat Street - 1984 &lt;br/&gt;Arthur Baker - Breaker's Revenge.&lt;br/&gt;Filmado no Roxy, NY, onde Afrika Bambaataa era residente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Instinto Selvagem - 1992 &lt;br/&gt;Channel X - Rave the Rhythm; LaTour - Blue&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Shopping - 1995&lt;br/&gt;Credit to the Nation - Call It What You Want&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Filme inglês pouco conhecido. Tem um Jude Law em começo de carreira e cenas de uma "squat party" num prédio de estacionamento. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Psicopata Americano - 2000&lt;br/&gt;New Order - True Faith&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Don't Go In The House - 1980&lt;br/&gt;L'Ectrique - Struck By Boogie Lightning.&lt;br/&gt;Terror B com cena de disco, com direito a gente usando drogas (4:01 e 6:44) e mixagem sambadinha do DJ (6:48)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Blade - 1998&lt;br/&gt;New Order - Confusion (Pump Panel Remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/mZkzImXzvIA" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 10 Jun 2009 01:46:21 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1407/Balada_de_cinema</guid>
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            <title>Allez-Allez vs Fever Ray</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/IWTYHwpcqeo/Allez-Allez_vs_Fever_Ray</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Allez Allez são dois ingleses, Sam Willis e Steve Nolan, que tem um blog bacana demais. Toda semana postam sets ecléticos e surpreendentes, gravados por algum dos dois ou por convidados de toda procedência como Ada, Gavin Herlihy, Low Motion Disco, Tronik Youth, Jacques Renault, Hearbreak, Lindstrom, Animal Collective, Nathan Fake, Philip Sherburne, Hot Chip, Four Tet, Joakim e Pilooski.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eles também tem se enfiado cada vez mais no estúdio fazendo remixes.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em julho sai uma releitura inspirada que fizeram de "Triangle Walks", faixa do Fever Ray, projeto da vocalista do Knife que lançou um dos melhores álbuns de 2009.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dá pra ouvir e baixar aqui. Coisa fina e groovada com todos os timbres corretos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em tempo: não confundir com a banda belga de new wave do começo dos anos 80 de mesmo nome e que já teve uma coletânea lançada pela Eskimo, foi remixada pelo Lindstrom e Prins Thomas etc.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/IWTYHwpcqeo" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 09 Jun 2009 01:09:02 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1405/Allez-Allez_vs_Fever_Ray</guid>
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        <item>
            <title>Hinos de pista</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/vnbeUMUcHwQ/Hinos_de_pista</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se fala muito em hino de pista. Parece que todo mundo vai parar, botar a mão no peito, estufar o corpo e celebrar a nação. E músicas de orquestra como essas são as que mais tem perfil de "hino" ou de alguma entrega de prêmio importante.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Salsoul Orchestra - Getaway&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ashford &amp; Simpson - Bourgie Bourgie&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;First Choice - The Player (Instrumental Mix) &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/vnbeUMUcHwQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com ()</author>
            <pubDate>Sun, 07 Jun 2009 09:12:14 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1402/Hinos_de_pista</guid>
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        <item>
            <title>Arte com plástico preto</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/ADx_ui8fwX4/Arte_com_plastico_preto</link>
            <description>Vinil é tão icônico, né? E não precisa nem tocar para expressar arte.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A coreana Jean Shin montou essa incrível Sound Wave.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em Leaving Records, Felix Jackson Jr. retrata a mudança do formato analógico pro digital.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Já o americano McBess faz um "rio de vinil" na sua elaborada e surreal composição com influência de Walt Disney dos anos 20 (tipo o primeiro Mickey). Essa ilustração foi criada para o blog de design Kitsune Noir (não tem relação com a famosa gravadora parisiense).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agradecimentos a Juliana Ferreira pelas dicas de Jean Shin e Felix Jackson e a Kleber Nakamura pelo McBess&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/ADx_ui8fwX4" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Fri, 05 Jun 2009 16:43:18 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1401/Arte_com_plastico_preto</guid>
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        <item>
            <title>Como dançar dubstep parte 2</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/VmUBXT6wf28/Como_dancar_dubstep_parte_2</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A foto acima é de autoria do inglês James Measom. Ele está abrindo uma exposição na Inglaterra só com fotos tiradas em baladas de dubstep. Pela amostra acima, dá pra ver como os grooves gordos mas lentos do estilo põem fogo nas pistas de lá.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Veja outras fotos aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um hit dubstep recente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;La Roux - In For The Kill (Skream's Let's Get Ravey Remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/VmUBXT6wf28" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 04 Jun 2009 00:53:54 +0300</pubDate>
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        <item>
            <title>Hercules e o affair com o poperô</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/S8-0UA7nd3g/Hercules_e_o_affair_com_o_popero</link>
            <description>Outro dia falamos aqui no blog sobre ouvir certos tipo de música sem medo de ser feliz.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E eis que surge a notícia do primeiro CD mixado por Andy Butler, do Hercules &amp; Love Affair. O lançamento é de uma nova série chamada Sidetracked, do selo Renaissance, ligado ao ex-superclube inglês que teve seu auge nos anos 90.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eis a tracklist:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;01. Westbam - And Party&lt;br/&gt;02. Sax - No Pares (Don't Stop)&lt;br/&gt;03. Hercules &amp; Love Affair - I Can't Wait&lt;br/&gt;04. In Flagranti - I Never Screwed Around Before&lt;br/&gt;05. Dubwise - Hold me Real Tight&lt;br/&gt;06. Fax Yourself - Sunshine&lt;br/&gt;07. Todd Terry Project - Weekend&lt;br/&gt;08. Daniel Wang - Zola Has Landed&lt;br/&gt;09. Rhythm Masters - Oh Oh Why&lt;br/&gt;10. Los Kings Del Mambo - Studio X&lt;br/&gt;11. Dr. Buzzard's Original Savannah Band - I'll Play The Fool&lt;br/&gt;12. Ray Martinez Jnr - Lady of the Night&lt;br/&gt;13. Gino Soccio - Dream On&lt;br/&gt;14. Rainbow Team - Dreaming&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Repare que tem uma inédita do HLA, "I Can't Wait". Grande parte do set, porém, são de clássicos. E clássicos que, em sua maioria, passam longe das listagens cool (esse foi o cara que mandou "Express Yourself", da Madonna, quando tocou no Vegas ano passado)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fax Yourself? Poperô dos bons (sim, "dos bons" no sentido de "bom"). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Fax Yourself - Sunshine&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ainda na pegada euro-house da virada dos 90 tem essa do insuportável Westbam (mas até que é boa essa)...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Westbam - And Party&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E bastante disco, claro, com coisas Dr. Buzzard e Ray Martinez Jr., que tem um pé no teatral cafona.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ray Martinez &amp; Friends - Lady of the Night&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ponto para Andy Butler. A coletânea sai em 13 de julho.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/S8-0UA7nd3g" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 02 Jun 2009 00:49:12 +0300</pubDate>
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            <title>Tech-house quer dizer o que mesmo? </title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/pyYXl38deUE/Tech-house_quer_dizer_o_que_mesmo__</link>
            <description>Lá pelo meio dos anos 90, o veterano DJ londrino Mr. C (na foto ao lado) inventou um novo termo musical: tech-house. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"O tech-house é o último bastião da cultura acid house. A vibe toda é sobre algo novo, algo inovador, um pouco eletrônico, novos sons, novas sensações, tudo é possível. Não existem fronteiras. Isso é que é bom no gênero tech-house. Ele pode ser hard techno. Ele pode ser breaks. Ele pode ser electro", disse Mr. C numa entrevista em 2000.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nos dias de hoje, o termo "tech-house" está na boca do povo como nunca esteve. Sim, porque tech-house pode ser antigo, mas ele nunca foi gênero "de massa". Sempre comeu pelas beiradas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Só que o contexto é outro: tech-house é usado como grife mais do que como um manifesto ou conceito. Do mesmo jeito que se usava "electro" há alguns anos para tudo que era menos "bombator" e de BPM mais baixo, posto depois ocupado pelo termo "minimal", o lance agora é chamar tudo de "tech-house". &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;AR DE CONHECIMENTO?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Acho engraçado ouvir as pessoas falando tanto em "tech-house" pra cima e pra baixo, com convicção e ar de conhecimento. Eu, por exemplo, tenho muitas dificuldades em dizer com confiança onde começa e onde termina o "tech-house". &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A prova é a seguinte: tente explicar o que é tech-house para alguém com conhecimento superficial de música eletrônica. Meus pais, por exemplo, ou algum amigo fã de rock. Eu consigo explicar para eles o techno. Consigo definir house. Breakbeat e trance, moleza. Agora tech-house é complicado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para quem está por dentro da música eletrônica, beleza. Eu diria algo mais ou menos assim: "BPMs na casa dos 130, groove retilíneo e vigoroso, adereços melódicos contidos, influências discretas de techno de Detroit, soul, jazz e eletrônica vintage, uma levada contínua sem grandes picos ou explosões."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Antigamente, eram discos como "Free At Last", do Simon, ou "Future", do Halo Varga. Boa parte das faixas do Circulation, Halo Varga, Terry Francis, Terry Lee Brown Jr., Layo &amp; Bushwacka, Get Fucked, Azad Rizvi, entre outros. Hoje, citaria músicas de nomes como Guillaume &amp; the Coutu Dumonts, Jamie Jones, The Mole, Seth Troxler, DJ T, Nick Curly, Simon Baker e John Tejada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mesmo assim, como ficam tantas faixas de house com alguns detalhes mais "techno". Ou tantos techno com uma pegada mais "house". Ou músicas de "prog" que tem um ritmo menos, erm, progressivo e uma leve influência de Detroit. Ou "Amelie", do Butch, no famoso remix do Format B. E o tal do "fidget house" não é também meio que um house "tech"?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tech-house fase 2009 é a prova definitiva de como as etiquetas de gênero, tão caros à música eletrônica, se mesclaram e diluiram a ponto de não quererem dizer mais nada.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Então, para simplificar, acho que fica mais fácil fazer como todo mundo está fazendo: é tudo "tech-house", "O Som das Pistas Eletrônicas do Momento". &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;U-hu! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;TECH-HOUSE ONTEM&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Get Fucked - De Icing&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Halo Varga - Future&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Simon - Free At Last&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Circulation - Red (A)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;TECH-HOUSE HOJE&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sety - Mogane (Guillaume &amp; The Coutu Dumonts remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Seth Troxler - The Student (Seth Troxler remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jamie Jones &amp; Simon Baker - Kaskazi (Original Mix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nick Curly - Say Something&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/pyYXl38deUE" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Sat, 30 May 2009 16:33:59 +0300</pubDate>
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            <title>Videogame de DJ...</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/JLwWQF8DcBg/Videogame_de_DJ___</link>
            <description>Vai ficando cada vez mais interessante essa história de videogame de DJ.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A Numark mostrou as primeiras imagens do console para o seu Scratch: The Ultimate DJ, concorrente do DJ Hero que vai funcionar para o Xbox 360 e o Playstation 3.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O brinquedo é uma mistura de picape com o MPC, aquele sampler que é febre no hip hop e no funk (mas que é reverenciado em outros gêneros tamb~em).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um pouquinho de música de videogame dos anos 80&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Newcleus - Jam On Revenge (The Wikki-Wikki Song)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E dos anos 90&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;EDGE Records *1 - Compounded&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/JLwWQF8DcBg" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 27 May 2009 23:01:32 +0300</pubDate>
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            <title>Quem é você</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/aEhwytMuqgY/Quem_e_voce</link>
            <description>No começo do mês pedi para você responder algumas perguntas para conhecer um pouco mais sobre quem frequenta esse blog, o que gosta, o que não gosta, o que gostaria de ver mais etc.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O retorno foi excelente, 97 pessoas enviaram respostas para o questionário (considerando que cada post tem uma média de 1200 acessos, é quase 10%). Assim, deu pra ter uma boa ideia de quem é o leitor do Bate-Estaca e o que ele quer.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;DJ PRA CARAMBA&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como era de se esperar, uma quantidade significativa é DJ. Muitos profissionais, e entre estes muitos que tem outra profissão além da discotecagem, e uma quantia considerável que gira discos por hobby. Tem também um número expressivo de leitores que é (ou brinca de) produtor musical.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entre as profissões tem de tudo: motorista de van, produtor de TV, advogado, publicitário, designer, técnico em telecomunicações, analista da Bolsa de Valores, médico, servidor público, bancário, arquiteto, economista, jornalista e estudante. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"BOM DO JEITO QUE ESTÁ"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As faixas etárias também variam muito, de 18 a 45, porém a grande maioria está mesmo na casa dos 20. Apesar da grande quantidade de gente de São Paulo, o Brasil inteiro está representado nas respostas: do Rio a Brasília, de Belém a Porto Alegre, e um punhado de gente do exterior também.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agradeço e fico feliz de a maioria achar que o blog "está bom do jeito que está". Entre as coisas mais elogiadas estão: dicas de músicas e artistas de hoje e ontem, as opiniões e discussões sobre assuntos quentes do cenário musical/cultural e a paixão por música eletrônica expressa no blog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;SUGESTÕES/CRÍTICAS&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas também vieram muitas sugestões e críticas construtivas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entre estas, boa parte pede mais espaço para novos produtores nacionais. Justo e anotado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outras sugestões/críticas que valem consideração: mais entrevistas; mais notícias de bastidores da cena eletrônica; cobertura de coisas que rolam fora de São Paulo; e críticas às panelinhas e injustiças do cenário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outras reclamam de posts que se resumem a um vídeo ou algumas faixas, com pouco texto. Um ou outro também chiou que nem sempre rola post diário. A estas duas eu me explico: falta de tempo. Gostaria muito de poder postar textos de análises mais detalhadas com mais frequência e mesmo de postar todo santo dia (o que quase rolou esse ano, considerando os dias de semana). Mas eu também trabalho como DJ e bato cartão todo dia como editor do site Virgula. Então me perdoem, mas às vezes fica faltando aquela uma ou duas horas a mais no dia para atualizar ou escrever coisas mais longas no blog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quanto aos que pediram mais posts técnicos, analisando equipamentos, softwares etc., bom, eu prefiro deixar isso para outros blogs que já cobrem isso muito bem (exemplos: o blog do Dudu Marote e o do Ilan Kriger). Não me sinto a pessoa mais capacitada a tratar desse assunto com profunidade. Acredito também, e as respostas confirmam isso, que é um assunto que não interessa à maioria dos que acessam o Bate-Estaca.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agradeço a todos pelo retorno! E bora que vem muito mais por aí!&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/aEhwytMuqgY" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 27 May 2009 00:35:14 +0300</pubDate>
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            <title>Alguams boas pro arrasta-pé</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/nHOK8xeldrI/Alguams_boas_pro_arrasta-pe</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Semana vai ter várias coisas boas no blog. Aguarde!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto isso, um playlist pra começar o arrasta-pé.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Começando com o projeto minimal-canção de Troy Pierce e Gibby Miller. Está no segundo álbum do Louderbach, Autumn.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Louderbach - Notes&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O sempre eficiente Siriusmo em outra aula de Demência Sintética Inspiracional. Essa aqui é uma das faixas do mini-álbum The Uninvited Guest, que sai daqui a duas semanas. É o primeiro lançamento do selo Monkeytown, nova cria dos caras do Modselektor.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Siriusmo - High Together&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cara promissor é esse Floating Points, um inglês que mistura grooves safados, adereços de jazz-funk e uma mão abençoada de produtor. Ouve as coisas dele no MySpace&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Floating Points - Love Me Like This (Nonsense Dub)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, o nome de Lee Douglas é familiar para qualquer um que acompanha com atenção os embalos da nu disco. Escute esse baixo, material disco de primeira, e entenda o por quê.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lee Douglas - New York Story&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esse aqui eu não preciso falar nada, né? Um colosso! E ganha uma relevância especial em tempos de call centers dos infernos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Kraftwerk - The Telephone Call&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/nHOK8xeldrI" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Mon, 25 May 2009 23:26:39 +0300</pubDate>
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            <title>Dose dupla disco em junho</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/N0rlGOMfTkU/Dose_dupla_disco_em_junho</link>
            <description>Confirmado no fim do mês de junho no Brasil uma dobradinha groovística muito firmeza.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O americano Prince Language e seu chapa, o inglês Maurice Fulton, tocam na Freak Chic, D-Edge (São Paulo, 26/6) e na Moo Discoland (Rio, 27/6).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O prisma é disco, mas o alcance desses dois vai bem mais longe, incluindo experimental, world music, new wave, electro e mais. Sempre carregado por um groove sólido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.myspace.com/mauricefulton&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.myspace.com/princelanguage&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;The Droyds - All I Ever Wanted (Prince Language remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ahmed Fakroun - Sahranin 12" (Prince Language Re-edit)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Maurice Fulton - Gigolo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Crazy P - Lie Lost (Maurice Fulton Remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/N0rlGOMfTkU" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 21 May 2009 22:58:11 +0300</pubDate>
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            <title>A ponte entre nu disco e tech-house</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/cu30l1UFuCE/A_ponte_entre_nu_disco_e_tech-house</link>
            <description>A cada faixa nova que eu ouço dos belgas do Mugwump, eu fico mais feliz por eles existirem. Pois os caras, individualmente conhecidos como Geoffroy e Kolombo, têm conseguido fazer a ponte perfeita entre dois gêneros que estão entre os mais ativos da atualidade: tech-house e nu-disco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouça o EP deles que saiu pela Kompakt ano passado, Meditation. A hipnótica "Ignored Folklore" chega a soar como prog do começo dos anos 90, com aquele teclado oscilante que parece ter vindo de um dos primeiros singles do Underworld ("Dog Man Go Woof"). No mesmo EP, "Reverse the Curse" parte para uma direção bem mais disco-funk espacial, sem nunca esquecer que está saindo pela Kompakt (ou seja, é mais Gui Boratto do que Prins Thomas).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mugwump - Ignored Folklore&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os desgraçados têm uma faixa que tocaram no programa Beats In Space chamada "Tellakian Circles" que é o encontro tech-disco retratado à perfeição. A faixa ainda é para poucos. O site do selo Mule Musiq informa que ela sai só para o público no final de junho.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, em se tratando de Mugwump, tem música boa sobrando por aí.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vai ouvir Yajna, épico de mais de dez minutos com um groove ultra-arredondado que leva você embora até cair num dos breakdowns mais surpreendentes dos últimos anos, quando entra uma banda de metais de baile da saudade e confunde todas as cabeças.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mugwump - Yajna&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tem mais: "Boutade" pelo selo Misericord, do Ewan Pearson, "Fears Inc", também pela Kompakt, "Mindflexes", pela Cocoon.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não é à toa que, de Sven Vath a Aeroplane, de MANDY a Mr. Scruff, todo mundo hoje em dia tem um pouco de Mugwump no seu case.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Corre no MySpace deles pra conhecer mais.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/cu30l1UFuCE" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Tue, 19 May 2009 12:10:13 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1378/A_ponte_entre_nu_disco_e_tech-house</guid>
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            <title>O melhor comercial do ano</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/IrDX1yj36sw/O_melhor_comercial_do_ano</link>
            <description>Suco natural + sampler MPC + stop motion + funk carioca = um comercial sensacional!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/IrDX1yj36sw" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 14 May 2009 22:56:56 +0300</pubDate>
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            <title>Estúdio de música eletrônica ao alcance do mouse</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/dL-fSmtwuHA/Estudio_de_musica_eletronica_ao_alcance_do_mouse</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;BATE-ESTACA ADVERTE: O site a seguir tem uma brincadeira altamente viciante. Não recomendado para horas de trabalho ou estudo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Hobnox é um site que emula um estúdio de música eletrônica, com mesa de mixagem, a máquina de "acid" TB 303, as baterias eletrônicas clássicas TR 808 e TR 909 e um monte de pedais de efeitos. Depois dá para gravar o que você fez. É fantástico!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;http://www.hobnox.com/index.1056.en.html&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Divirta-se!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(valeu ao Thiago Gil pela dica!)&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/dL-fSmtwuHA" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 13 May 2009 22:34:09 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1374/Estudio_de_musica_eletronica_ao_alcance_do_mouse</guid>
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            <title>Quem é você?</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/g7h8CV2vUB8/Quem_e_voce_</link>
            <description>O blog já vai para um ano e meio de vida e outro dia bateu uma curiosidade tremenda de saber mais sobre o perfil das pessoas que frequentam e o que elas pensam sobre o que rola aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Solicitei ao departamento de marketing do blog (que fica no terceiro andar) que elaborasse uma pequena pesquisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Se você não tiver nada melhor que fazer e quiser nos dedicar alguns minutos de sua atenção, por favor responda e mande para camilopautas@gmail.com&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois, tudo será compilado e divulgado por aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Obrigado!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PESQUISA&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1) Quem é você e o que faz? &lt;br/&gt;(se tiver mais de uma ocupação tipo "advogado e DJ" ou "chef de cozinha e fotógrafo" coloque as duas)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2) Idade&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3) Cidade onde mora&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4) Do que você mais gosta no Bate-Estaca?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5) Do que você menos gosta no Bate-Estaca?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6) O que gostaria de ver por aqui que nunca viu?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;7) Qual sua frequência de acesso?&lt;br/&gt;Diária&lt;br/&gt;3-4 vezes por semana&lt;br/&gt;Semanal&lt;br/&gt;Mensal&lt;br/&gt;Muito de vez em quando&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;8) Quais dessas mídias socias você usa: Orkut, MySpace, Facebook e Twitter?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lembrando: respostas para camilopautas@gmail.com&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Enquanto você responde, divirta-se com a nova dos Beastie Boys (uma volta as raízes hardcore do trio).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Beastie Boys - Lee Majors Come Again&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/g7h8CV2vUB8" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Mon, 11 May 2009 22:12:21 +0300</pubDate>
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            <title>Confusão sadia</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/hy7sOw6IAYo/Confusao_sadia</link>
            <description>Fabio Paras era um DJ de certo renome no nascimento do progressive house, em Londres, começo dos anos 90. Por causa de faixas como essa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outrage - That Piano Track&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pós-Blue Monday, o quarteto de Manchester foi se enfurnando cada vez mais nas batidas eletrônicas e nas técnicas da dance music. Em 1983, chamaram o poderoso Arthur Baker ("Planet Rock") para produzir "Confusion" (ele é o barbudo/cabeludo que aparece no clipe). O vídeo traz várias cenas da pista da Funhouse, na épcoa a catedral do electro/freestyle de Nova York (Madonna frequentava e acabou pegando o DJ, Jellybean Benitez).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;New Order - Confusion&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desse tempo vinha também a desbocada Karen Finley, cult em NY. O "suck me off" dessa faixa foi usada pelo S-Express em "Theme From S-Express".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Karen Finley - Tales of Taboo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pop, doce e delicioso. Em dose dupla.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Das Glow - I Wanna Wake Up With you&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Safariari - Lommedisko&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Original italiano do hit baleárico de 2008 do Mountain of One.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ginny - Can't Be Serious&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A diva máxima, reconfigurada pelo rei dos edits clássicos, Danny Krivit.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aretha Franklin - Rocksteady (Danny Krivit edit)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outra diva, dos anos 90, num remix do "fidgeteiro" Switch para os que gostam de música torta. Dub científico.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bjork - Nattura (Switch remix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Grum é um produtor do norte da Inglaterra que vem ganhando espaço. Seu som é mais maximalista, mas eu prefiro como ficou depois de uma mão de tinha disco-galáctica dos belgas do Revolving Eyes. Com uma levada que lembra o hit trash technopop "Face To Face", do The Twins.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Grum - Sound Reaction (The Revolving Eyes Disco Fizz Mix)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um tanto diferente do estilo normal desse produtor inglês, mais muito bom.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Trevor Loveys - Wayback&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora que o tech-house está na boca do povo (aguarde post sobre isso logo mais), uma peça com suingue infalível.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Jamie Jones - You&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/hy7sOw6IAYo" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Sat, 09 May 2009 18:07:51 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/1367/Confusao_sadia</guid>
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            <title>Sinestesia</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/QOwBpuVnGlc/Sinestesia</link>
            <description>Vídeozinho e música pra lá de cool!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;CFCF - You Hear Colours&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/QOwBpuVnGlc" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Thu, 07 May 2009 23:32:35 +0300</pubDate>
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            <title>Crônica sobre o nada</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/bateestaca/~3/GstozHT0GmI/Cronica_sobre_o_nada</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Apesar de amar coisas do passado, eu sou igualmente empolgado pelo novo. Resisto muito a entrar naquelas ladainhas de "hoje tá uma merda, antes é que era bom."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas a gente acaba sendo testado e olha só o que acontece.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Primeiro, minha irmã Ali, que faz produção para equipes de TV gringas, me disse que tinha um pessoal de uma emissora inglesa querendo fazer uma matéria sobre algum movimento musical realmente novo no Brasil. "O que você sugere?" perguntou ela.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pensei, pensei... e empaquei. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Depois, um jornalista inglês que mora em São Paulo me fez consulta semelhante. "O que você acha que tem de movimento realmente novo e excitante aqui em São Paulo?"&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ahnn... uhnnn... empaquei de novo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É claro que têm artistas individuais fazendo coisas bem interessantes e algumas festas com propostas bem originais. Mas são exceções e são guetículos. Posso estar muito enganado e fora de sintonia, mas faltam movimentos, cenas, grupos borbulhando inovação. Com alguma perspectiva de ir além do seu mundinho e tomar de assalto o cenário maior, nem se fala.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Consultei meus colegas da editoria de música do Virgula (Clau Assef, Denis Moreira, gente que conhece o alfabeto musical de trás pra frente). Todo mundo empacou.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No mundão pop, a coisa mais forte no Brasil hoje é o revival do sertanejo. Disseram também que o samba-rock voltou a ferver. E a Clau observou que a parada de sucesso oficial do Brasil tá cheia de músicas antigas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O país com uma das mais ricas tradições musicais do planeta está assim, entregue ao revival, ao tosco, à preguiça criativa generalizada. Que inveja do povo do grafite, da arte urbana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Voltei pra minha mesa, procurei me confortar com algo no microcosmo do meu iTunes e fui ler as notícias de futebol.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/bateestaca/~4/GstozHT0GmI" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>noreply@rraurl.com (Camilo Rocha)</author>
            <pubDate>Wed, 06 May 2009 22:12:33 +0300</pubDate>
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