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        <title>RRAURL: BLOGS</title>
        <description>Todos os blogs do rraurl.com, assinados por convidados</description>
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            <title>RRAURL: BLOGS</title>
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            <description>O mais completo site da cultura jovem brasileira.</description>
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            <title>[.::musicness::.] Fitas cassete continuam um bom negócio... nas cadeias!</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/343866331/Fitas_cassete_continuam_um_bom_negocio____nas_cadeias_</link>
            <description>&lt;br/&gt;Tenho cá comigo, e a maioria das pessoas deve concordar, que a fita cassete está morta. Conheço uma pá de nego de que prega o lirismo e a pureza dos vinis, mas nunca vi nostálgico pelas velhas Basf. A maioria da molecada que freqüenta as festas por aí certamente nunca nem ouviu faixa chiada do Information Society no toca-fitas do carro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas, veja você, o obsoleto formato ainda faz sucesso entre um público bem específico: os presidiários norte-americanos. "Cinco anos atrás as pessoas pensavam que eu estava maluco quando investi toneladas de dinheiro em fitas analógicas pré-gravadas", contou ao NY Times Bob Paris, dono da Pack Central, em Los Angeles, serviço dedicado a vender, via correio, fitas cassete. O cara vende cerca de um milhão de dólares por ano para sua clientela "cativa".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em 2007, os EUA tinham a maior população carcerária do mundo, com cerca de 2,3 milhões de prisioneiros. E acontece que a maioria das prisões no país não permite que o os presos tenham CDs, os quais podem ser quebrados facilmente e transformados em armas. Aí entra as fitas de Bob Paris, que representam 60% de suas vendas (o restante é em CDs mesmo). Tem ainda um detalhe: os parafusos das fitas também não são permitidos nas cadeias, então o cara remove MANUALMENTE todos antes de enviar os pedidos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Vendendo fitas eu desviei das balas que acertaram a maioria dos vendedores de música. Eu não preciso me preocupar com o donwload, seja legal ou ilegal. A beleza desse negócio é que os prisioneiros não têm e nunca terão acesso à Internet", alfineta o cara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ou seja: um formato morto em uma indústria moribunda ainda pode deixar um cara esperto milionário. E não pense que o cara "pirateia" os discos transformando-os em fitas. O produto é todo, acredite, proveniente do catálogo das gravadoras (o que, diz Bob Paris, acaba sendo um problema pois muitas delas já não fazem lançamento nesse formato).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os mais vendidos das cadeias incluem Lil Wayne (Tha Carter III), Mariah Carey (E=MC2), Usher (Here I Stand), Rihanna (Good Girl Gone Bad), Nickelback (All the Right Reasons), Leona Lewis (Spirit) e Lyfe Jennings (Life Change). Vai ver, além dos CDS, também não se permite rádio FM nas prisões por lá.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via NY Times&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/343866331" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Diogo Dreyer</author>
            <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:35:19 +0300</pubDate>
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            <title>[Bate-Estaca] Idéias geniais não precisam custar nada!</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/344627702/Ideias_geniais_nao_precisam_custar_nada_</link>
            <description>Parece aquelas palhaçadas virais que se espalham loucamente pela rede. Mas não, é o clipe novo do Telepathique, feito para a faixa "I'm Not the Man You Think I Am".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A vocalista Mylene Pires teve a idéia de usar o filme de sua festa de 15 anos, uma verdadeira superprodução digna de salão de danças do Clube de Regatas Tietê. Engraçado demais!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A outra metade da dupla, o produtor Érico Theobaldo, DJ Periférico, pegou o material e editou tudo. Voilá! Estava pronto o clipe, sem mistério e sem orçamento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mistério mesmo é por que no Brasil não se fala da dupla. Os americanos estão falando: às vésperas de embarcarem numa turnê pelos EUA, o Telepathique ganha espaço em blogs e sites, além de uma segunda menção da Spin.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A primeira você leu aqui neste blog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quer ver o Telepathique antes deles embarcarem rumo à terra de Obama? Então cola no Studio SP, nesta sexta-feira (25/6), a partir das 21 horas (sim, o lance é cedão...)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Telepathique - I'm Not the Man You Think I Am&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/344627702" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Wed, 23 Jul 2008 18:35:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/809/Ideias_geniais_nao_precisam_custar_nada_</guid>
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            <title>[QG DO RRAURL] ECAD vs PODCASTS (2)</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/342836243/ECAD_vs_PODCASTS__2_</link>
            <description>No último RRGEEK abordamos o avanço do ECAD para cima dos podcasts desde 2006, uma medida questionável tendo em vista a dinamicidade da Internet. O valor para um programa ficar na "legalidade" teria sido abaixado para 1 UDA (R$ 42,51) como forma de incentivo. Bruno Belluomini, autor da nota, tentou contatar o ECAD, que só agora respondeu. Confira as impressões do órgão, entre elas a inexistência de qualquer relacionamento com a AbPod (Associação Brasileira de Podcasters).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O QUE É O ECAD&lt;br/&gt;Para o público leigo, como é possível explicar o que faz o ECAD? Qual sua função? Há uma definição clara, objetiva e fácil de ser empregada?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) é uma empresa privada, sem fins lucrativos, criada por uma lei federal de 1973 e mantida pela atual lei dos direitos autorais (9.610/98). O ECAD é administrado por 10 associações de música e tem como função centralizar toda a arrECADação e distribuição dos direitos autorais das músicas tocadas em locais públicos, inclusive aquelas usadas em emissoras de rádio, televisão e cinemas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como o ECAD protege o direito autoral de artistas no Brasil?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O ECAD representa os titulares de direitos autorais e conexos (compositores, intérpretes, músicos, produtores fonográficos e editoras) na cobrança relativa aos direitos de execução pública musical e realiza a distribuição dos valores arrECADados. O ECAD faz o cadastro de estabelecimentos e pessoas que utilizam música publicamente, seja em festas, eventos, show, casas de espetáculos, bares, restaurantes, rádios, etc. Porém, há alguns usuários que insistem em resistir ao pagamento do direito autoral. Caso não seja paga a retribuição autoral, o ECAD recorre ao Judiciário para garantir o direito dos titulares.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E no exterior, o ECAD também é responsável, por exemplo, pelo recolhimento de taxas que servem para beneficiar um artista estrangeiro? Quando um DJ toca um disco importado no Brasil, o que isso significa para o ECAD?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;As associações integrantes do ECAD possuem contratos de representação com as associações estrangeiras. Os valores arrECADados pelo ECAD no Brasil são enviados aos titulares de outros países por intermédio das associações brasileiras.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E quando uma rádio estrangeira toca uma música de um artista brasileiro? O que o ECAD faz?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Os valores arrECADados no exterior, referentes às músicas brasileiras lá executadas publicamente, são recolhidos por associações similares ao ECAD que defendem estes direitos no país e de lá, os valores são remetidos diretamente às associações brasileiras, que, por sua vez, entregam aos artistas, sem qualquer interferência do ECAD.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;INTERNET&lt;br/&gt;Como o ECAD encara a execução de música através da internet no Brasil?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Assim como em outras situações, na internet, ocorre a execução pública de músicas, através da transmissão ou emissão, simultânea ou não, por meio do websites, em âmbito mundial. Toda pessoa física ou jurídica que utilize música publicamente deve solicitar uma autorização prévia ao ECAD. Essas músicas pertencem àqueles que as criaram e somente com as autorizações dos compositores e demais titulares é que estas músicas poderão ser transmitidas. Vale lembrar que o ECAD representa os titulares na cobrança relativa aos direitos de execução pública musical.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sites sem fins lucrativos são isentos de taxas? Sites que promovem cultura também? Existe alguma distinção nesse sentido?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não. A lei não faz distinção para o não pagamento dos direitos autorais, exceto quando a execução musical for realizada no recesso familiar ou para fins exclusivamente didáticos, nos estabelecimentos de ensino, não havendo em qualquer caso intuito de lucro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;PODCASTS&lt;br/&gt;A criação da ABPod, Associação Brasileira de Podcasters, foi considerada uma importante conquista para podcasters amadores e profissionais no país. Através dela seus afiliados passam da suposta "ilegalidade" para o cumprimento da legislação brasileira vigente. Quais leis estão envolvidas nesse processo? O que exatamente - em termos legais e práticos - os afiliados da ABPod passam a fazer quando integram a associação?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não temos conhecimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;VALORES E CRITÉRIOS&lt;br/&gt;Antes da criação da ABPod, o ECAD cobrava 50 UDAs mensais para todo e qualquer podcast que se interessasse em legalizar as músicas que tocava. Hoje o ECAD cobra 1 UDA. Isso representa uma flexibilização no modo como o ECAD encara esse tipo de atividade. Qual é o critério que o ECAD usa para arbitrar esse tipo de atividade?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O ECAD mantinha um valor único de 50 UDAs para toda utilização musical na internet. Com o desenvolvimento da web e, conseqüentemente, das diversas modalidades que foram surgindo, houve uma necessidade de ser revista a tabela de preços para transmissão e execução pública musical, revisão esta que determinou os valores de acordo com importância da música para o negócio, bem como o objetivo que os usuários tinham com a utilização musical.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para podcasting, existem vários índices e fatores, que levam em conta se o conteúdo principal é a música, se é entretenimento geral ou mesmo se a música conta como pequena utilização, como por exemplo, os podcasts voltados para noticiário, esportes e variedades. Manteve-se para o caso exclusivo de podcasts pessoais, o valor mensal de 1 UDA (Unidade do Direito Autoral), que atualmente corresponde a R$ 42,51.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É importante ressaltar que os valores previstos são definidos pelas Associações de Música que representam os titulares, por meio da Assembléia Geral do ECAD.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O ECAD acredita que taxas simbólicas podem representar uma maior adesão à legalidade? Existe a possibilidade do pagamento de uma taxa simbólica anual - 1 UDA, por exemplo - para que isso seja convidativo a quem possa interessar?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A retribuição autoral está prevista em lei, sendo um direito do autor. Logo, é uma obrigação legal de quem utiliza música e não apenas daqueles que têm interesse em pagar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ressaltamos que a definição de preços, leva em conta a importância da música para o negócio e a atividade do usuário. No caso da retribuição autoral, que não é uma taxa, o valor não pode ser simbólico e sim representar a vontade do titular em receber pela sua obra musical. Os valores são fixados e definidos pelos próprios artistas, através de suas associações, para que sejam cobrados pelo ECAD.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/342836243" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Jade Augusto Gola</author>
            <pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:50:00 +0300</pubDate>
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            <title>[.::musicness::.] Barraco entre Johnny Rotten e Kele Okereke!</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/341799584/Barraco_entre_Johnny_Rotten_e_Kele_Okereke_</link>
            <description>E o bicho pegou entre o vocalista do Sex Pistols, John Lydon, e o vocalista do Bloc Party, Kele Okereke, durante o festival Summercase, em Barcelona. Os dois se envolveram em uma briga no sábado passado. Segundo um comunicado divulgado por Okereke, o ataque que partiu da lenda punk teve fundo racista. O comunicado diz também ele está com hematomas e o lábio ferido como resultado da confusão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A briga começou quando Okereke, que é de origem nigeriana, teria perguntado a Lydon no backstage quando haveria uma reunião do Public Image Ltd (banda formada por ele após o fim dos Sex Pistols e que seria uma das favoritas de Okereke). De acordo com o vocalista do Bloc Party, o cantor respondeu com agressividade algo como "seu problema é essa atitude de negro" e de repente três membros da equipe do cantor do Sex Pistols atacaram o vocal do Bloc Party.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O jornal The Guardian também relatou a briga e afirmou que outras bandas testemunharam o confronto. Integrantes do Foals e do Kaiser Chiefs intervieram para conter o tumulto. Yannis Philippakis e Ricky Wilson confirmaram à publicação que o incidente de fato ocorreu, mas não sabiam se a motivação de fato era racista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Alguém tão respeitado e inteligente quanto Lydon deveria fazer outra coisa do que trazer questões de raça à equação ou encorajar e conviver com pessoas que tem atitude de mentes fechadas", disse Okereke no comunicado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para não ficar atrás, Lydon divulgou uma nota afirmando que a atitude de Okereke foi motivada por "ciúmes":&lt;br/&gt;"Depois do show dos Sex Pistols, Johnny Rotten permaneceu no local para dar autógrafos, o que ele fez durante quatro horas sem nenhum incidente, passando um ótimo período conversando com outras bandas espanholas. Isso parece ter despertado ciúmes em algumas bandas. O problema é que foi trazido até ele, resultando na remoção dos causadores pela segurança do festival.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando você está num festival com bandas que são idiotas ciumentas, mentiras e confusão normalmente aparecem. Se eles precisam tão desesperadamente de publicidade, esse é o tipo de alegação que usualmente eles gostam de utilizar."&lt;br/&gt;Bem, se pesarmos o passado de confusões de Rotten e dos Sex Pistols, Okereke que se cuide!&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/341799584" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Diogo Dreyer</author>
            <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:54:24 +0300</pubDate>
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            <title>[Bate-Estaca] Não é bem o Kraftwerk que vem...</title>
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            <description>Esclarecido o boato de que o Kraftwerk vinha fazer shows no Brasil em outubro!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem vem, na real, é Karl Bartos, membro ex-membro do lendário grupo, com seu projeto solo AudioVision. O projeto, como deixa claro o nome, é áudio-visual e, além de Bartos, traz mais dois integrantes: seu engenheiro e diretor técnico Mathias Black e seu diretor de arte Karsten Binar. Além do trio, o show conta com um estúdio móvel de TV.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por razões mais, digamos, comerciais, o espetáculo será anunciado no Brasil como "The Legend: Karl Barthos". As datas vão rolar entre 7 e 13 de outubro. A única divulgada até agora foi mesmo a do dia 12/10, no Bar Opinião, em Porto Alegre. Locais em São Paulo e Curitiba estão em fase de negociação. As i nformações são todas da Cantareira Marketing, que organiza a turnê.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Karl descreve o que rola no palco: "Nossos shows são experiências multi-sensoriais. Mas, se você fechar os olhos, poderá ver seu próprio filme. Enquanto gravações invariavelmente definem uma 'ida', há uma comunicação natural, dos dois lados, criando uma interação público-show."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;AudioVision ao vivo em 2007&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/341910309" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:10:00 +0300</pubDate>
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            <title>[Já viu?] Melhor que karaoke.</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/341078046/Melhor_que_karaoke_</link>
            <description>O cara é demais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Andrew Goldenberg é um americano bem doido que, viciado em cinema, escreve e canta letras para temas de filmes famosos. E o melhor, ele faz os clipes dessas versões.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O cara é divertido, esperto e daqui a pouco tá fazendo um longa com certeza.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tudo começou com o Superman e ele promete que o próximo vai ser Star Wars. Abaixo, uns vídeos dele.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/341078046" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Fabilipo</author>
            <pubDate>Mon, 21 Jul 2008 00:58:12 +0300</pubDate>
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            <title>[Todo DJ Já Sambou] Vá de Jornal Nacional</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/339072139/Va_de_Jornal_Nacional</link>
            <description>Gente, pra mim, festa à fantasia é um drama. Sempre tenho idéias incríveis, que são totalmente improváveis de realizar. Os aniversários do Hell's Club já viraram obrigatórios pra quem gosta de se montar dessa maneira, e olha que o povo capricha mesmo na produção. Lembro de uma fantasia do Nicolas Lutz de Hitler que dava até medo de chegar perto dele, ui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Este ano, eu queria ir de Ableton Live. Mas como realizar essa viagem, minha gente?! Não dá, né? Meu bofe quer ir de Jesus, aquele personagem hilário de um dos meus filmes preferidos de todos os tempos, "O Grande Lebowski". Até que é realizável, mas só vai ter graça se ele aguentar ficar com uma bola de boliche grudada nos dedos a noite toda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu ainda não decidi o que usar. Nem sei se vou, na verdade. Mas pensei numas dicas pra quem quer fazer a linha "leio jornal todos os dias". Além de mostrar que você é antenado, essas fantasias são bem simples de montar. Ei-las:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ingrid Betancourt&lt;br/&gt;Se você optar ir de ex-refém das Farc, com certeza já vai conquistar a simpatia do pessoal. Capaz de ganhar drinks do barman até. Afinal, quem não ficou com peninha da Ingrid?! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Olha essa cara de mártir, minha gente!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Daniel Dantas&lt;br/&gt;Pra quem quer fazer a linha cafajeste alinhado. Gente, até quando foi preso esse aqui tinha um sorriso maroto no rosto! Joga uma calça bem cortada, uma camisa da Brooksfield e uma gravata Armani. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Estilo Dantas: aposto que vão querer te levar pra algum cárcere privado!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Salvatore Cacciola&lt;br/&gt;Outro notório safado, este look é pra quem quer fazer a linha chic, mas tem a mão pesada. É a máfia em si, né?!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Aposto que o terno é caro. Mas parece da Colombo!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Amy Winehouse&lt;br/&gt;Essa a gente ama, né! Então você pode optar pelo look ultramagra ou pelo visual cheinha. Aí depende mais do seu material bruto...&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Amy, a gente te ama de qualquer jeito, tá, fia, arrasa!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ronaldo&lt;br/&gt;Visual indicado para meninos acima do peso. Capricha na peruca "capacho" e vai sem camisa. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Só não reclama se ninguém quiser te aquendar&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Carla Bruni&lt;br/&gt;Ela é italiana, mas agora é a primeira-dama da França e só anda chiquérrima. Mas sua essência é assim, jogada. Aposta no look "Taek", capricha na chapinha e... não esquece o violão.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem vai dizer não à mulher do Sarkozy?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Joker Ledger&lt;br/&gt;Dá uma dor no coração pensar que ele morreu. Arrasa no colete e no make com pasta d'água e preste a sua homenagem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lindo, louco, talentoso... RIP, Ledger.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;DJ Saynha&lt;br/&gt;O quê? Você ainda não pegou seu Mika da DJ Saynha por aí? Só dá ela, arrasando nas pick-ups (ou coisa que o valha), tirando a roupa e mostrando o seu valor ecológico nas festas por onde passa. Ela é a primeira DJ Carbon Free do país, ou seja, planta árvores para neutralizar o "custo planetário" de seus sets. Só sei que acho SENSACIONAL. Tô até pensando em ir de Saynha incluse, então passa reto se a gente estiver igual. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ela toca, ela dança, ela tira a roupa... e planta árvores! Evoé, Saynha!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ouça uma música da DJ Saynha, se for capaz&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/339072139" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Claudia Assef</author>
            <pubDate>Fri, 18 Jul 2008 14:03:52 +0300</pubDate>
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            <title>[Bate-Estaca] Kraftwerk no Brasil?</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/338658444/Kraftwerk_no_Brasil_</link>
            <description>Deu no jornal Zero Hora, de Porto Alegre (texto de Roger Lerina):&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;"Fãs de música eletrônica, plugai vossos transistores! Os pais da matéria vêm mostrar aqui em Porto Alegre com quantos bits e bytes se faz dagadaga de qualidade. O pioneiro grupo alemão KRAFTWERK volta ao país para uma turnê em outubro - e passa pela Capital no dia 12, pra brincar com seus sintetizadores e computadores no Dia da Criança lá no bar Opinião."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O Bar Opinião é uma casa de shows tradicional de Porto Alegre e já recebeu artistas que vão de Eric Clapton a Echo &amp; the Bunnymen. O site deles diz que dia 9/10 toca por lá Nine Inch Nails.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Falei com uma amiga que conhece gente próxima da banda e seu contato disse que a informação não procede. O site do grupo só informa datas até setembro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Perguntei sobre isso para um conhecido da EMI, gravadora do Kraftwerk no Brasil, e ele disse: "Parece que estão tentando trazer sim, mas não tem nada confirmado ainda..."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Alguém sabe alguma coisa?&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/338658444" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Fri, 18 Jul 2008 00:15:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/802/Kraftwerk_no_Brasil_</guid>
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            <title>[QG DO RRAURL] Em busca do Kraftwerk sagrado</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/338399889/Em_busca_do_Kraftwerk_sagrado</link>
            <description>Quando o Kraftwerk veio para o Brasil pela primeira vez, no domingo seguinte ao show dei de cara com o Florian Schneider dando umas voltas sozinho na Avenida Paulista. Dei uma de stalker e o segui por um tempo. Tentei falar com ele quando ele parou pra ver umas antigÜidades na Feira do MASP, mas a visão daquele alemão de cinco metros de altura, que era simplesmente o criador de todas as músicas que mudaram minha vida e que me acompanhavam há anos, me fez ficar mais tímido do que eu já normalmente sou. Fui embora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quando fui pra Alemanha alguns meses depois, decidi que ia me vingar, e que iria até Düsseldorf em busca do cálice sagrado do Kraftwerk, digo, o mitológico estúdio onde desde os anos 70 a banda produziu todos seus álbuns: o Kling Klang.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Descobrir o lugar não foi nada fácil. Acabei achando um holandês meio maluco, fã da banda, que sabia o endereço. Ele me perguntou o que eu ia fazer numa cidade como Düsseldorf, que literalmente não tem nada pra ver, e eu respondi que como estava numa cidade vizinha, não me custava (quase) nada ir pra lá também. "Brasileiro acha que tudo é perto!", ele exclamou. Depois me avisou que ia ser besteira, pois o estúdio era totalmente privado, ninguém conseguia passar da entrada do prédio. Mas fui mesmo assim. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era inverno, e a cidade estava totalmente morta. Depois de horas rodando pra tudo quanto é lado, consegui encontrá-lo: um prédio cinzento amarelado na rua Mintropstraße 16, com uma entradinha que dava pra uma área aberta que mais parecia um condomínio, cheio de carros - alguns deles bem extravagantes.&lt;br/&gt;É claro que eu fiquei tentando imaginar qual deles seria de um dos membros da banda. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Era até emocionante estar por lá, mas ao mesmo tempo meio vago, pois o lugar era muito grande, e qualquer uma daquelas dezenas de janelas poderia ser a do estúdio. O frio era demais (e o lugar, bem no meio da zona de prostituição da cidade, nada amigável pra um estrangeiro perdido) pra ficar lá tentando descobrir o segredo do Kraftwerk, então depois de uns vinte minutos tirei umas fotos de tudo e fui embora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É óbvio que o desastre não ia parar por ai. Antes de voltar ao Brasil, dei uma passada rápida em Amsterdam. E eis que eu deixei a câmera cair dentro de um canal, perdendo todas as fotos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para meu consolo, achei um vídeo no YouTube de outro peregrinador que, como eu, um dia foi em busca do cálice sagrado kraftwerkiano. Desta vez, ele teve mais sorte do que eu.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/338399889" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Alisson Göthz</author>
            <pubDate>Thu, 17 Jul 2008 20:35:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/rraurl/800/Em_busca_do_Kraftwerk_sagrado</guid>
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        <item>
            <title>[.::musicness::.] Deputado quer proibir festas open bar</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/338351522/Deputado_quer_proibir_festas_open_bar</link>
            <description>Se existe um tema que pode se chamar de polêmico rolando no Brasil atualmente é essa história de tolerância zero para o álcool. O povo em Brasília, especialmente os moralistas de plantão, estão em polvorosa com a possibilidade de sair por aí restringindo liberdades individuais através de canetadas para fazer valer o modo deles verem o mundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O alvo dos parlamentares, agora, são as festas "open bar", inclusive já tramitando na Câmara o Projeto de Lei 3414/08, que proíbe a realização de festas nas quais o preço da entrada inclui o consumo de bebida alcoólica à vontade. A proposta, do deputado Marcelo Melo (PMDB-GO), proíbe ainda "a venda de bebidas alcoólicas por preços fora da realidade de mercado em eventos".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O objetivo do projeto, segundo Melo, é reduzir o consumo de álcool, principalmente entre jovens. Para o deputado, as festas open bar estimulam a ingestão de bebidas alcoólicas, porque o freqüentador que ter o preço do ingresso, que geralmente é de valor alto, compensado com o consumo de bebidas. "É como se fosse a oportunidade para se dar o troco, sair da relação perde-ganha para a relação ganha-perde", disse em entrevista ao site da Câmara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De acordo com o parlamentar, outro objetivo do projeto "é poupar as famílias brasileiras de tragédias que a cada dia se tornam mais freqüentes, sejam por mortes causadas por overdose, por acidentes de trânsito ou pelo efeito do álcool no organismo ao longo do tempo."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Segundo o texto, os responsáveis pela organização de eventos que não respeitarem a medida poderão ser penalizados com detenção de seis meses a dois anos e multa. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sobre o assunto restrição do álcool, tenho cá minhas convicções. Entendo o papel do governo federal em querer intensificar a fiscalização sobre os motoristas. Acho difícil não concordar com medidas que pretendem diminuir a incidência da tradição brasileira de beber em excesso e dirigir - coisa que lota prontos socorros nos fins de semana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas talvez seja questionável a criação de uma nova lei mais restritiva para isso, com tolerância zero. Apenas intensificar a fiscalização anterior - que já era bem dura - talvez fosse suficiente.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Por outro lado, acho uma bobagem chamar a regulamentação de "lei seca". Afinal, ela não impede que ninguém beba. Só quer impedir que se dirija após encher a cara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E é exatamente nesse ponto que acaba o dever do Estado em regulamentar o setor e a possibilidade de discussão. Iniciativas como a do deputado Marcelo Melo visam coibir o direito de escolha dos freqüentadores em participar de qualquer festa, de dispor de seu corpo e dos organizadores em realizá-las. Por certo, ninguém é obrigado a beber e, muito menos, a pagar para ir numa festa open bar. Bebe quem quer, vai às festas quem quer.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Além do mais, a proposta apresenta uma contradição absurda. Se o parlamentar quer diminuir a ingestão do álcool, não pode proibir a venda de bebidas alcoólicas por preços fora da realidade de mercado e ainda por cima diminuir o preço dos ingressos. O que essa lei faria seria baratear a entrada E o goró. No meu mundo, o povo iria beber ainda mais. Mas anda difícil querer coerência das propostas que andam saindo e sendo aprovadas no Planalto Central.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Íntegra do Projeto&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Trabalho Sujo&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/338351522" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Diogo Dreyer</author>
            <pubDate>Thu, 17 Jul 2008 19:33:04 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/801/Deputado_quer_proibir_festas_open_bar</guid>
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            <title>[Bebop, moda urbana] Milo</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/337438979/Milo</link>
            <description>Sábado passado lá fui eu pro Milo, dessa vez estava toda feliz porque meu amigo levou sua super-ultra-mega câmera e eu ia poder tirar fotos com boa qualidade mesmo com pouca iluminação (coisa que minha câmera do standcenter não permite). E eis que começo a tirar fotos, me empolguei porque o pessoal estava usando roupas e acessórios muito bacanas. Até que chega o segurança, pára a gente e diz: "Você tem autorização pra tirar essas fotos?" Aí a gente: "Não, ué, precisa?!" Segurança: "Sim, vc tem que falar com o "x-y-z" (falou o nome de outro segurança)". Meu amigo foi falar com o outro segurança e esse por sua vez, nos esclareceu que agora tirar fotos no Milo não é mais permitido. Contou que uma vez um "famoso" foi fotografado sem querer e um site de humor publicou a foto. O "famoso" ligou pro Milo, soltou os cachorros e desde então, segundo o segurança, tirar fotos no Milo é proibido. Os dois seguranças citaram uma outra história em que houve uma briga entre uma pessoa e um fotógrafo e a pessoa quebrou a máquina do fotógrafo. Enfim, os seguranças não foram truculentos (milagre) e também não pediram pra nós apagarmos as fotos. Sugeri eles colarem um adesivo de "proibido tirar fotos" na porta do Milo, assim evitaria maiores transtornos. O que importa é que é uma pena que chegamos à isso, daqui a pouco nem tirar mais foto da rua vai ser permitido.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E abaixo, eis as fotos que eu consegui tirar:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;adorei a camiseta de pantera&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;quase fui perguntar onde ela comprou essa bota, amei&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;adesivo na camiseta&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;amiga da blogueira que vos escreve, adorei a faixinha no cabelo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;a que vos fala, de mini-chapéu de palha&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/337438979" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Bia Pattoli</author>
            <pubDate>Wed, 16 Jul 2008 21:06:21 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bebop/799/Milo</guid>
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            <title>[Bate-Estaca] Be-a-bá da disco</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/337230889/Be_a_ba_da_disco</link>
            <description>Alguns motivos me levaram a pensar nesse post aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;a) Disco está "na moda", seus sons e idéias aparecendo em muita música boa feita em 2008;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;b) Disco nunca é demais;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;c) Disco é raiz, não importa se você gosta de techno, house, electro, maximal, pós-punk ou breaks, tem disco no DNA de praticamente toda música de pista de dança;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;d) Tem gente mais nova que não sabe lhufas de disco, quer saber e não sabe por onde começar;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;e) Aproxima-se o aniversário de 3 anos da Discology vs Quebrada lá no Vegas (2/11) e achei por bem começar a lembrar algumas das faixas que estiveram presentes na nossa pista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Esta seleção é feita a partir de clipes do YouTube: tem euro-disco, ítalo-disco, disco-funk, disco de orquestra, disco de sintetizador, disco que fez sucesso, disco obscura etc.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Obviamente por ser material antigo, nem tudo tem um videoclipe ou registro ao vivo. Nesses casos, coloquei um clipe só com música.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Divirta-se!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Class Action - Weekend (1981)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Kebekelektrik - Magic Fly (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;KC &amp; The Sunshine Band - Do You Wanna Go Party? (1979)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Andrea True Connection - More, More, More (1976)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Heatwave - Groove Line (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Instant Funk - I Got My Mind Made Up (1978)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Giorgio Moroder - Utopia (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;La Bionda - Wanna Be Your Lover (1980)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Klein &amp; MBO - Dirty Talk (1982)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Chic - Le Freak (1978)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Loleatta Holloway - Runaway (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Candi Staton - Young Hearts Run Free (1976)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;George Maccrae - Rock Your Baby (1974)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bebu Silvetti - Spring Rain (1976)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Loose Joints - Is It All Over My Face? (1980)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Roy Ayers - Running Away (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Crown Heights Affair - You Gave Me Love (1980)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Carrie Lucas - Dance With You (1979)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cloud One - Disco Juice (1977)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Voyage - Souvenirs (1978)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/337230889" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Wed, 16 Jul 2008 13:45:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/798/Be_a_ba_da_disco</guid>
        <feedburner:origLink>http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/798/Be_a_ba_da_disco</feedburner:origLink></item>
        <item>
            <title>[Todo DJ Já Sambou] Dez razões para amar Sally Shapiro</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/336764377/Dez_razoes_para_amar_Sally_Shapiro</link>
            <description>Como nas amizades, acredito que exista uma razão esotérica para se apaixonar (ou detestar) logo de cara um artista. Assim, sem explicação, em questão de segundos, uma música, acompanhada de sua respectiva cara, pode virar a sua nova obsessão. Ou simplesmente escorregar para a gaveta dos "nunca mais quero ouvir esta merda", um escaninho um tanto burro, mas que existe, não dá pra fingir que não.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tudo isso para dizer que assim, do nada, caí de amores pela sueca Sally Shapiro, desde a primeira my spaceçada, há um ano e pouco. Não sei se foi a cara de boa moça, que para mim já veio decodificada como um rosto amistoso de intercambiária do Rotary (conheço de longe, fiz intercâmbio na adolescência). Na minha rápida alucinação, imaginei Sally lavando uma pia lotada de copos de plástico, limpando cinzeiros e jogando Bom Ar na casa antes que sua "host mother" chegasse e chutasse a molecada folgada pra fora.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E essa cara de intercambiária no interior dos EUA, hein?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Devaneios à parte, vamos às dez razões para amar Sally Shapiro.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1) A Suécia vive um momento musical altamente prolífico, especialmente por conta da renovação do som baleárico (de gente como Studio). Então uma produtora/DJéia que vem com o aval dos canadenses do Junior Boys, neste contexto, só pode ser boa coisa.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2) No começo do vídeo de "Jackie Jackie", único que aparece como "oficial" no My Space da produtora, um menininho de 9, 10 anos surge ouvindo, em vinil, "She's So Unusual", primeiro disco da Cindy Lauper (1984).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3)Seu disco de estréia, "Disco Romance", lançado em 2006, foi produzido pelo também sueco Joahn Agebjörn, DJ de "ambient electro", como ele mesmo descreve em seu site. Agebjörn acabou sendo absorvido pelo trabalho com a cantora, e o projeto solo virou dupla.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4) Ela é a primeira DJ 100% tímida que eu conheço. Não gosta que tirem fotos nos shows, não dá entrevista por telefone... Sally Shapiro nem é seu nome verdadeiro - isso, segundo Agebjörn, é segredo de estado.  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Eu toco, mas não fica encarando!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5) Assim como Laurie Anderson, Sally canta falando, porém com uma musicalidade que, acredito, só uma pura Akvavit seja capaz de inspirar. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6) O remix do Junior Boys para a música "Jackie" soa como se Giorgio Moroder tivesse levado o Comunnards para o estúdio e entupido a dupla de ketamina. Leeeento e looouco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;7) Não é para qualquer bico sair fazendo um som com jeitão de ítalo-disco e ainda ganhar um remix do papa Alexander Robotnick. Pois ele remixou a faixa "Anorak Christmas", meu bem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;8) Ela é da terra do Abba. Adora timbres que lembram "I Think We're Alone Now" (lembra da ruiva de calça baggy, Tiffany?) e não dá a mínima pra o que vão dizer.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;9) Quando começa a tocar "I'll Be Your Side" no My Space da moça, já dá vontade de sair correndo, botar a polaina, agarrar uma coca-cola (que eu nem bebo) e fazer a dancinha do "Flashdance".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;10) Mesmo que você não tenha idade para pescar as referências citadas acima, Sally vai te pegar pelo "inusitado" dos teclados ingênuos, da programação tosca (de propósito) de bateria e pelo vocal de garota culta, que cresceu vendo filmes do Bergman. Perdoe os conterrâneos Ace of Base e Roxette e se jogue na Sally Shapiro sem medo.&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/336764377" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Claudia Assef</author>
            <pubDate>Wed, 16 Jul 2008 04:29:12 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/tododjjasambou/797/Dez_razoes_para_amar_Sally_Shapiro</guid>
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        <item>
            <title>[.::musicness::.] Guns N’ Roses vai lançar single inédito em Rock Band 2</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/336340750/Guns_N’_Roses_vai_lanaar_single_inedito_em_Rock_Band_2</link>
            <description>&lt;br/&gt;E eis que a MTV e a Harmonix apresentaram ao mundo o track list do game Rock Band 2. O jogo inclui pela primeira vez faixas do AC/DC e do Bob Dylan e deve ser lançado, nos EUA, no dia 30 de setembro. E assim como o novo Guitar Hero, trará instrumentos mais "sofisticados", como uma batera com mais pratos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o que mais chamou a atenção, contudo, foi o anúncio de que, após 14 anos desde o último lançamento oficial do Guns N' Roses, Alx Rose escolheu o Rock Band 2 para a estréia oficial da faixa "Shackler's Revenge". Conta a lenda que a música estará presente no disco Chinese Democracy (se é que o álbum sai algum dia).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mal posso esperar para incomodar os vizinhos com as novas faixas!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Rock Band 2 Track List:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1. AC/DC "Let There Be Rock" 1970s&lt;br/&gt;2. AFI "Girl's Gone Grey" 2000's&lt;br/&gt;3. Alanis Morissette "You Oughta Know" 1990's&lt;br/&gt;4. Alice in Chains "Man in the Box" 1990's&lt;br/&gt;5. Allman Brothers "Ramblin' Man" 1970's&lt;br/&gt;6. Avenged Sevenfold "Almost Easy" 2000's&lt;br/&gt;7. Bad Company "Shooting Star" 1970's&lt;br/&gt;8. Beastie Boys "So Whatcha Want" 1990's&lt;br/&gt;9. Beck "E-Pro" 2000's&lt;br/&gt;10. Bikini Kill "Rebel Girl" 1990's&lt;br/&gt;11. Billy Idol "White Wedding Pt. I" 1980's&lt;br/&gt;12. Blondie "One Way or Another" 1970's&lt;br/&gt;13. Bob Dylan "Tangled Up in Blue" 1970's&lt;br/&gt;14. Bon Jovi "Livin' on a Prayer" 1980's&lt;br/&gt;15. Cheap Trick "Hello There" 1970's&lt;br/&gt;16. Devo "Uncontrollable Urge" 1980's&lt;br/&gt;17. Dinosaur Jr. "Feel the Pain" 1990's&lt;br/&gt;18. Disturbed "Down with the Sickness" 2000's&lt;br/&gt;19. Dream Theater "Panic Attack" 2000's&lt;br/&gt;20. Duran Duran "Hungry Like the Wolf" 1980's&lt;br/&gt;21. Elvis Costello "Pump It Up" 1970's&lt;br/&gt;22. Fleetwood Mac "Go Your Own Way" 1970's&lt;br/&gt;23. Foo Fighters "Everlong" 1990's&lt;br/&gt;24. Guns N' Roses "Shackler's Revenge" 2000's&lt;br/&gt;25. Interpol "PDA" 2000's&lt;br/&gt;26. Jane's Addiction "Mountain Song" 1980's&lt;br/&gt;27. Jethro Tull "Aqualung" 1970's&lt;br/&gt;28. Jimmy Eat World "The Middle" 2000's&lt;br/&gt;29. Joan Jett "Bad Reputation" 1980's&lt;br/&gt;30. Journey "Anyway You Want It" 1970's&lt;br/&gt;31. Judas Priest "Painkiller" 1990's&lt;br/&gt;32. Kansas "Carry On Wayward Son" 1970's&lt;br/&gt;33. L7 "Pretend We're Dead" 1990's&lt;br/&gt;34. Lacuna Coil "Our Truth" 2000's&lt;br/&gt;35. Linkin Park "One Step Closer" 2000's&lt;br/&gt;36. Lit "My Own Worst Enemy" 1990's&lt;br/&gt;37. Lush "De-Luxe" 1990's&lt;br/&gt;38. Mastodon "Colony of Birchmen" 2000's&lt;br/&gt;39. Megadeth "Peace Sells" 1980's&lt;br/&gt;40. Metallica "Battery" 1980's&lt;br/&gt;41. Mighty Mighty Bosstones "Where'd You Go" 1990's&lt;br/&gt;42. Modest Mouse "Float On" 2000's&lt;br/&gt;43. Motorhead "Ace of Spades" 1980's&lt;br/&gt;44. Nirvana "Drain You" 1990's&lt;br/&gt;45. Norman Greenbaum "Spirit in the Sky" 1960's&lt;br/&gt;46. Panic at the Disco "Nine in the Afternoon" 2000's&lt;br/&gt;47. Paramore "That's What You Get" 2000's&lt;br/&gt;48. Pearl Jam "Alive" 1990's&lt;br/&gt;49. Presidents of the USA "Lump" 1990's&lt;br/&gt;50. Rage Against the Machine "Testify" 1990's&lt;br/&gt;51. Ratt "Round &amp; Round" 1980's&lt;br/&gt;52. Red Hot Chili Peppers "Give it Away" 1990's&lt;br/&gt;53. Rise Against "Give it All" 2000's&lt;br/&gt;54. Rush "The Trees" 1970's&lt;br/&gt;55. Silversun Pickups "Lazy Eye" 2000's&lt;br/&gt;56. Smashing Pumpkins "Today" 1990's&lt;br/&gt;57. Social Distortion "I Was Wrong" 1990's&lt;br/&gt;58. Sonic Youth "Teenage Riot" 1980's&lt;br/&gt;59. Soundgarden "Spoonman" 1990's&lt;br/&gt;60. Squeeze "Cool for Cats" 1970's&lt;br/&gt;61. Steely Dan "Bodhitsattva" 1970's&lt;br/&gt;62. Steve Miller Band "Rock'n Me" 1970's&lt;br/&gt;63. Survivor "Eye of the Tiger" 1980's&lt;br/&gt;64. System of a Down "Chop Suey" 2000's&lt;br/&gt;65. Talking Heads "Psycho Killer" 1970's&lt;br/&gt;66. Tenacious D "Master Exploder" 2000's&lt;br/&gt;67. Testament "Souls of Black" 1990's&lt;br/&gt;68. The Donnas "New Kid in School" 2000's&lt;br/&gt;69. The Go-Go's "We Got the Beat" 1980's&lt;br/&gt;70. The Grateful Dead "Alabama Getaway" 1980's&lt;br/&gt;71. The Guess Who "American Woman" 1970's&lt;br/&gt;72. The Muffs "Kids in America" 1990's&lt;br/&gt;73. The Offspring "Come Out &amp; Play (Keep ‘em Separated)" 1990's&lt;br/&gt;74. The Replacements "Alex Chilton" 1980's&lt;br/&gt;75. The Who "Pinball Wizard" 1960's&lt;br/&gt;Bonus Artist Bonus Song Title Decade&lt;br/&gt;76. Abnormality "Visions" 2000's&lt;br/&gt;77. Anarchy Club "Get Clean" 2000's&lt;br/&gt;78. Bang Camaro "Night Lies" 2000's&lt;br/&gt;79. Breaking Wheel "Shoulder to the Plow" 2000's&lt;br/&gt;80. The Libyans "Neighborhood" 2000's&lt;br/&gt;81. The Main Drag "A Jagged Gorgeous Winter" 2000's&lt;br/&gt;82. Speck "Conventional Lover" 2000's&lt;br/&gt;83. The Sterns "Supreme Girl" 2000's&lt;br/&gt;84. That Handsome Devil "Rob the Prez-O-Dent" 2000's&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/336340750" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Diogo Dreyer</author>
            <pubDate>Tue, 15 Jul 2008 18:37:50 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/796/Guns_N’_Roses_vai_lanaar_single_inedito_em_Rock_Band_2</guid>
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            <title>[.::musicness::.] Donkey - Cansei de Ser Sexy</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/332950448/Donkey___Cansei_de_Ser_Sexy</link>
            <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E eis que vazou na internet, inteirinho, o novo disco do adorado/odiado Cansei de Ser Sexy. Ou CSS. Nem sei mais. De todo o jeito, o álbum se chama Donkey ("burro" em inglês) e só deve sair "fisicamente" no próximo dia 27.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Soube que o Adriano Cintra ficou uma fera quando descobriu que o trabalho da banda já circulava web afora. O que não deixa de ser uma curiosa reação para alguém que deve sua fama à grande rede. Mas como diz um primo meu, tudo no mundo é referência. Se o CSS aproveitou o boca a boca virtual para sair do anonimato, agora por certo é mais interessante controlar a divulgação, saber onde se vende o disco, quanto se baixou via iTunes e tal.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Após alguns dias digerindo Donkey, cheguei à conclusão de que o disco não bateu por completo. Mas não me entenda errado: é um belo trabalho, com uma produção incrível, muito bem acabado. Um belo disco. Mas no quesito "nossa, que tesão, vou ouvir de novo", é tipo nota 7.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Donkey é indie/pop/brit/legalzinho. Tem hora que dá a impressão de se estar ouvindo um disco do Hard-fi. Guitarra, teclado, letra rimada, mais teclado. E por aí vai, naquele groove meio new wave característico de um monte de banda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A faixa Jager Yoga, que abre o disco, com um baixo marcante, guitarra nos lugares certos e refrão grudento, dá bem o tom da coisa toda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas por outro lado, Donkey eleva o CSS a uma nova categoria de produção, seja na composição, seja na execução (além de o vocal da Lovefoxxx estar mais seguro e afiado do que nunca!).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A minha preferida é Give Up, com um refrão que mistura Lovefoxxx e Adriano e tem uma guitarra aguda que marca a música toda. Aliás, o disco tem uma ótima seqüência dançante, com Give up, Left Behind (que já tinha vazado anteriormente) e Beautiful Song (uma das que mais se parece com o trabalho do primeiro disco). Acho que a única que destoa do sentimento de coesão de Donkey é Let's Reggae All Night, que cai numa demasiada levada Gang of Four.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Garanto que quem criticava os caras dizendo que o CSS era uma banda de araque vai se assustar em como as coisas parecem estar no lugar certo em Donkey.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O principal defeito nessa megaprodução toda é que aquele fator "hora da música do Balão Mágico" que permeava o primeiro disco foi deixado de lado. Pode parecer idiota dizer isso, mas eu realmente gosto do elemento "tosco" e descompromissado do álbum anterior. Mas não se pode ter tudo. E pensando no público "internacional" do CSS, é uma mudança que faz todo o sentido do mundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Beatiful Song&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer1" height="24" width="290" class="spacer2"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=1&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=http://havefunclub.info/hyperbole/06%20Beautiful%20Song.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Move&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer2" height="24" width="290" class="spacer2"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=2&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=http://havefunclub.info/hyperbole/08%20Move.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/332950448" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Diogo Dreyer</author>
            <pubDate>Fri, 11 Jul 2008 19:22:53 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/795/Donkey___Cansei_de_Ser_Sexy</guid>
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            <title>[Bate-Estaca] (Des) acelerando em nome da arte</title>
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            <description>John CageSeattle, 1939. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O compositor vanguardista americano John Cage, compõe peças onde um dos instrumentos a ser usado são pick-ups com "velocidade variável". A idéia de Cage é produzir música através da oscilação do pitch (afinação, em inglês), com sons que vão do 33 RPM ao 78.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Desde então, artistas com mania de desobedecer o molde pré-estabelecido têm adotado a prática de alterar a velocidade (e, por consequência, a afinação) de uma gravação original para conseguir um resultado diferente (ou melhor).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No final dos anos 80, reza a lenda que o DJ belga Marc Grouls tocou sem querer a faixa "Flesh", do A Split Second, na rotação errada. O eletrônico nervoso do original virou um novo groove dopado, na casa dos 110 BPM. O resultado agradou e a idéia se espalhou que nem febre, gerando o movimento "new beat", onde faixas de acid, EBM e techno eram tocadas numa rotação mais baixa. O "new beat" foi super-popular na Bélgica até o começo dos anos 90 e foi de onde se originaram selos como R&amp;S e Music Man.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Nesse meio tempo, do outro lado do Canal da Mancha, DJs ingleses estavam indo na direção contrária e começando a acelerar discos de breakbeat e hip hop. As batidas quebradas aceleradas ajudaram a dar os contornos de novas vertentes eletrônicas, conhecidas como hardcore e do drum'n'bass. Um exemplo clássico era "Bug In the Bassbin", da Innerzone Orchestra (Carl Craig) que, tocada em 45 RPM, passou de techno-jazz de Detroit a proto-drum'n'bass.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;(E sabia que em 1986 o Cocteau Twins lançou o álbum Victorialand em 45 RPM, algo totalmente inusitado já que álbuns sempre tocaram em 33? O que deu de moderninho paulistano se deslumbrando com a "beleza incomum" do disco, mal sabendo que estava ouvindo na rotação errada...)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Veja os dois posts abaixo para a continuação da história...&lt;br/&gt;...Rebajadas&lt;br/&gt;...e, finalmente, Low Motion Disco&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/332078924" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:10:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/794/_Des__acelerando_em_nome_da_arte</guid>
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            <title>[Bate-Estaca] ...Rebajadas </title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/331927220/___Rebajadas_</link>
            <description>O Fernão, VJ do Embolex, me deu a letra que existe toda uma onda de se tocar discos de cumbia em rotação mais lenta. O centro disso fica em Buenos Aires, mas existem adeptos da Argentina até a Colômbia. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A galera chama essas versões de "rebajadas" e o resultado é molenga e bizarro. O vocal parece que vem de algum rito macumbeiro onde pessoas entram em transe profundo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cumbia de Las Estrellas (Rebajada)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cumbia de Los Pomos (Rebajada)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas essa cena não se resume às "rebajadas". Buenos Aires hoje está cheia de DJs "mashupando" cumbia e outros ritmos latinos com dub, dancehall, hip hop e eletrônico. Procure nomes como Chancha Via Circuito, Sonido Martines, El Remolon e El Hijo de la Cumbia. O blog Muy Bastard é uma boa fonte para mixtapes e infos dessa cena.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ah, e alguém avisa o Hernan Cattaneo!&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/331927220" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 14:05:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/793/___Rebajadas_</guid>
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            <title>[Bate-Estaca] ...e, finalmente, Low Motion Disco</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/331927221/___e__finalmente__Low_Motion_Disco</link>
            <description>Essa dupla suíça acaba de lançar seu primeiro álbum pela Eskimo. Embora seu trabalho não consista exatamente de baixar o aumentar a velocidade de gravações que já existem, seu conceito tem a ver já que elas pegam gêneros inteiros, como funk e disco, e fazem tudo virar música de chill out.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Bom, está tudo na cara né? Além do nome da banda, o álbum se chama Keep It Slow e das 12 faixas como, 10 tem as palavras "low" ou "slow" no título. Se você gosta de balearic, Quiet Village e Mountain of One, venha se esparramar no sofá do LMD.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Low Motion Disco - Love Knows Low&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer3" height="24" width="290" class="spacer2"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=3&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=/media/musica/tracks/LMD-love.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Low Motion Disco - Things Are Gonna Get Easier&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" id="audioplayer4" height="24" width="290" class="spacer2"&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="movie" value="http://rraurl.uol.com.br/shared/media/audio_player.swf" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="FlashVars" value="playerID=4&amp;amp;bg=0xF4F4F4&amp;amp;leftbg=0x&amp;amp;lefticon=0xffffff&amp;amp;rightbg=0x&amp;amp;rightbghover=0x&amp;amp;righticon=0xFFFFFF&amp;amp;righticonhover=0xffffff&amp;amp;text=0x333333&amp;amp;slider=0xffffff&amp;amp;track=0xFFFFFF&amp;amp;border=0x666666&amp;amp;loader=0x&amp;amp;soundFile=/media/musica/tracks/LMD-things.mp3" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="menu" value="false" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;/object&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/331927221" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 13:50:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/792/___e__finalmente__Low_Motion_Disco</guid>
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        <item>
            <title>[Já viu?] "Caligula Reincarnated as Hitler"</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/331393690/Caligula_Reincarnated_as_Hitler</link>
            <description>Cada dia agradeço mais a internet por um monte de coisas, desde conseguir trabalhos através de emails ou sites com coisas minhas e gente que vê e gosta e me chama, até conseguir musicas que demorariam séculos pra chegar por aqui. Mas o que mais tenho agradecido mesmo é pelos filmes que tenho conseguido baixar, pérolas perdidas e esquecidas, filmes que nunca passaram por aqui e se passaram, alguns, eu não tinha idade suficiente pra ver ou pior, nem sabia que passaram na época.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o bom mesmo são os filmes perdidos, que não passaram por aqui, que a gente fica sabendo lendo em sites (como o paginadois mesmo), em blogs ou em listas, que aliás, proliferam cada vez mais pela net e me irritam absurdamente, porqeu cada vez mais são mais bestas as tais das listas, injustificadas mesmo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um filme que encontrei por acaso na minha bíblia, o imdb.com, o maior catálogo pra consulta de filmes e tudo ligado a isso, foi um dia que procurava informações sobre uma refilmagem de Calígula, que estavam tentado fazer, com elenco estrelado, mas que só fizeram ainda um trailer para tentar conseguir financiamento. Digitando Calígula na busca do site, me deparei com um título que eu achei no mínimo peculiar: "Caligula Reincarnated as Hitler"!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sim sim, o imperador romano doido reincarnado como o ditador alemão doido! Dali não poderia sair coisa boa! Ou melhor, com um título desses, só poderia sair coisa boa!&lt;br/&gt;Fui atrás e descobri que era um filme italiano de 1977, cujo titulo original, para a minha frustração, era "A Última Orgia do III Reich". O nome "Calígula..." era o titulo internacional do filme. Como não sou italiano, prefiro o que deveria ter vindo pra cá!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O filme é um absurdo de bizarrices e baixarias e perversões e sexo absurdo e crueldades! E é um grande filme. Muito bem filmado, com ângulos super ousados para cenas também bem ousadas para a época, o filme é uma pequena aula de onde colocar a câmera na hora de contar uma história.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o que me impressionou mesmo no filme, alem de toda a bizarrice, foi o elenco: acertaram na mosca ao escolher, seja pelo physique-du-role, seja pelas interpretações propriamente ditas, seja pela direção de ator, o filme ganha muitos pontos, mas muitos mesmo, com o elenco principal, o oficial nazista comandante  e sua namorada prisioneira judia.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A história não poderia ser mais absurda: um campo de concentração nazista só com mulheres prisioneiras que serve como um bordel, um lugar para os soldados se divertirem com as prisioneiras; mas com uma condição, que eles não façam amor com as mulheres, que judiem delas (judias, aliás, termo que veio daí mesmo, dos sofrimentos judeus).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quanto mais as mulheres sofrem, mais os homens gostam e se divertem. E não são apenas brincadeiras sexuais bizarras, mas ainda tem nesse campo o medico doido que faz experiências genéticas, como costurar duas mulheres pelas costas uma da outra, ou prender mãe e filha numa cruz invertida porque elas se recusaram a participar das orgias.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É claro que o filme é uma grande critica ao nazi-fascismo, ao poder, à escravidão e tudo mais, bem anos 70, com personagens por vezes estereotipados demais, quase caricaturais, mas não muito diferente do que esperaríamos de um oficial nazista que se diverte colocando uma prisioneira judia num tanque cheio de ratos famintos!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas o que me impressionou mais ainda no filme foi a história de amor do oficial nazista e sua prisioneira judia insensível: ele escolhe a mais linda das prisioneiras e começa com ela um jogo de poder e sedução para se divertir usando de seu alto cargo e poder com a loira vinda do interior. Só que a menina é fria, não se deixa abalar por nada que ele faz com ela, e quanto mais ele faz com ela, menos ela expressa qualquer emoção. Em certo momento a gente descobre o porquê dela ser tão fria e insensível e, claro, a gente passa a torcer por ela. Mas, o pior de tudo mesmo, é quando eu comecei a torcer pelo "amor" dos dois. No meio de todo o lixo e de toda podridão, nasceu uma coisa estranha que eles chamaram de amor, acreditem.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O final do filme é surpreendente, nada careta e nada moralista, muito pelo contrario, o que me fez gostar mais ainda.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Um filme ousado e surpreendente, diferente de tudo o que nós temos visto nos cinemas ultimamente. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De novo, graças à internet!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/331393690" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Fabilipo</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 03:54:18 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/javiu/791/Caligula_Reincarnated_as_Hitler</guid>
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            <title>[Bebop, moda urbana] Liberdade</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/331927222/Liberdade</link>
            <description>Eu e a Gaía (aqui do rraurl), demos uma volta no final de semana passado lá pela Liberdade pra ver como o povo têm se vestido. O pessoal entre 14 e 18 anos que fica na frente da escadaria do metrô, é nitidamente fã de mangá e anime. Alguns chegam a usar acessórios iguais aos dos desenhos animados. Sem contar a infinidade de chaveiros que algumas meninas (e meninos) usam em suas mochilas, fora isso alguns looks parecem ter a influência emo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/331927222" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Bia Pattoli</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 01:37:57 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bebop/790/Liberdade</guid>
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            <title>[.::musicness::.] Senado aprova lei polêmica sobre cibercrimes</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/331767170/Senado_aprova_lei_polemica_sobre_cibercrimes</link>
            <description>UPDATE: Foi aprovada ontem, tarde da noite no Senado, a proposta substitutiva ao projeto de lei da Câmara que trata do cibercrime. Passou da forma que veio. Ou seja: cabe agora à Câmara dos Deputados vetar os artigos absurdos dessa lei. Lembrando sempre que cabe veto do presidente Lula, se não a todo o projeto, ao menos aos artigos criticados internet afora. Mais, aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De qualquer forma, o texto de ontem - que segue abaixo - ainda está valendo. Atualizei apenas o título. E agora, mais do que nunca, vale a assinatura da petição contra o substitutivo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;*********&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O post sobre o projeto do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) suscitou uma polarização política do tipo "blog do Reinaldo Azevedo". Coisa que eu não esperava. Certamente foi o assunto mais comentado de todos os tempos aqui em .::musicness::., ainda que não tenha sido o mais acessado (esse fica por conta do vídeo da Amy Winehouse fumando crack).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Mas por fim, idéias sobre o projeto em si e sobre como isso irá afetar ou não a vida dos internautas, saíram poucas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Cá esse blogueiro tem uma visão política definida. Mas creio que a regulamentação da internet não deve ser medida do ponto de vista do escopo direitista ou esquerdista.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;De um lado, se argumento que é besteira tentar criminalizar o usuário por baixar um arquivo ilegal, especialmente por não existir regulamentação civil que trate do assunto, isso não quer dizer que defendo a pirataria aberta e sem conseqüências. Mas acontece que, assim como na prática soa patético vociferar sobre a necessidade de prender um adolescente que baixa um disco pelo qual não pagou, pensar que a rede irá se auto-regular também é ingenuidade.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa regulamentação passa necessariamente pela vontade da indústria do entretenimento, uma das grandes lesadas, partir para um novo modelo de negócios. E passa também pelo governo se esforçar em criar um entendimento legal que não proteja apenas as empresas, mas também o usuário, o cara que paga impostos e que consome entretenimento. Trata-se de saber ganhar dinheiro com outras formas que não seja vendendo discos físicos e muito menos demonizando fãs. É preciso saber separar esses usuários das pessoas que ganham dinheiro com a pirataria. E sobre saídas para essas situações muito já se falou, inclusive aqui em .::musicness::..&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O problema com o projeto do senador Azeredo é que ele vai na contra-mão desses entendimentos. Não vai servir para frear os crimes a que vem coibir - como fraudes, invasões e envio de spams, por exemplo - porque quer justamente abarcar ações corriqueiras - como o download de arquivos - num mesmo balaio jurídico sujeito a penas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para os entendidos em crimes digitais, o problema com a legislação brasileira nessa área é que é difícil tipificar os crimes cometidos na rede. Como a internet não está prevista no Código Penal, as pessoas até são presas, mas a Justiça manda soltar por problemas processuais. O que o projeto precisava era apenas dar nomes aos bois.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Isso porque na área autoral, a legislação brasileira já é umas das mais severas e impossíveis de ser seguidas que há. A saber: se o caro leitor tem um LP, já é crime transformá-lo em mp3 para ouvi-lo em um player.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para saber disso, não é preciso ir muito longe. Basta chegar ao prédio original da Fundação Getúlio Vargas, que fica na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, e à portaria indagar pelo professor Ronaldo Lemos.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Advogado de formação, presidente do conselho internacional da iCommons, ele dará uma aula a quem pedir sobre o assunto. (A iCommons, criada pelo advogado americano Larry Lessig, pretende oferecer uma alternativa de contratos internacionais para lidar com a questão dos direitos autorais.)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No Brasil, toda cópia é ilegal. Toda. Sem exceções. Isso quer dizer o seguinte: se o leitor tem um iPod, provavelmente quebrou a lei já uma penca de vezes. A cada vez que coloca um CD no computador e transfere as músicas para o disco rígido, ali foi feita uma cópia e, portanto, um crime foi cometido. Jogou para o iPod? Reincidiu no mesmo crime.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A questão, como o professor Lemos dirá, é que todos nós quebramos a lei de direitos autorais brasileira a toda hora. Ela é impossível de ser seguida por um motivo simples. A internet é uma máquina de copiar.&lt;br/&gt;O texto acima foi tirado de um artigo do Pedro Dória no Link, do Estadão. Quem quiser saber mais sobre o que o professor Lemos tem a dizer sobre isso, clica aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quem quiser, ainda pode assinar a petição contra o substitutivo do senador Azeredo.&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/331767170" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Diogo Dreyer</author>
            <pubDate>Thu, 10 Jul 2008 00:08:04 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/789/Senado_aprova_lei_polemica_sobre_cibercrimes</guid>
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            <title>[Visual Jóquei] Skol Beats: escolha dos VJs</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/331221999/Skol_Beats__escolha_dos_VJs</link>
            <description>Em 2008 o público tem a oportunidade de votar para a escolha das atrações do Skol Beats, que acontece em São Paulo, dia 27 de setembro. Os VJs também estão na votação.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;No site do Skol Beats você pode escolher dois destes nomes: 1mpar, Alexis, Embolex e Spetto. Caso queira saber mais sobre os artistas você pode ver seus vídeos e ler uma mini biografia no site.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Para votar acesse www.skolbeats.com.br. Também é possível enviar idéias para evento, inclusive vídeos para serem projetados no telão.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/331221999" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>BeteRum VJ7</author>
            <pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:42:29 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/visualjoquei/788/Skol_Beats__escolha_dos_VJs</guid>
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            <title>[Bate-Estaca] As aventuras de um selo brasileiro</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/330277102/As_aventuras_de_um_selo_brasileiro</link>
            <description>O Lunatic Jazz é um selo de house brasileiro que vem se firmando no mercado internacional com bons lançamentos. Eu mandei algumas perguntas para o velho amigo Jota Wagner sobre as alegrias e agruras de se manter um selo independente em terras tupininquins. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ele aproveita e fala um pouco também do recente aniversário de sete anos da Colors, a festa que mantém com o irmão Wander A e que agora faz parte da programação do Vegas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Que tipos de músicas saem pela Lunatic Jazz?&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;A linha artística do Lunatic Jazz é house underground, apesar de a "ultra segmentação" facilitar um novo selo formar sua marca, preferi manter as coisas no velho estilo dos selos independentes classicos: musica boa, bem feita, trazendo algo de diferente em sua construção, mesmo que isso signifique poucas vendas. No catálogo tempos faixas dos produtores Joe Silva, Anhangüera, Rafael Accorsi e minhas. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Dá muito trabalho ter um selo? Qual a parte mais chata e a mais legal?&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Dá pra seguir duas linhas. Você pode ir pelo lado menos trabalhoso, que é contratar distribuidoras e outros facilitadores que, apesar de achatarem os ganhos que já são pequenos, fazem a música chegar a mais lugares. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O outro caminho é ser uma pessoa de alma estritamente empreendedora e se dedicar 100% a todas as etapas do processo mesmo, como licenciamento, publishing, toda a promoção para a imprensa... mas este definitivamente não é o meu caso. Quem sabe não consiga um sócio com este perfil no  futuro! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Sobre o melhor e o pior de se rodar um selo, a parte mais legal é ver as músicas nos charts  e sets de outros DJs. A mais chata é a rotina burocrática que todo negócio demanda, de contratos e tudo o mais. É um porre necessário.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Tem muita gente que grava umas bases e acha que está fazendo música e já quer lançar. Que dicas você dá pra quem estiver afim de te mandar músicas e ser ouvido?&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Quando você está começando a produzir, você não tem ouvido nem pra perceber quando a música está mal feita, alem do fato de ser difícil julgar um trabalho que você mesmo criou. A saída possível e mandar para bons DJs e produtores, que entendam muito do assinto e topem dar um feedback sincero sobre o que está ouvindo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Uma dica importante: escutem as críticas e não lancem uma música no mercado na pressa, só pra botar no release que tem discografia. Lançar música mal feita é dar um tiro no pé, pois joga uma pá de terra em cima de um nome. No mercado musical, geralmente se a pessoa escutou uma música e não gostou, não vai se interessar em ouví-lo novamente. Dito isso, estamos abertos a receber e ouvir demos e não estamos nem um pouco preocupados em diferenciar grandes nomes de novos talentos desde que, obviamente, o material seja bom.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;E a Colors, quais foram as festas mais legais dos sete anos?&lt;br/&gt;A Colors de sete anos, sexta passada (4/7), foi incrível, muito elogiada. A de janeiro, em que dividimos a pista com a dupla da Rebel Waltz, Murray Richardson e Stuart Patterson, foi tambem inesquecível. Estamos pilhados com esta nova fase no Vegas, muito excitados mesmo. Com o suporte que o clube está nos dando vamos conseguir fazer coisas inimagináveis para a house underground brasileira. Ficamos felizes que o público dividiu esta alegria conosco.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Quais os próximos passos tanto para Colors como para Lunatic Jazz?&lt;br/&gt; &lt;br/&gt;Em agosto começamos a Lunatic Jazz Sessions, uma festa dedicada ao conceito artístico do selo em um lugar pequeno que vai permitir ao DJ fazer o máximo de experimentalistmo. Tambem vamos cumprir nossa agenda de lançamentos que já está negociada até o final de 2008 e lançar uma compilação com remixes de nomes internacionais como Asad Rizvi, Funky Transport, Bobby &amp; Klein, Joe Silva e mais alguns bons nomes que estão afim mas ainda não deram a confirmação final, por isso não podem ser anunciados. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Em relação à Colors , estamos preparando uma agenda de convidados especiais até o final do ano, vamos visitar Belo Horizonte e Curitiba em breve, além de algumas outras cidades legais até o fim do ano.&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/330277102" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Tue, 08 Jul 2008 20:10:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/bateestaca/787/As_aventuras_de_um_selo_brasileiro</guid>
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            <title>[.::musicness::.] Projeto quer criminalizar download no Brasil</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/329176477/Projeto_quer_criminalizar_download_no_Brasil</link>
            <description>O Projeto Substitutivo (substitutivo ao PLS 76/2000, PLS 137/2000 e PLC 89/2003) do Senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que torna única a lei que trata de crimes na Internet, deve ser votada pelo plenário do Senado provavelmente dentro de algumas semanas. Dali, segue para a Câmara.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Contudo, a regulamentação - que já precisou ter seu texto revisto em 2006, pois exigia a identificação de todos os usuários brasileiros da grande rede - vem com uma grande confusão em seu propósito: preocupa-se mais com a troca de arquivos do que com a pedofilia ou o cybercrime. Trata-se de um dispositivo legal que defende apenas interesses das grandes indústrias do entretenimento.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Entre algumas das suas aberrações, faz com que, por exemplo, os provedores de acesso tenham que, via pedido judicial, delatar a uma gravadora algum usuário que esteja usando programas de bittorrent, independentemente de o arquivo ser legal ou não. Além disso, os provedores precisarão manter por três anos uma listagem de quem fez o quê e que lugares visitou na web. É coisa de estado policial. E tecnicamente falando, é muito difícil de ser feita.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outro trecho que traz problemas é a proibição de que se obtenha dado ou informação disponível em rede de computadores, dispositivo de comunicação ou sistema informatizado, sem autorização do legítimo titular, quando exigida. Trocando em miúdos, praticamente impossibilita a internet, que nada mais é do que uma grande máquina de copiar.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Como o jornalista Pedro Dória concluiu em seu blog, "é evidente que, acaso vire lei, ninguém a obedecerá. Vai virar letra morta de nascença. Mas isto é um problema. Afinal, há crimes sendo cometidos na Internet que devem ser punidos. Além de ter sido mal redigida, a lei do senador Azeredo nasce mais preocupada em proteger os interesses de empresas estrangeiras da indústria do entretenimento do que em proteger cidadãos brasileiros vítimas de crimes na rede."&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O projeto do senador propõe que o primeiro marco regulatório da Internet brasileira seja criminal. Enquanto isso, o caminho natural de regulamentação da rede, seguido por todos os países desenvolvidos, é primeiramente estabelecer um marco regulatório civil, que defina claramente as regras e responsabilidades com relação a usuários, empresas e demais instituições acessando a rede, para, a partir daí, definir regras criminais.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Professores da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, em parecer conjunto, alegam que nenhum país criminaliza o acesso a informações na internet de forma tão ampla como o proposto por Azeredo. Acrescentam ainda que sua aprovação levaria à criminalização em massa de usuários de internet.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Gente chiando não falta. Já existe até uma petição online encabeçada por pesquisadores e professores universitários para encaminhar aos senadores protesto contra o projeto de lei.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;UPDATE: O Marcelo Träsel, do blog A Nova Corja, enviou uma carta a todos os senadores ontem (07) sobre o assunto. A assessoria do senador Eduardo Azeredo respondeu para todos os senadores que estavam copiados na mensagem original afirmando que "pessoas de ma fé estão divulgando informações erradas e infundadas sobre esta proposta". Leia a resposta do Azeredo aqui.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Via Weblog.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Saiba mais:&lt;br/&gt;- Projeto A2K - iniciativa do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV DIREITO RIO sobre vida online&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- A criminalização do mundo digital&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Projeto de Azeredo quer proibir a troca de arquivos mp3&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/329176477" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Diogo Dreyer</author>
            <pubDate>Mon, 07 Jul 2008 19:00:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/musicness/786/Projeto_quer_criminalizar_download_no_Brasil</guid>
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        <item>
            <title>[Já viu?] METROPOLIS reapareceu.</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/326989048/METROPOLIS_reapareceu_</link>
            <description>Um dos maiores e melhores filmes de todos os tempos, a ficão científica METROPOLIS de 1927, diriga pelo alemão Fritz Lang, logo após seu lançamento foi re-editado pela Paramount, a distribuidora mundial do filme.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Essa versão mutilada é a que todos nós assistimos (ou a que todos nós deveríamos ter assistido, caso você não tenha visto). Era dito que quase 1/4 do filme tinha se perdido com esse corte para que fosse simplificado para as "massas".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora foi achada a versão original. Segundo a ZEITmagazine, esse material perdido estava na coleção particular de um crítico de cinema alemão. Segundo os críticos que já viram o material, guardado há 80 anos e deteriorados pelo tempo, as cenas são fundamentais para o filme, obviamente, como queria o dretor em princípio.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Agora aguardar a versão original passar em algum fstival por aqui com orquestar fazendo a trilha ao vivo como tanto gostamos!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/326989048" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Fabilipo</author>
            <pubDate>Fri, 04 Jul 2008 22:46:03 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/javiu/785/METROPOLIS_reapareceu_</guid>
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        <item>
            <title>[Bate-Estaca] Pantha Du Prince nos 3 anos do Vegas</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/326712661/Pantha_Du_Prince_nos_3_anos_do_Vegas</link>
            <description>Se você achava que o lineup gringo do aniversário de 3 anos do Vegas (3/10) já estava saudavelmente eclético (Glass Candy, James Murphy &amp; Pat Mahoney, Efdemin e Ewan Pearson) a coisa ficou ainda melhor com o acréscimo do alemão Pantha Du Prince no lineup.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pantha é autor de muitas faixas de deep techno que resvalam no minimal e emitem vibrações aconchegantes e calorosas (ouça seu remix para "Peacebone", do Animal Collective, ou "Eisbaden" e "Saturn Strobe", do seu álbum Bliss, do ano passado). Além de muitas faixas pelo selo Dial, ele também já assinou remixes para a Mute (Depeche Mode), Get Physical e Sonar Kollektiv.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Lembrando que o aniversário de 3 anos do Vegas rola não no clube em si mas na Flex (antiga Broadway, na Barra Funda).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Panhta du Prince - Saturn Strobe&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pantha du Prince - Florac&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/326712661" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Camilo Rocha</author>
            <pubDate>Fri, 04 Jul 2008 12:15:00 +0300</pubDate>
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            <title>[.::musicness::.] Novo programa de rádio eletrônica estréia em Curitiba</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/325543826/Novo_programa_de_radio_eletronica_estreia_em_Curitiba</link>
            <description>&lt;br/&gt;O multi-emprendedor e DJ Sandro Horta manda avisar: estréia nesta quinta entre as 22h e 24h o novo programa DJCom Radio Show na sintonia 93,9 MHz  (da nova rádio Mundo Livre FM). &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Com apoio do site local Altos Agitos, o programa também deve dar uma geral na agenda dos fins de semana da capital paranaense. A DJcom é uma agência de DJs que tem conexões com labels internacionais do porte da Ministry of Sound, hed Kendi e Defected Records. E para ouvir o programa ao vivo você pode clicar no site da rádio como acessar o site da agência DJCom e do Altos Agitos, onde ele deve ficar arquivado. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Muito boa essa notícia, afinal até aqui só tinhamos o (ótimo) programa Electro On The Rocks (na Rádio 91 Rock) todos os sábados às 23h, com apresentação do DJ Mauricião e da jornalista Marina Lang (colaboradora aqui do Rraurl).  &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/325543826" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Raul Aguilera</author>
            <pubDate>Thu, 03 Jul 2008 06:22:36 +0300</pubDate>
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            <title>[Já viu?] Rapidinhas.</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/325172967/Rapidinhas_</link>
            <description>Um pouco de tv pra começar. Na verdade, tv no cinema de novo.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Parece que com o sucesso de Sex And The City na telona, o povo de Friends ficou animado e já começa a preparar um roteiro pra possível versão cinematográfica do seriado mais bacana de todos, fora alguns outros, claro. Eu aposto super!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Falando em seriados, assisti o pre-air de 2 seriados novos, os pilotos, bem bons:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;_Leverage é com o Timothy Hutton, o que já é bom, sobre um cara que trabalhava com seguradora e agora junta um time de ladrões pra... assaltos geniais. Divertido, bem humorado, lembra Missão Impossível de absurdo, mas é bacana.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;_Pretty/Handsome é fodona demais. Um médico mega rico/playba numa cidadezinha americana ultra conservadora adora usar calcinha e vai descobrindo que é cross-dresser. No piloto a gente vê sua família toda estranha, adolescente dando a luz na sala da mansão, pedófilos, sexo no escritório, e um casal de trans que chegam na cidade para serem tratados pelo ginecologista. Pesada, dramática e bem bem bem roteirizada. Ah, o médico é o Joseph Fiennes, soberbo e sua mulher a deusa Carrie-Anne Moss. E o povo que escreve/dirige é o povo do Nip/Tuck. Promete muito!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pra terminar o novo poster do "Batman - Cavaleiro das Trevas" que quem já viu diz que é o "Poderoso Chefão" dos filmes de super heróis. 3 semanas só e é nóis!&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/325172967" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Fabilipo</author>
            <pubDate>Wed, 02 Jul 2008 20:10:45 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/javiu/782/Rapidinhas_</guid>
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            <title>[Todo DJ Já Sambou] Todo DJ Já Sambou de novo nas bancas</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/324533410/Todo_DJ_Ja_Sambou_de_novo_nas_bancas</link>
            <description>Amiguinhos, enfim saiu a segunda edição do "Todo DJ Já Sambou".&lt;br/&gt;Eu só acreditei porque já peguei uma na mão. Tem fotos novas, capítulos atualizados e um texto de introdução imperdível, escrito pelo fera Bill Brewster, co-autor do livraço "Last Night a DJ Saved My Life".&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O relançamento rola nesta sexta-feira, no Sesc Pinheiros, a partir das 18h. Primeiro, haverá um bate-papo, mediado por mim, com seu Osvaldo, Patife e Grego. Depois, Noise e Magal se juntam aos outros DJs para mostrarem um pouquinho do que sabem fazer durante um happy hour animado.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Pode chegar, que é de graça. Ah, e durante o bate-papo vou distribuir algumas das camisetas que a Cavalera muito gentilmente confeccionou para divulgar o livro. São fofas e são poucas - vamos dar pros mais afiados, que estiverem com as história da discotecagem no Brasil na ponta da língua. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Vai lá faturar uma camiseta, tomar um suco e aproveita para pegar autógrafos na nova edição do livro. De quebra, você ajuda o crew das escritoras pobres - que compreende, além de mim, Clarah Averbuck e Vitor Angelo. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O livro estará à venda no Sesc por um preço promocional. Se bem que a loja virtual da Conrad também está vendendo o livro com desconto - de R$ 37, ele sai por R$ 34, com frete grátis.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Ajuda, Brasil! &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Relançamento Todo DJ Já Sambou&lt;br/&gt;Sexta, 4 de julho, a partir das 18h&lt;br/&gt;Sesc Pinheiros&lt;br/&gt;R. Paes Leme, 195, segunda andar (sala de leitura)&lt;br/&gt;Tel. 0/xx/11/3095-9400&lt;br/&gt;Grátis&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/324533410" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Claudia Assef</author>
            <pubDate>Wed, 02 Jul 2008 02:10:00 +0300</pubDate>
            <guid isPermaLink="false">http://rraurl.uol.com.br/blogs/tododjjasambou/781/Todo_DJ_Ja_Sambou_de_novo_nas_bancas</guid>
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            <title>[Bebop, moda urbana] Motomix</title>
            <link>http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~3/324462999/Motomix</link>
            <description>Eu havia me programado pra chegar cedo e tirar uma série de fotos do povo no evento. Um imprevisto me fez chegar às cinco da tarde, e pra ajudar nessa época do ano a noite chega mais cedo. Enfim, do que deu pra fotografar, abaixo os mais bacanas. Desde estampas, óculos, bolsas, à tênis (claro que eu não ia deixar passar!).&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;img src="http://feeds.rraurl.com/~r/_blogs/~4/324462999" height="1" width="1"/&gt;</description>
            <author>Bia Pattoli</author>
            <pubDate>Wed, 02 Jul 2008 00:32:13 +0300</pubDate>
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